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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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		<title>Empresas EdC revisitam propósito, desafios e proposta de valor em encontro da Rede Empreendedora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é a proposta de valor de uma empresa de Economia de Comunhão? Com o intuito de dialogar sobre essa questão e construir colaborativamente uma revisão da proposta de valor [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é a proposta de valor de uma empresa de Economia de Comunhão?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o intuito de dialogar sobre essa questão e construir colaborativamente uma revisão da proposta de valor das empresas EdC, cerca de 60 lideranças empresariais e colaboradores e colaboradoras da Rede Empreendedora Empresarial reuniram-se no Centro de Eventos Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista (SP), entre os dias 7 e 8 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No lugar de um auditório tradicional, mesas e cadeiras dispostas para pequenos grupos, além de murais ao redor do espaço, deram o tom do encontro. A dinâmica de diálogo, com reflexões “de dentro para fora”, permitiu que pessoas das mais diversas origens e idades conversassem sobre propósito, legado, práticas, desafios e compromissos com a cultura da Economia de Comunhão em suas empresas.</p>



<div style="height:27px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<div style="height:27px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A dinâmica do evento foi excelente: poder compartilhar boas práticas, ideais e também problemas e dificuldades, seja das empresas, seja de cada empresário, tornou o encontro muito rico e prático. Saber que temos essa rede de apoio e de comunhão é uma motivação para cada um de nós que acredita em um mundo melhor”, disse o empresário <strong>Gianni Sgai</strong>, da PRO IMPACTO Consultoria.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhados de um caderninho, que serviu como diário de bordo, lideranças e colaboradores e colaboradoras partiram de reflexões pessoais sobre seus propósitos e avançaram em diálogos sobre como colocá-los em prática em suas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundador da Descarte Correto e do Instituto Descarte Correto, <strong>Alessandro Dinelli </strong>sublinhou a importância de encontrar uma rede que compartilhe dos mesmos propósitos. “Como empreendedor social, muitas vezes precisamos nos encontrar com uma rede assim para dizer: ‘Você não é uma pessoa que vive numa ilha acreditando num propósito, sonhando em transformar a vida das pessoas. Você não está sozinho. Tá vendo como existem outros sonhadores?’”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Camila Dinelli</strong>, presidente do Instituto Descarte Correto, completou: “Este evento demonstrou a força das relações na EdC. Volto com muitas reflexões sobre como podemos empreender melhor, construir a cultura EdC nas nossas empresas e gerar resultado sem perder de vista as pessoas e o impacto que construímos pelo caminho&#8221;. </p>



<div style="height:27px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<div style="height:27px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Um momento significativo aconteceu no período da tarde, quando as lideranças puderam compartilhar suas dificuldades como empresários e empresárias de EdC e o que seguem fazendo, diante desses desafios, para escolher a cultura de comunhão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Estar em uma mesa com empresários e empresárias de empresas com dezenas de colaboradores, às vezes milhares, e perceber que alguns desafios são os mesmos que os da minha microempresa para escolher cotidianamente viver pela fraternidade, pela reciprocidade e pela coerência foi muito gratificante e inspirador”, destacou a empresária <strong>Cibele Lana</strong>, da Piazza Digitale.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bruno Villard</strong>, CEO do Grupo Comm, participou pela primeira vez de um evento da Rede Empreendedora Empresarial EdC. Villard vê a Economia de Comunhão acontecendo na prática, mas, dessa vez, teve a oportunidade de conhecer o conceito por trás da cultura de comunhão. Após ouvir muitas vezes sobre colocar a pessoa no centro dos negócios, afirmou: “Eu era atingido pelo propósito (da EdC) e saio daqui hoje com uma missão muito grande de propagar isso. Eu quero disseminar a EdC. Eu estou ansioso até para esse novo momento, porque eu quero ser um embaixador”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as reflexões das lideranças e dos colaboradores e colaboradoras coletadas durante o encontro servirão de base para a formulação da proposta de valor da Rede Empreendedora Empresarial da Economia de Comunhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte ao encontro, aconteceu a Assembleia Extraordinária da Anpecom, na qual foram apresentados os resultados do último triênio e realizada a eleição das chapas dos Conselhos Deliberativo e Fiscal.</p>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="617" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Grupo_encontro_empresarios-1024x617.jpeg" alt="" class="wp-image-236892" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Grupo_encontro_empresarios-980x591.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Grupo_encontro_empresarios-480x289.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fotos: P2 Vídeos/EdC</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Em Santa Catarina, a proximidade reafirma o caminho da Economia de Comunhão</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/economia-de-comunhao-em-santa-catarina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:38:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De 14 a 17 de julho, a Anpecom, por meio de parte de sua equipe, realizou uma visita institucional a Santa Catarina. Jomery Nery, presidente da Economia de Comunhão Brasil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De 14 a 17 de julho, a Anpecom, por meio de parte de sua equipe, realizou uma visita institucional a Santa Catarina. <strong>Jomery Nery</strong>, presidente da Economia de Comunhão Brasil, <strong>Verônica Farias</strong>, gestora administrativa, e<strong> Valdemir Freitas</strong>, gestor financeiro, estiveram em Florianópolis, Palhoça e Joinville para conhecer de perto as empresas Inovar, <a href="https://www.hogarempreendimentos.com.br/" data-type="link" data-id="https://www.hogarempreendimentos.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hogar</a>, Unità, Casa Sou e <a href="https://metalsul.ind.br/" data-type="link" data-id="https://metalsul.ind.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metalsul</a>, além de projetos sociais e institucionais parceiros na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação contemplou encontros com empreendedores locais, a realização de rodas de conversa e um contato direto com o impacto social das empresas em suas comunidades e junto aos seus colaboradores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Foi gratificante ver como as empresas vivem, no dia a dia, a cultura da Economia de Comunhão, colocando o cuidado com as pessoas no centro de suas práticas de gestão”, comentou Nery.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as visitas, a equipe entregou aos empresários e empresárias uma placa simbólica com o logotipo da EdC e a frase: “Esta empresa vive pela erradicação da pobreza, por um mundo mais justo, regenerativo e fraterno”. Um gesto simples que gerou uma comoção sincera e um reconhecimento merecido pelo caminho percorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi exatamente assim que se sentiu o empresário <strong>Celso Beppler</strong>, da empresa MetalSul, em Joinville. “A visita foi uma forma de reconhecimento, me senti pertencente e grato por receber oficialmente uma equipe da Anpecom na minha empresa. Eles deixaram aqui um símbolo de que eu faço parte, desse projeto tão lindo, rico e especial&#8221;, disse. </p>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Metalsul03-1-1024x575.jpeg" alt="" class="wp-image-236869" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Metalsul03-1-980x551.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Metalsul03-1-480x270.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">As visitas contribuíram para gerar ainda mais proximidade entre a equipe da Anpecom e as empresas, fortalecendo vínculos e ampliando a compreensão prática da EdC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram realizadas duas rodas de conversa com empresários e empresárias que desejavam saber mais sobre a Economia de Comunhão, uma em Palhoça e outra em Joinville. Os encontros representaram um primeiro contato de diversas pessoas com o propósito da EdC, gerando curiosidade genuína e o desejo de conhecer mais sobre nossa atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes momentos marcaram de forma particular o empresário <strong>Diogo Steinbach,</strong> da empresa <a href="https://edc.com.br/empreendedorismo/hogar-e-certificada-pelo-selo-social-pelo-terceiro-ano-consecutivo/" data-type="link" data-id="https://edc.com.br/empreendedorismo/hogar-e-certificada-pelo-selo-social-pelo-terceiro-ano-consecutivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hogar Empreendimentos.</a> “O que mais marcou foi a oportunidade de sentar, conversar e trocar experiências com quem acredita e trabalha pelo mesmo propósito. São momentos que nos fazem parar diante da correria do dia a dia para olhar com mais calma para o que estamos construindo, celebrar o que avançamos e entender onde ainda podemos evoluir”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os momentos de diálogo com colaboradores também evidenciaram um aspecto diferencial das empresas EdC: pessoas acima do lucro, do operacional. Com palavras diferentes, todos expressaram sentimentos como respeito, valorização, acolhida e um senso de transformação coletiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Um dos pontos altos foi ver toda a nossa equipe conhecendo ainda melhor a Economia de Comunhão e entendendo que aquilo que buscamos construir na Hogar faz parte de uma história muito maior”, completou Steinbach.</p>
</blockquote>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="744" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Hogar14-1024x744.jpeg" alt="" class="wp-image-236870" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Hogar14-1024x744.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Hogar14-980x712.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Hogar14-480x349.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para a gestora administrativa, <strong>Verônica Farias</strong>, ver a prática da Economia de Comunhão reforça que não existe uma lista de requisitos para marcar como cumpridos, nem mesmo um manual capaz de traduzir essa experiência. “Escutei repetidas vezes empresários e empresárias afirmarem que ser uma <a href="https://edc.com.br/seja-uma-empresa-edc/" data-type="link" data-id="https://edc.com.br/seja-uma-empresa-edc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresa EdC</a> é escolher livremente colocar a pessoa no centro, é compreender que os resultados importam, mas nunca podem valer mais do que a dignidade de quem constrói a empresa todos os dias”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe também visitou uma iniciativa de impacto social chamada Costureiras do Frei, vinculada à Associação Laura dos Santos, localizada em Palhoça, que é um exemplo concreto como a cultura de comunhão transforma realidades, neste caso, gerando renda e dignidade por meio do ofício da costura para pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236872" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_20260715_152656403_HDR-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236872" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_20260715_152656403_HDR-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_20260715_152656403_HDR-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="236873" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Hogar06-1-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-236873"/></figure>
</figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a comitiva também esteve no Instituto Vilson Groh (IVG), em Florianópolis. O encontro contou com a apresentação institucional do IVG e, em seguida, com a apresentação institucional da EdC, em um momento de troca genuína entre as duas instituições. Na ocasião, nasceu a ideia, já acolhida por ambas as instituições, de realizar uma imersão no IVG voltada a um benchmarking de práticas, cuja programação deverá ocorrer no primeiro semestre de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerradas as visitas, permanece uma convicção: a proximidade é um elemento fundamental para a construção da Economia de Comunhão. Os dias vividos foram um exercício da Cultura do Encontro e este segue sendo o caminho mais eficaz para expandir e fortalecer a EdC.</p>



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		<title>II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva ressalta o cuidado para uma economia a serviço da vida</title>
		<link>https://edc.com.br/amazonia-viva/ii-forum-socioeconomico-ambiental-amazonia-viva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Socioambiental Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[II fórum socioeconômico ambiental amazônia viva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento aconteceu entre os dias 03 e 04 de julho, em Manaus (AM), e reuniu 74 lideranças empresariais, comunitárias e espirituais para dialogar sobre práticas que reforcem uma economia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/amazonia-viva/ii-forum-socioeconomico-ambiental-amazonia-viva/">II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva ressalta o cuidado para uma economia a serviço da vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O evento aconteceu entre os dias 03 e 04 de julho, em Manaus (AM), e reuniu 74 lideranças empresariais, comunitárias e espirituais para dialogar sobre práticas que reforcem uma economia regenerativa e de comunhão na Amazônia.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Eu acredito numa economia a serviço da vida e não da morte”.</strong> Esta é uma frase potente, de grande poder de síntese sobre o que vivemos nos dois dias do II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva: empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado em Manaus (AM), nos dias 03 e 04 de julho de 2026, o evento foi organizado pela <a href="https://edc.com.br/quem-somos/#nosso-proposito" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Economia de Comunhão (EdC)</strong></a>, um movimento econômico e cultural global fundador do projeto<strong> </strong><a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Amazônia Viva:</strong></a> iniciativa que desde 2022 reúne lideranças comunitárias, empresariais, espirituais e de pesquisa, para estimular reflexões e práticas por um novo agir em prol da comunidade amazônida e de uma economia regenerativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a gestora do projeto Amazônia Viva, <strong>Maria Clézia Santana </strong>&#8211; mais conhecida como Dima -, o II Fórum Socioeconômico Ambiental foi disruptivo.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Partimos de um tema ‘empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta’ e chegamos num fórum disruptivo, embasado na vivência, nas relações entre lideranças empresariais, de pesquisa, religiosas e comunitárias, onde pudemos verificar a prática de um dos fundamentos da Economia de Comunhão: a cultura do encontro”, compartilha Dima.</p>
</blockquote>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">1º Dia: conexão com as raízes&nbsp;</h2>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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</figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua segunda edição, o Fórum Socioeconômico Ambiental reuniu participantes não apenas do Amazonas, mas também de estados como Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Pará, em dois dias de evento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 1º dia aconteceu no Bosque da Ciência, do <a href="https://www.gov.br/inpa/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/inpa/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)</a>, um espaço acolhedor e inserido no meio da floresta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do primeiro dia foi reconectar cada participante consigo mesmo, à comunidade e à natureza. A abertura foi realizada por <strong>Ubiraci Pataxó,</strong> liderança indígena na Bahia, que fez uma prece do seu povo. E a gestora programática da Anpecom, Débora Rocha, deu as boas vindas a todas e todos em nome de toda a equipe e do conselho da associação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegança e o aterramento para o dia que se iniciava foram conduzidos pelo facilitador e&nbsp; sócio da De Pessoa Pra Pessoa (P-P), Rodolfo Bonifácio, com técnicas de respiração para trazer foco aos momentos que seriam vividos ali. Já Fábia Siqueira (AION), realizou uma dinâmica em dupla, onde cada participante pôde refletir sobre suas forças e conhecer melhor os demais presentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse instante de foco abriu as portas para um dos momentos mais marcantes do Fórum: o Banho de Floresta, um convite para uma conexão genuína e profunda consigo mesmo(a).</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Banho de Floresta</h3>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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</figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Banho de Floresta</strong> foi realizado ao longo do Bosque da Ciência, observando cada árvore, bicho, brisa e passo dado, sempre conduzidos por uma equipe inspiradora e parceira do projeto Amazônia Viva: <strong>Fábia Siqueira</strong> (<a href="https://www.instagram.com/aion.fh/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/aion.fh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AION</a>), <strong>Rodolfo Bonifácio </strong>(<a href="https://www.depessoaprapessoa.com.br/" data-type="link" data-id="https://www.depessoaprapessoa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">P-P</a>), <strong>Ubiraci Pataxó</strong> (Instituto Korihé), <strong>Padre Ricardo Castro</strong> (líder espiritual) e <strong>Mara Pacheco </strong>(bailarina).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para este momento, foi criada a <strong>Bússola do Sentir,</strong> um instrumento simples e orientador, que norteou os passos de cada participante.&nbsp;</p>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-255-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236835" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-255-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-255-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">No fim do percurso, o Banho de Floresta “aterrou”, e convidou a uma conexão profunda com a natureza, na certeza de que não somos o centro ou os donos desta terra, apenas parte desta grande teia da vida.<strong> “Enquanto houver terra, haverá esperança”</strong> foi uma das frases destacadas pelo Padre Ricardo, e que simboliza bem esse momento especial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saímos do Bosque diferentes de como entramos: mais presentes. Convidados para continuar as atividades do Fórum.</p>



<div style="height:47px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236842" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260703_C5812T01-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236842" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260703_C5812T01-1024x576.jpg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260703_C5812T01-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260703_C5812T01-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Janete Alcântara</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236843" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-90-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236843" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-90-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-90-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
</figure>



<div style="height:38px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A tarde foi precedida de um almoço especial, preparado pela NP Porto, uma empresa que nasce da conexão genuína com a Amazônia real, que pulsa em sabores e propósitos. Com opções vegetarianas e onívoras, cada participante pôde experimentar alguns dos sabores do território. “Uma das partes mais importantes para mim foi o cuidado com a alimentação”, conta a liderança indígena do povo Dessana, <strong>Janete Alcântara.</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Muito além da lucratividade</h3>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-18-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236825" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-18-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-18-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Da esquerda para a direita: Rev. Antônio Victor, Débora Rocha e Durval Braga Neta.</figcaption></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O painel da tarde dialogou sobre o tema “Muito além da lucratividade”, uma inspiração do documentário “Muito além do lucro”, escrito e dirigido por Mara Mourão e compilado em um livro organizado por James Marins, que questiona o modelo capitalista tradicional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Subiram ao palco a Gestora Programática da EdC Brasil, <strong>Débora Rocha</strong>, ao lado dos convidados Reverendo Antônio Victor (economista, membro da <a href="https://www.instagram.com/amazonizar/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/amazonizar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Amazonizar</a> e líder espiritual da Igreja Anglicana) e Durval Braga Neto (economista, colunista do G1 e da CBN, e CEO do <a href="https://parquedeideias.com/" data-type="link" data-id="https://parquedeideias.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parque de Ideias</a>).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os painelistas orientaram um diálogo fundamental sobre a relação da Economia, com as pessoas e o meio ambiente, afastando-a da perspectiva que apenas Empresas teriam o interesse no fazer econômico e aproximando o tema de sua origem etimológica: “administração da casa”.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Falar de Economia é falar de cuidado. Economia envolve o cuidado conosco, com as relações e com o planeta, ou seja, com todas as formas de vida. Então, porque não estamos falando sobre o cuidado nos diferentes espaços da nossa vida, seja na família, nas relações sociais ou no ambiente de trabalho?”, questiona Rocha.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Rev. Antônio Victor</strong> ilumina a perspectiva das novas economias. “Hoje nós temos muitas alternativas a este modelo econômico. E nós começamos a pensar sobre o nosso papel neste movimento, afinal cuidar da casa é dever de todos nós. Pense: qual é o seu papel enquanto protagonista dessa transformação?”, complementa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Durval </strong>utiliza a lente da experiência empresarial para destacar a relação indissociável entre a Educação e a Economia. “Na escola, a criança demonstra seus talentos. Nas empresas, precisamos de líderes que estimulem os talentos de cada pessoa. Talvez o ambiente de trabalho possa nos libertar. Talvez, o verdadeiro papel do trabalho seja libertar o melhor que existe em cada pessoa”, destaca.</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">“Eu acredito numa economia a serviço da vida e não da morte”.</h3>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-151-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236833" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-151-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-151-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, <strong>Ricardo Voltolini</strong>, fundador do movimento <a href="https://www.instagram.com/marcasqueseimportam/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/marcasqueseimportam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcas que Se Importam</a>, concluiu o dia com uma apresentação sobre o tema “Liderança e sustentabilidade: o desafio é para dentro”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltolini defende que os líderes das empresas estão desconectados de si próprios, dos outros e da natureza. Por isso, o desafio é reconectar, olhar para dentro, desenvolver competências internas que definem crenças, valores e visões de mundo, estimulando lideranças que compreendem o liderar enquanto uma ação mais saudável e carregada de propósito para o mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de 8 histórias reais de líderes, Ricardo mostrou que liderança é, antes de tudo, um ato profundamente humano.</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">2º Dia: protagonistas de uma economia regenerativa</h2>



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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236836" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-79-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236836" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-79-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-79-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
</figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O 2º dia do II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva começou com a chegança ao lado da focalizadora de dança circular <strong>Selma Lopes</strong>, que despertou o corpo para viver mais um dia intenso. Em seguida, os participantes viveram uma manhã de mergulho em iniciativas que fazem florescer uma Amazônia Viva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada pessoa escolheu um dos dois projetos parceiros do projeto Amazônia Viva, que abriram suas portas e compartilharam suas experiências cotidianas construindo caminhos de cuidado com a vida, com o fortalecimento comunitário e com a valorização dos territórios.</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Casa Amazônica de Francisco e Clara</h3>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-94-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236832" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-94-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-94-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Na Casa Amazônica de Francisco e Clara, os e as participantes conheceram um espaço que integra a Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara (ABEFC), inspirada pelo chamado do Papa Francisco para uma economia que promove a vida, a inclusão e o cuidado com a Casa Comum.</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro</h3>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-29-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236827" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-29-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-29-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Na Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARN), referência na preservação da cultura do Alto Rio Negro em Manaus, encontraram mulheres indígenas de diferentes povos que fortalecem a geração de renda, valorizam seus saberes ancestrais e constroem pontes com a comunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao abrir suas portas, essas iniciativas mostraram que regeneração e equidade deixam de ser conceitos e se tornam práticas capazes de transformar as comunidades e territórios amazônidos.</p>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Um mergulho nas realidades amazônidas</h3>



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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236838" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-322-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236838" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-322-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-322-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Celdo Braga</strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236830" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-38-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236830" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-38-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-38-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Rogério Cunha</strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="236829" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-6-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-236829" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-6-980x551.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/II-FORUM-AMAZONIA-VIVA-6-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Athus Vasques</strong></figcaption></figure>
</figure>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A tarde do II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva foi um convite para sentir, escutar e imaginar novos futuros para a Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começamos com o poeta e músico <strong>Celdo Braga</strong>, que nos conduziu por uma experiência sensível com os bioinstrumentos, sons produzidos a partir de elementos da natureza amazônica, despertando uma escuta profunda do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, <strong>Rogério Cunha</strong> compartilhou sua trajetória como empresário da EdC e parceiro do Projeto Amazônia Viva, mostrando como o empreendedorismo pode caminhar lado a lado com a comunhão e o cuidado com a vida. Também <strong>Athus Vasques</strong><strong>,</strong> da aldeia Tikuna, no Alto Rio Solimões, compartilhou sua experiência enquanto liderança indígena e fundador da primeira igreja indígena, ressaltando o cuidado com a conservação da cultura local e o cultivo da espiritualidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tarde seguiu com a apresentação de três iniciativas que nascem do protagonismo das comunidades amazônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Márcia Marques </strong>apresentou a Farmácia Viva, projeto desenvolvido na comunidade quilombola Nossa Senhora das Graças, em Óbidos (PA) que transforma saberes ancestrais em cuidado concreto: por meio do cultivo de plantas medicinais e da etnobotânica, comunidades acessam saúde de forma autônoma e culturalmente enraizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Taís Siqueira</strong> trouxe o Curumim Feliz, iniciativa que reivindica algo simples e urgente: o direito das crianças ribeirinhas de brincar, crescer e viver a infância com segurança e plenitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Janete Alcântara</strong> apresentou o Luz do Sol na Aldeia, projeto que busca levar energia solar à Aldeia Akural, para proporcionar autonomia energética e evitar apagões na comunidade, principalmente na época de seca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final das apresentações, os participantes do Fórum tiveram a oportunidade de direcionar o valor de suas inscrições para os três projetos apresentados, fortalecendo, de forma concreta, as iniciativas que mais tocaram seus corações, utilizando critérios de sua preferência .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de dois dias mergulhados em economia, espiritualidade, floresta e comunidade, só havia uma forma de encerrar: celebrando. Uma apresentação vibrante inspirada nos bois Garantido e Caprichoso tomou conta do espaço, e lembrou que cuidar da Amazônia também é dançar com ela, honrar seus povos, suas tradições e sua identidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Assista e confira alguns depoimentos de quem viveu o Fórum:</h2>



<div style="height:34px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fotos: Créditos: Ribamar Xavier / Ana Júlia Garcia Pinheiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por Teresa Breda.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>II Fórum Amazônia Viva propõe cuidado com a vida como elo de transformação socioeconômica </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento será realizado nos dias 03 e 04 de julho, em Manaus, e promove&nbsp; um espaço de diálogo e de troca de pr</em>áticas e saberes <em>&nbsp;entre lideranças empresariais, comunitárias e de fé comprometidas com o futuro da Amazônia&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise climática, o aumento das desigualdades sociais e os impactos socioambientais cada vez mais visíveis na Amazônia têm provocado um debate urgente sobre a necessidade de repensar os modelos atuais de desenvolvimento econômico. Nesse contexto, o <strong>II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva 2026, realizado pela Economia de Comunhão (EdC), </strong>propõe ampliar as reflexões entre lideranças empresariais, comunitárias e de fé comprometidas, em primeiro lugar, com o cuidado com a vida: das pessoas, da comunidade e da natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema <strong>“Empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta”, </strong>o evento acontecerá nos dias <strong>03 e 04 de julho</strong>, e terá uma programação centrada em agendas comuns a todas essas lideranças como Justiça Climática, espiritualidade e responsabilidade comunitária. Para isso, o evento colocará em evidência a jornada de transformação que acontece da reflexão interior à ação coletiva, dentro das pessoas e das empresas, oferecendo como percurso as práticas e os saberes espirituais de comunidades ribeirinhas, indígenas e periféricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maria Clézia Santana</strong> é coordenadora do Projeto Amazônia Viva, realizado há três ciclos em território amazônico pela EdC. Para ela, um dos principais objetivos do II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva&nbsp; é demonstrar que desenvolvimento econômico, cuidado com as pessoas e preservação ambiental não precisam seguir caminhos opostos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva reforça que é possível conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.</strong> A palavra economia vem do grego oikos, que significa casa, e nomos, que significa gestão. Ou seja, economia é administrar a nossa casa comum. Essa casa é o planeta, nossa morada coletiva, e a economia só faz sentido quando coloca o cuidado com a vida integral em primeiro lugar. O verdadeiro desenvolvimento precisa unir sustentabilidade ambiental, justiça social e prosperidade econômica”, afirma Maria Clézia.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>espiritualidade </strong>abordada durante o evento não estará vinculada a uma religião específica, mas à construção de uma consciência coletiva sobre pertencimento e relação com a natureza. A ideia é proporcionar experiências recíprocas de escuta e diálogo capazes de despertar uma regeneração de dentro para fora a diante das crises ambientais e sociais que atingem a Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o painelista <strong>Rodolfo Bonifácio</strong>, a conexão entre esses temas passa, antes de tudo, pela valorização da vida e das relações humanas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Espiritualidade, meio ambiente e economia falam a mesma língua quando nos lembramos de que os três cuidam da mesma coisa:<strong> a vida que temos em comum. </strong>O que nos impede não é a incompatibilidade entre eles, mas o silêncio que insistimos em manter sobre o que realmente importa. Quando esse silêncio se rompe, nasce outro tipo de política, feita de escuta, partilha e amor. Não o amor romântico, mas o amor que transforma.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência será vista na prática no segundo dia de programação do Fórum. Os participantes terão a oportunidade de vivenciar de perto os impactos da injustiça climática ao conhecer comunidades nas periferias de Manaus. A visita de campo será um exercício de cuidado ativo permitindo reconhecer que a crise ambiental tem rosto e nome e conhecer as respostas comunitárias de resiliência que emergem diante da vulnerabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A espiritualidade e a economia que cuida&nbsp;</h2>



<div style="height:32px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="236729" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236729" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-980x654.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O debate ganha relevância especialmente em um momento em que empresas e organizações são mais cobradas por seu impacto e, consequentemente, pela sua responsabilidade com um futuro mais sustentável. Para Pinto, o setor empresarial possui papel fundamental nesse processo de transformação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Cada vez mais empresas atuam com a lógica do triplo impacto — econômico, social e ambiental.</strong> Se algumas já conseguem gerar resultados que vão além do financeiro, por que não ampliar essa prática para muitas outras? <strong>A Economia de Comunhão mostra que é possível prosperar sem perder de vista o bem comum e a responsabilidade com as pessoas e com o meio ambiente”,</strong> ressalta.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir lideranças comunitárias, representantes religiosos, empresários, estudantes, pesquisadores e movimentos sociais, o Fórum pretende estimular conexões capazes de gerar soluções coletivas para desafios que afetam diretamente a região amazônica.</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">A Amazônia das comunidades</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="236731" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236731" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-1-980x654.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MPR_0433-2-1-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="236728" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC_01492-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236728" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC_01492-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC_01492-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo<strong> Débora Rocha</strong>, Gestora Programática da Economia de Comunhão, as lideranças comunitárias e espirituais exercem papel essencial na construção dessas soluções, especialmente em territórios marcados por desigualdades sociais e econômicas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A Economia de Comunhão nasceu para contribuir com a erradicação da pobreza, promovendo a conexão entre oportunidades e vulnerabilidades e fortalecendo comunidades impactadas pelas desigualdades socioambientais. <strong>Por isso, o evento também foi desenhado de forma a ampliar o impacto positivo para as comunidades que participam do Projeto Amazônia Viva</strong>”, explica.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A gestora&nbsp; destaca que um dos diferenciais do Fórum será justamente promover a chamada cultura do encontro, aproximando diferentes setores da sociedade em torno de objetivos comuns. “<strong>Queremos criar pontes, promover diálogo e estimular práticas de cooperação capazes de transformar realidades e gerar impacto positivo para o território amazônico”,</strong> destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa da organização é que as discussões ultrapassem os limites do evento e resultem em ações concretas voltadas ao desenvolvimento integral da Amazônia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Um futuro sustentável depende de colocarmos o cuidado com a vida, a justiça e a comunhão no centro das decisões, e não apenas o lucro Por isso, <strong>esperamos que o Fórum estimule novas parcerias entre empresas e comunidades, fortaleça projetos de impacto social e ambiental e contribua para ampliar valores como justiça, fraternidade e regeneração nas relações econômicas e sociais</strong>”, afirmam Maria Clézia e Débora.</p>
</blockquote>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Programação</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento: </strong>II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva<br><strong>Tema:</strong> “Empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta”</p>



<h3 class="wp-block-heading">03 de julho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Local:<a href="https://bosque.inpa.gov.br/"> Bosque da Ciência (INPA)<br></a>Endereço: Rua Bem-te-vi, s/n – Petrópolis, Manaus/AM<br>Referência: Próximo à Bola do Coroado<br>Horário: 08h30 às 17h</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro dia do Fórum será realizado no Bosque da Ciência, promovendo uma experiência coletiva, imersiva e dialogal de aprofundamento no sentido do cuidado como ato espiritual, que vai além da proteção. O cuidar enquanto ato de honrar a vida em sua plenitude e fortalecer os vínculos que sustentam a comunidade. Na segunda parte do dia, vamos dialogar sobre o sentido mais amplo da economia, que vai além da lucratividade, inspirada em modelos que promovem bem-estar coletivo e regeneração ambiental.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">04 de julho&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Local: <a href="https://www.fmabrm.org.br/#nossahistoria">Auditório da Inspetoria Laura Vicuña<br></a>Endereço: Avenida André Araújo, 2230 – Petrópolis, Manaus/AM – CEP: 69060-000<br>Horário: 08h às 17h</p>



<p class="wp-block-paragraph">No segundo dia, iremos vivenciar de perto os impactos da injustiça climática nas periferias de Manaus. A visita de campo será um exercício de presença, escuta e de reconhecimento das iniciativas comunitárias que emergem diante da vulnerabilidade. A visita técnica promoverá diálogos com lideranças comunitárias participantes do Projeto Amazônia Viva, das comunidades <strong>Filadélfia, Aldeia Akural, Bairro Ouro Verde e Lago Acajatuba. </strong>&nbsp;</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Inscrição</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>passaporte para participação</strong> <strong>nos dois dias </strong>do Fórum Amazônia Viva 2026 terá o valor integral de R$ 90,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Meia Entrada é destinada aos estudantes, professoras(es) e demais públicos previstos em lei, com o&nbsp; valor promocional de R$ 45,00 para os dois dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a programação do evento, estarão inclusos lanches reforçados no período da manhã, merendas no período da tarde e transporte nos deslocamentos previstos para as visitas de campo, não sendo necessário que os participantes levem almoço durante as atividades do Fórum.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toda a arrecadação será destinada às comunidades e projetos que serão apresentados durante a programação do dia 04 de julho</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições podem ser realizadas pelo link:<a href="https://www.e-inscricao.com/edc/forumamazoniaviva"> https://www.e-inscricao.com/edc/forumamazoniaviva</a></p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>
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		<title>Se não for leve, não é sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[dicas empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreender]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se trata de carregar menos peso na mochila. Trata-se de amar o caminho que você escolheu e descobrir que, quando isso acontece, a jornada deixa de ser um fardo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de carregar menos peso na mochila. Trata-se de amar o caminho que você escolheu e descobrir que, quando isso acontece, a jornada deixa de ser um fardo e passa a ser uma força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma armadilha silenciosa no mundo atual do <strong>empreendedorismo</strong>: a ideia de que sofrer é sinal de seriedade. Que acordar às cinco da manhã exausto, trabalhar nos fins de semana e viver em modo de sobrevivência é o preço que se paga pelo sucesso. Mas o que ninguém conta é que esse modelo, além de adoecer, não dura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empreender sem propósito</strong> é como remar contra a correnteza todos os dias, você até avança, mas ao custo de um cansaço que vai se acumulando, silenciosamente, até que um dia o corpo ou a alma diz: não aguento mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leveza que buscamos não está na ausência de desafios. Está na presença de sentido. Quando você empreende fazendo algo que realmente ama, algo muda, justamente porque propósito não é luxo. As dificuldades continuam existindo, o fluxo de caixa pode apertar, o cliente pode desaparecer, o projeto pode ir pelo ralo. Mas a sua relação com essas dificuldades é outra. Você não entra em colapso, você resolve. Porque há algo maior sustentando você: a convicção de que vale a pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Propósito não é uma frase bonita no Instagram,</strong> é o que faz você se levantar numa terça-feira chuvosa com vontade de criar, de servir, de construir. É o que transforma o trabalho em vocação, e vocação, ao contrário do emprego que se suporta, não esgota, ela alimenta e impulsiona, dá sentido ao que fazemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Negócios construídos sobre propósito genuíno tendem a ser mais resilientes, mais criativos e, surpreendentemente, mais lucrativos, isso porque atraem pessoas que também acreditam no que você faz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderia até dizer que negócios com propósito são antifrágeis. A antifragilidade, segundo Nassim Kaleb, é o poder de, ao ser submetido a uma tensão, ao invés de retornar para o estado anterior, que seria a resiliência, é o poder de se fortalecer e passar a um outro nível. Efetivamente é o poder de se beneficiar com o caos e, se formos observar, os negócios que possuem propósito realmente se beneficiam dos momentos mais difíceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma crítica comum a esse tipo de conversa: <em>&#8220;Isso é coisa de gente privilegiada. No mundo real, as pessoas precisam pagar as contas.&#8221;</em> E sim, contas precisam ser pagas, boletos não se pagam sozinhos. Mas essa crítica parte de um falso dilema como se amar o que se faz e ser financeiramente sustentável fossem coisas incompatíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que pessoas que trabalham com o que as move tendem a se dedicar mais, a aprender mais rápido, a ser mais criativas na resolução de problemas e a construir relacionamentos mais autênticos com clientes e parceiros. Não porque são especiais, mas porque estão operando a partir de um lugar de energia, não de obrigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em leveza, estamos falando de sustentabilidade real, de <strong>estratégia</strong>. Não é aquela que aparece nos relatórios corporativos, mas a que mantém um empreendedor de pé anos depois de ter começado. A que permite que ele ainda sorria ao falar do seu negócio depois de uma semana difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leveza não é ausência de esforço.</strong> É alinhamento entre o que você se faz e quem você é. É acordar sabendo por que você faz o que faz. É poder olhar para o seu trabalho e reconhecer nele um pedaço de si mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negócios que duram são negócios que sustentam as pessoas por dentro.</strong> O mercado pode mudar, a tecnologia vai transformar tudo, os clientes vão e voltam, mas o empreendedor que tem raízes no propósito se adapta sem se perder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de escalar, antes de contratar, antes de lançar mais um produto, existe uma pergunta simples, e profundamente honesta, que todo empreendedor deveria se fazer:</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Isso me torna leve?&#8221;</strong></h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Se a resposta for não, vale investigar o porquê. Às vezes é só uma fase de adaptação. Às vezes é sinal de que algo precisa mudar no modelo, no posicionamento, ou na direção inteira do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a resposta for sim, mesmo nos dias difíceis, mesmo quando cansa, então você encontrou algo raro: um trabalho que vale a pena sustentar. E que, por isso mesmo, vai se sustentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empreender com propósito não é um caminho mais fácil. É um caminho mais verdadeiro, e por isso, mais sustentável.</p>
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		<title>Da escola à fazenda: uma vida dedicada à Economia de Comunhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor edc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com Ana Maria do Nascimento Corrêa Ela já foi professora de matemática e agora administra fazendas no interior de São Paulo. Podemos dizer, no entanto, que a matemática da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entrevista com Ana Maria do Nascimento Corrêa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela já foi professora de matemática e agora administra fazendas no interior de São Paulo. Podemos dizer, no entanto, que a matemática da comunhão nunca abandonou sua vida pessoal e profissional. Ana Maria, hoje aos 71 anos, esteve presente no dia histórico do lançamento da Economia de Comunhão, em 1991, à época com 36 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresária esteve muitos anos à frente da Escola Aurora, uma das primeiras empresas da EdC, participando de sua fundação. Em 2018, assumiu junto com o marido um negócio agropecuário. Juntos, foram pioneiros no confinamento para gado de corte em Compost-Barn, um método que promove a integração lavoura-pecuária, proporcionando maior bem-estar ao animal e uma economia circular na fazenda. Além disso, participam e lideram associações, incentivando a cooperação no campo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Maria nos conta que as fazendas da família são quase pequenas comunidades, nas quais hospedam muitas pessoas e onde os colaboradores têm protagonismo. Logo que começaram o trabalho, visitaram todas as casas dos trabalhadores para garantir que estivessem bem alojados. Hoje, todos têm carro próprio e alguns finalizaram os estudos. “Lidamos com um povo simples e esperamos que esse trabalho ajude as pessoas a evoluírem&#8221;, comentou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresária também disse que ocasionalmente emprestam algum dinheiro, sem juros, quando os colaboradores precisam de um alívio financeiro. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Às vezes sabemos que vai apertar para nós, mas fazemos assim mesmo, pois o ser humano é mais importante. E, logo, recebemos em dobro&#8221;. E completa: a comunhão a partir de quem está perto. Comunhão é relacionamento&#8221;. </p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A espiritualidade também marca o propósito empresarial de Ana Maria. “O que nos move é ser cristãos, filhos de um mesmo Pai e colocar em prática a regra de ouro &#8211; faça aos outros o que gostaria que fosse feito a você e não faça aos outros o que não gostaria que fosse feito a você&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar a entrevista, Ana Maria compartilhou um desejo: “que a Economia de Comunhão atinja todas as empresas desse país e do mundo&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>35 anos da Economia de Comunhão: encontro, celebração e compromisso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro, celebração e compromisso: três palavras que sintetizam os 35 anos da Economia de Comunhão (EdC), comemorados entre os dias 25 e 30 de maio. Cerca de 500 pessoas participaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Encontro, celebração e compromisso: três palavras que sintetizam os 35 anos da Economia de Comunhão (EdC), comemorados entre os dias 25 e 30 de maio. Cerca de 500 pessoas participaram de uma programação dividida em duas fases. Na primeira, os participantes viveram uma experiência imersiva em 16 comunidades e empreendimentos latino-americanos que colocam em prática a cultura de comunhão. Na segunda, reuniram-se em Buenos Aires, na Argentina, para um fórum internacional voltado à celebração da trajetória da EdC e à construção de compromissos para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta central das comemorações partiu do tema “Caminhos de Regeneração”, apontando para a essência da EdC: aquela de regenerar as feridas do sistema econômico vigente de dentro para fora, entrando no âmago de quem sofre diariamente para pensar com essas pessoas uma economia diferente. “Temos a ousadia de dizer que o instrumento mais potente para regeneração é a comunhão”, disse Isaías Hernando, corresponsável internacional pela EdC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo desses dias, também ecoou a ideia de que a Economia de Comunhão não se resume a um modelo empresarial, mas compreende uma vocação, uma escolha de vida que se pratica na liberdade. Vozes de diferentes países, cultura e classes sociais como empresários, empreendedores, lideranças comunitárias e de povos originários se alternaram no palco mostrando a força transformadora dessa vocação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto alto da celebração foi um pacto mundial firmado entre todos os presentes, pessoal e coletivamente, para promover, na economia, uma cultura que coloca em evidência as relações humanas e busca viver práticas regenerativas, capazes de gerar comunhão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A EdC também apresentou duas novidades para celebrar o presente e o futuro: uma nova identidade visual, mais moderna, e um novo aplicativo para conectar pessoas, empresas e projetos globalmente. Acesse:<a href="http://www.globaledc.org"> www.globaledc.org</a></p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento!</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regenerar as “feridas” de dentro para fora</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A comunhão, enquanto catalisadora de regeneração, tira o foco apenas das pobrezas e coloca em evidência as riquezas sociais, culturais e espirituais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que, para a celebração desse caminho de regeneração ao longo do tempo, escolheu-se começar justamente pela ferida da sociedade. Dezesseis experiências de três países da América Latina foram sede local da primeira parte dessa celebração. Em cada uma delas, comunidades de pessoas que vivem essa realidade diariamente e membros da Economia de Comunhão (EdC), que buscam responder a essas necessidades por meio de diferentes projetos e atividades, abriram suas portas para que os participantes deste evento pudessem vivenciar uma imersão em primeira pessoa nessas experiências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada uma delas revela uma dor, uma carência, mas também muita esperança, um caminho de construção de vínculos, de dons colocados a serviço e do desejo de muitos de transformar a realidade juntos. Por meio de atividades em grupo, visitas guiadas, dinâmicas participativas e momentos de diálogo, cada pessoa pôde ouvir, acolher a realidade do outro, tocá-la, compreendê-la, expressá-la e compartilhá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi justamente essa a experiência relatada pelos participantes da primeira fase, divididos em pequenos grupos em dezesseis iniciativas locais latino-americanas da EdC.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-1024x576.jpeg" alt="35 anos edc" class="wp-image-236700" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-980x551.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-480x270.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">1ª fase dos 35 anos na comunidade de Volcadero, Argentina. </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Participei da experiência nos Centros Nuevo Sol. O que mais me impactou não foi a pobreza ou mesmo o abismo de desigualdades que existe nas periferias de Buenos Aires, mas sim a força com a qual o amor tece comunidades nesta região. Os desafios são mais difíceis, por isso o amor é mais concreto, mais ativo e mais próximo”, contou Luz Villafañe, de Tucumán, na Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Buenos Aires, na localidade de Lincoln, outra das experiências oferecidas foi um programa de autoconstrução de moradias para famílias em situação de vulnerabilidade, no qual as próprias famílias participaram da construção de suas casas. Sobre essa experiência, relata Veronika, da Eslováquia: “Para mim, esta experiência significou abrir nossos corações e mentes para a comunhão com muitas pessoas maravilhosas — nas oficinas, compartilhando refeições, dividindo nossos sonhos e escutando uns aos outros.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">E Antonela, da Argentina, expressa: “Mais do que a obra material, o que se via era uma comunidade organizada, acompanhada e comprometida com a dignidade de cada pessoa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em Volcadero, a comunidade local gera sua renda a partir de um aterro sanitário. Crianças, jovens, adultos e idosos encaram a insalubridade do local para sobreviver. Mas, mesmo ali, a comunhão deixa suas marcas de regeneração. A empresa DIMACO, da EdC, atua junto à comunidade compartilhando recursos, formações e tijolos para a melhoria das moradias. “Ao ver aqueles sólidos tijolos da Dimaco unidos às casas originais, agora quase em ruínas, senti que o verdadeiro amor não busca destruir o outro nem mudá-lo à força. O que eu e o que todos nós podemos fazer é permanecer ao lado das pessoas para que a pobreza não se transforme em isolamento: senti mais uma vez que isso é a verdadeira solidariedade”, relatou Marilen, da Coreia do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixando as comunidades locais, os participantes se reuniram em Buenos Aires nos dias 29 e 30 para um fórum realizado na Usina del Arte. A abertura reuniu no palco pessoas de diversos países, empreendedores sociais e empresariais e lideranças comunitárias participantes dos projetos da EdC ao redor do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nji Mabih, empresária da Mabs&amp;Smalls Kitchen, dos Camarões, foi categórica ao afirmar que a EdC mudou seu jeito de trabalhar e a levou a compreender que, em um negócio movido pela comunhão, o objetivo final não é o lucro e, sim, a pessoa. “Quando você coloca a pessoa no centro, o negócio não sofre, ele floresce”. E continuou: “Nós dividimos nossos lucros para o treinamento dos colaboradores, para a educação de crianças em situação de vulnerabilidade e para o bem-estar de todas as pessoas envolvidas no nosso negócio. Nós compartilhamos generosamente, consistentemente e mesmo quando não é fácil. E, por causa dessa comunhão, nossa produção de chocolate se expandiu”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia.jpg" alt="edc 35 anos" class="wp-image-236704" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O líder xavante Vanderlei Burure Wadi explicou como os recursos colocados em comum pela Economia de Comunhão chegam até a sua aldeia, no interior do Brasil. Ali, o Programa Supera, da EdC Brasil, patrocina bolsas de estudos para a juventude xavante. “Nosso povo enfrenta muitas dificuldades, mas acreditamos que a educação pode ajudar a transformar essa realidade. Um exemplo disso é um dos nossos estudantes, que se formou em Pedagogia, hoje já atua em sua própria aldeia, colocando em prática tudo o que aprendeu”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regenerar a terra é uma relação a ser cultivada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um bloco inteiro foi dedicado a iniciativas que priorizam a regeneração da terra, tendo em vista a justiça climática. Amata, Kolbe e Sole, da Coreia do Sul, gerenciam a panificadora da família, em Daejeon. O negócio, que começou com duas pessoas, hoje conta com 1.600 colaboradores e recebe cerca de 12 milhões de visitantes anualmente. Um dos projetos da empresa é Eco Sungsim, que incentiva a reciclagem de caixas de leite. Colaboradores, clientes e escolas da região aderiram à iniciativa e, anualmente, a empresa compensa cerca de 79,2 toneladas de carbono com a ação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra.jpg" alt="35 anos economia de comunhão" class="wp-image-236702" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Gilda Espíndola e Marta Barreto representaram no palco a comunidade indígena de Yari Miri, em Assunção, no Paraguai, e sua luta pela terra. Por décadas, viveram na capital em extrema pobreza. Uma experiência de comunhão entre organizações coletivas e pessoas de boa vontade foi capaz de realizar o sonho da comunidade de adquirir uma terra própria, onde vivem hoje. “A transformação do local foi resultado do trabalho conjunto. A comunidade fabricou tijolos, construiu latrinas e se tornou multiplicadora, ajudando outras comunidades a obter terras e moradias”, contaram.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento!</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O caminho do empreendedorismo na EdC</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem empresas não há Economia de Comunhão. O caminho do empreendedorismo na EdC também foi destaque no evento. Mais uma vez, um bloco marcado pela diversidade de vozes, com empreendedores sociais e empresariais da França, do Brasil, da Argentina, da Nigéria e da Itália.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Polo Lionello, na Itália, nasceu em 2006 e, desde então, enfrentou muitas dificuldades, como contou Maria Gaglione, gerente administrativa. Houve o fechamento de empresas pioneiras da EdC, a pandemia e as crises energética e econômica. Uma realidade que representa muito bem a vida do empresariado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, o Polo reúne 42 iniciativas, com uma ocupação quase completa dos espaços: empresas que trabalham com serviços, produção, logística, associações e fundações de âmbito social e cultural, entre estas a Escola de Economia Civil, a Fundação Economia de Francisco e o ambulatório médico Risana”, contou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos.jpg" alt="" class="wp-image-236701" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho da comunhão também foi a escolha de um grupo de empreendedores do território de Tucumán, na Argentina, quando se encontraram em 2021 para celebrar os 30 anos da EdC. Escolheram a apicultura por sua característica orgânica e pela possibilidade de ser replicada em outros lugares. A empresa opera em um formato associativo e já conta com 140 sócios em quatro países e mais de 700 colmeias em produção. “Quem adere à La Novedad aceita que, a cada ano, 50% da rentabilidade seja destinada a bolsas de estudos e os outros 50% cada um decide se quer adquirir novas colmeias, patrocinar mais bolsas de estudos ou o que mais desejar”, disse Pablo Sustersic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de Sustersic estava David Ferro, um dos colaboradores da La Novedad. “Aqui, sinto que me valorizam, que levam em conta a minha experiência e aquilo que sei. Isso é muito importante para a equipe, que sabe que por trás de cada colmeia e de cada frasco de mel estão pessoas e suas famílias. Isso é algo que não havia encontrado em outros trabalhos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compromissos para o futuro&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E quais são os compromissos da EdC para o futuro? Em uma conexão global na manhã do dia 30, outras quase 300 pessoas se uniram à sala em Buenos Aires, conectadas de todo o mundo para reforçar, solenemente, o pacto que une toda a rede da Economia de Comunhão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa grande comunidade global almeja levar adiante a cultura do encontro, viver por uma economia mais justa, reconhecer o protagonismo das pessoas em situação de vulnerabilidade e contribuir para a construção de comunidades mais fraternas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma frase dita pelo empreendedor social e educador Jean Santos, do Brasil, resume bem esses compromissos: “A regeneração começa no chão das comunidades quando escutamos as dores, reconhecemos as diversidades e acima de tudo que ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar e ninguém é tão rico que nada tenha a receber&#8221;.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-236703" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-1024x768.jpg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-980x735.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-480x360.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento! </strong></a></h2>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/institucional/35-anos-da-economia-de-comunhao-encontro-celebracao-e-compromisso/">35 anos da Economia de Comunhão: encontro, celebração e compromisso</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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		<title>Campanha Comunhão e Ação 2026: há 10 anos a comunhão é nossa força pela transformação social</title>
		<link>https://edc.com.br/institucional/comunhao-e-acao-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunhão e Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão e ação 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Campanha Comunhão e Ação 2026 será lançada oficialmente no dia 29 de maio, em um momento especial: diretamente do evento de celebração dos 35 anos da Economia de Comunhão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Campanha <strong><a href="https://doe.edc.com.br" type="link" id="doe.edc.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comunhão e Ação 2026</a></strong> será lançada oficialmente no dia 29 de maio, em um momento especial: diretamente do evento de celebração dos <strong><a href="https://edc.com.br/institucional/buenos-aires-2026-regenerar-o-mundo-a-partir-do-encontro/" type="link" id="https://edc.com.br/institucional/buenos-aires-2026-regenerar-o-mundo-a-partir-do-encontro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">35 anos da Economia de Comunhão</a></strong>, na Argentina. A conexão online será feita ao vivo, às 13h30 (horário de Brasília), pelo canal do <strong>Youtube</strong> (acesse abaixo), com representantes da EdC Brasil que estarão diretamente da Argentina.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Lançamento da campanha Comunhão e Ação 2026  🏁💛" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/_W2hmf8os0s?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div style="height:22px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a campanha chega em sua 10ª edição! Uma década de escolhas concretas pela transformação social, de gestos que uniram pessoas, de recursos que conectaram oportunidades e vulnerabilidades e de histórias que mudaram vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora da campanha, <strong>Célia Carneiro</strong>, essa data convida a ir além da celebração e aprofundar o que de fato nos move:</p>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;<strong>A Economia de Comunhão nasceu de uma inquietação com as desigualdades sociais e com um sistema econômico injusto.</strong> Mas ela também nasceu de uma crença: a de que cada pessoa tem o direito a uma vida digna, de que quem dá também recebe, e de que quem recebe também transforma. Ao completarmos 10 anos desta campanha, queremos aprofundar esse olhar, reconhecer a potência do outro e nos perguntar: o que é a comunhão para a nossa rede?&#8221;</em></p>
</blockquote>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha é, portanto, um convite à reflexão e à ação. Mais do que arrecadar recursos, ela propõe uma experiência de pertencimento a uma única comunidade que “arregaça as mangas” e escolhe um verdadeiro estilo de vida para que todas as pessoas tenham uma vida digna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a campanha se propõe a olhar em perspectiva para muitas das histórias de vida e de organizações que já foram apoiadas, como a da <strong>Edineia Miranda</strong>, indígena do Povo Terena, que vive na Aldeia Babaçu, em Miranda (MS) e participou de oficinas de empreendedorismo que receberam recursos da Campanha. “Estou saindo dessa oficina com aquela certeza de que agora, sim, eu sou empreendedora. Aprendi muito com a oficina, com a comunhão aprendi que a união faz a força e que a parceria é sempre importante. Estou saindo com gratidão e a fé fortalecida que a gente tem que caminhar assim juntos, unidos e sempre praticando o dar e o receber. Agora, sim, eu sei pra onde estou indo”.</p>



<div style="height:11px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ou ainda, histórias de vida como da <strong>Ana Carine</strong>, de Euclides da Cunha (BA). Enquanto participante do Programa Supera, apoiado com recursos da Campanha, a jovem mãe recebeu ajuda terapêutica para superar angústias e aflições que enfrentava. “Outro suporte muito importante foi a<strong> assessoria jurídica</strong> através de uma advogada para me orientar a respeito do processo que estamos passando há 3 anos com o benefício demeu filho cortado. Gratidão ao Supera por tamanha importância na vida de minha família”, nos conta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236664" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Ana Carine</strong> e seu filho. Créditos: @jovanevisuals_-43</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O convite para participar da campanha é um convite para praticar a comunhão. Isso significa que não há um único modo de participar. Além de uma doação em dinheiro, também é possível organizar eventos beneficentes, dedicar tempo para compartilhar a campanha ou até mesmo para cuidar de alguém.</p>



<div style="height:26px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;<strong>Na prática, a comunhão acontece quando colocamos em comum nossa própria existência,</strong> nossas vulnerabilidades, os bens materiais, a própria vida. Compartilhamos tudo o que somos e o que sentimos, como em uma única e grande comunidade. Comunhão é acreditar que a transformação de uma vida transforma a todos nós. É a força de uma comunidade pela transformação social&#8221;, conclui Carneiro. </em></p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Acesse o site da campanha e faça parte:</h3>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://doe.edc.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doe agora</a></div>
</div>
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		<title>Empresários da Economia de Comunhão iniciam projeto com comunidades indígenas em Foz do Iguaçu</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/instituto-protelli-teko-pora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[foz do iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[projeto com comunidades indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma iniciativa que nasce da convivência, da escuta e de uma convicção profunda. Assim pode ser descrito o Instituto Protelli Teko Porã, liderado pelos empresários Armando e Roseli Tortelli, membros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma iniciativa que nasce da convivência, da escuta e de uma convicção profunda. Assim pode ser descrito o Instituto Protelli Teko Porã, liderado pelos empresários Armando e Roseli Tortelli, membros da Economia de Comunhão (EdC), junto a comunidades indígenas guaranis na região de Foz do Iguaçu (PR), como a aldeia Arapy, e em Terra Roxa, como as aldeias Araguaju, Tekora Arakoe e Yvyporã. Protelli é o nome da holding da família e Teko Porã significa “bem-viver” em guarani.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta surge após anos de aproximação com o território. Desde 2018, o casal passou a frequentar a região da tríplice fronteira, inicialmente em missões periódicas ligadas ao Movimento dos Focolares. O que começou como visitas se transformou em vínculos de confiança e amizade com as comunidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Já havíamos começado a visitar as aldeias com um sacerdote indigenista. Mergulhamos na cultura guarani. Inicialmente, íamos apenas para visitar, para estar com eles. Começou, então, a nascer uma amizade, e da amizade veio a confiança&#8221;, lembra Armando.&nbsp;</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-768x1024.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236650" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-768x1024.jpeg 768w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-480x640.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 768px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A realidade encontrada foi marcada por desafios profundos. O povo guarani, historicamente expropriado de suas terras, vive hoje em condições de vulnerabilidade, muitas vezes sem acesso a recursos básicos e enfrentando preconceitos sociais. Ao mesmo tempo, mantém uma riqueza cultural viva, que o Instituto busca reconhecer e fortalecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto nasce como expressão concreta dos valores da Economia de Comunhão: colocar a economia a serviço da dignidade humana e da superação das vulnerabilidades. Além disso,&nbsp; possui em seus estatutos, o propósito de atuar nos três países, seguindo a própria visão do povo Guarani que não distingue fronteiras enquanto povo, mas se reconhece como uma única nação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nos dias de hoje, sem essa encarnação no social, não representamos nada para a sociedade”, afirma Armando.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também reflete uma escolha empresarial: a holding da família estruturou um modelo no qual os lucros gerados por um dos seus negócios, uma corretora de seguros, serão integralmente destinados ao Instituto, após a justa remuneração das equipes.</p>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x768.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236651" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x768.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-980x735.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-480x360.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco eixos para um desenvolvimento integral</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto foi organizado em cinco eixos de atuação, construídos a partir da escuta das necessidades locais e da convivência com as comunidades:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação e Formação.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">O eixo busca ampliar oportunidades de aprendizagem e fortalecer a autonomia das comunidades. Entre as ações estão formação em políticas públicas, reforço escolar, imersões na cultura guarani e iniciativas de cultura da paz, além do mapeamento das realidades locais.</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-1024x768.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236652" style="width:448px;height:auto" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-1024x768.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-980x735.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-480x360.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saúde e Bem Viver</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com foco na saúde integral, o projeto promove visitas às aldeias para fortalecer vínculos, rodas de conversa sobre temas como família, sentido de vida e saúde emocional, e o reconhecimento dos saberes tradicionais, incluindo os rituais de cura da cultura guarani.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cultura e Economia</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta valoriza a identidade cultural como caminho de geração de renda e dignidade. Inclui o fortalecimento do artesanato indígena, o desenvolvimento de iniciativas como cursos de corte e costura e o incentivo ao turismo cultural com protagonismo dos jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Gestão e Sustentabilidade</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O eixo visa garantir a continuidade e autonomia das ações, com planejamento participativo, formação de lideranças locais, monitoramento das iniciativas e práticas de sustentabilidade ambiental e financeira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Direitos e Justiça</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Busca promover o acesso à informação e o fortalecimento da consciência de direitos, por meio de diálogos sobre cidadania, estudo da Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas e encontros com profissionais do sistema de justiça.</p>



<div class="wp-block-cover"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="461" class="wp-block-cover__image-background wp-image-236653" alt="Instituto Protelli Teko Porã." src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-1024x461.jpeg" data-object-fit="cover" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-1024x461.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-980x441.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-480x216.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size wp-block-paragraph"></p>
</div></div>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Juventude e dignidade </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos focos centrais do Instituto é a juventude. A iniciativa nasce também como resposta a desafios concretos, como a falta de oportunidades para jovens indígenas, inclusive aqueles em situação de privação de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Algo que vamos começar imediatamente é a ajuda a 96 indígenas encarcerados. Eles querem trabalhar, mas não têm oportunidades. Há um advogado envolvido, que quer criar um sistema de convênio com universidades&#8221;, destaca Armando. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Queremos resgatar a dignidade dos indígenas, oferecendo a eles uma condição de vida digna, sobretudo focando nas crianças e nos jovens&#8221;, completa Roseli.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além das ações diretas, o Instituto também busca atuar na redução das tensões entre comunidades indígenas e a sociedade local, onde ainda persistem estigmas e preconceitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queremos criar laços para reduzir essa tensão entre a sociedade e os indígenas”, afirma Roseli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto representa um testemunho: de que é possível fazer negócios com propósito, gerar impacto social concreto e construir, junto com as comunidades, caminhos para um mundo mais justo, regenerativo e fraterno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Ao vivo da Argentina: um pacto que nos une </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[35 anos edc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia de Comunhão convida toda a sua rede e pessoas interessadas a acompanharem, de forma online, um momento especial da programação do evento de 35 anos, diretamente da Argentina.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Economia de Comunhão convida toda a sua rede e pessoas interessadas a acompanharem, de forma online, um momento especial da programação do <a href="https://www.edc-online.org/br/argentina-2026.html" type="link" id="https://www.edc-online.org/br/argentina-2026.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evento de 35 anos</a>, diretamente da Argentina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A transmissão será uma oportunidade de participar, mesmo à distância, de um encontro que reúne a comunidade global em torno de um propósito comum: a construção de um mundo mais justo, regenerativo e fraterno.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Uma vocação que nos une”, este trecho da programação propõe uma reflexão profunda sobre o que nos trouxe até aqui e o que continua nos mantendo unidos, para além das distâncias geográficas e culturais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No centro do diálogo está o pacto fundador da Economia de Comunhão: uma escolha viva, que se renova diariamente em gestos concretos de fraternidade e justiça.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A transmissão acontecerá no dia 30 de maio, das 9h às 10h30 (horário de Brasília), via Zoom.  &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para participar, basta se inscrever pelo link: </p>



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