Em 2026, a Economia de Comunhão (EdC) celebra 35 anos de história reafirmando seu propósito de viver uma cultura de comunhão, que combata as desigualdades sociais, por um mundo mais justo, regenerativo e fraterno
De 25 a 30 de maio, a comunidade global se reunirá no evento internacional “Um Caminho de Regeneração”, que, desta vez, contará com uma proposta em duas fases. Na primeira etapa, os participantes se dividirão em pequenos grupos para uma imersão em iniciativas da América Latina que vivem, na prática, a cultura de comunhão. Será uma experiência concreta de encontro com realidades diversas, onde a conexão entre oportunidades e vulnerabilidades se torna vida cotidiana.
Na segunda fase, nos dias 29 e 30 de maio, todos se encontram em Buenos Aires para dois dias de reflexão, celebração e compromisso. A proposta é olhar o mundo a partir das feridas provocadas pelo sistema econômico dominante, reconhecer os aprendizados dessas três décadas e meia e discernir, de forma coletiva, os próximos passos para os próximos cinco anos.
“Desejamos que estes dias em Buenos Aires sejam marcados por escuta profunda, celebração e coragem para assumir compromissos conjuntos pelo futuro”, destaca Maria Helena Faller, da Comissão Internacional da Economia de Comunhão.
A programação ainda está em construção, mas o esboço já revela um encontro atravessado pela diversidade de vozes e experiências da EdC no mundo. Com a contribuição de convidados e convidadas, serão aprofundadas agendas centrais para o movimento, como Justiça Climática, intraempreendedorismo, vocação e caminhos de transformação capazes de fortalecer uma economia mais equitativa e regenerativa.
Um dos momentos mais significativos será dedicado aos círculos de escuta e diálogo sobre as vivências da primeira fase. A partir dessa experiência concreta de encontro, os participantes serão convidados a refletir sobre como transformar as organizações de dentro para fora.
Outro eixo da programação provocará uma pergunta essencial: o que significa empreender na Economia de Comunhão? Por meio de relatos de microempreendedores, empresários e colaboradores, ficará evidente que empreender, na EdC, é uma resposta pessoal a uma vocação de transformação contínua, sem linha de chegada, mas com propósito claro.
A programação também contará com a Feira da Economia de Comunhão, um espaço vivo de conexão com a prática: empresas, iniciativas e projetos apresentarão suas experiências, fortalecendo laços e gerando novas possibilidades de colaboração.
“Celebrar 35 anos é reconhecer uma história feita de pessoas, escolhas corajosas e compromisso concreto com a superação das desigualdades”, afirma Faller. “É também renovar nossa responsabilidade com a construção de um mundo mais fraterno, justo e regenerativo.”
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