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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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		<title>II Fórum Amazônia Viva propõe cuidado com a vida como elo de transformação socioeconômica </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[II fórum socioeconômico ambiental amazônia viva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento será realizado nos dias 03 e 04 de julho, em Manaus, e promove&#160; um espaço de diálogo e de troca de práticas e saberes &#160;entre lideranças empresariais, comunitárias e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento será realizado nos dias 03 e 04 de julho, em Manaus, e promove&nbsp; um espaço de diálogo e de troca de pr</em>áticas e saberes <em>&nbsp;entre lideranças empresariais, comunitárias e de fé comprometidas com o futuro da Amazônia&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise climática, o aumento das desigualdades sociais e os impactos socioambientais cada vez mais visíveis na Amazônia têm provocado um debate urgente sobre a necessidade de repensar os modelos atuais de desenvolvimento econômico. Nesse contexto, o <strong>II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva 2026, realizado pela Economia de Comunhão (EdC), </strong>propõe ampliar as reflexões entre lideranças empresariais, comunitárias e de fé comprometidas, em primeiro lugar, com o cuidado com a vida: das pessoas, da comunidade e da natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema <strong>“Empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta”, </strong>o evento acontecerá nos dias <strong>03 e 04 de julho</strong>, e terá uma programação centrada em agendas comuns a todas essas lideranças como Justiça Climática, espiritualidade e responsabilidade comunitária. Para isso, o evento colocará em evidência a jornada de transformação que acontece da reflexão interior à ação coletiva, dentro das pessoas e das empresas, oferecendo como percurso as práticas e os saberes espirituais de comunidades ribeirinhas, indígenas e periféricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maria Clézia Santana</strong> é coordenadora do Projeto Amazônia Viva, realizado há três ciclos em território amazônico pela EdC. Para ela, um dos principais objetivos do II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva&nbsp; é demonstrar que desenvolvimento econômico, cuidado com as pessoas e preservação ambiental não precisam seguir caminhos opostos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva reforça que é possível conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.</strong> A palavra economia vem do grego oikos, que significa casa, e nomos, que significa gestão. Ou seja, economia é administrar a nossa casa comum. Essa casa é o planeta, nossa morada coletiva, e a economia só faz sentido quando coloca o cuidado com a vida integral em primeiro lugar. O verdadeiro desenvolvimento precisa unir sustentabilidade ambiental, justiça social e prosperidade econômica”, afirma Maria Clézia.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>espiritualidade </strong>abordada durante o evento não estará vinculada a uma religião específica, mas à construção de uma consciência coletiva sobre pertencimento e relação com a natureza. A ideia é proporcionar experiências recíprocas de escuta e diálogo capazes de despertar uma regeneração de dentro para fora a diante das crises ambientais e sociais que atingem a Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o painelista <strong>Rodolfo Bonifácio</strong>, a conexão entre esses temas passa, antes de tudo, pela valorização da vida e das relações humanas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Espiritualidade, meio ambiente e economia falam a mesma língua quando nos lembramos de que os três cuidam da mesma coisa:<strong> a vida que temos em comum. </strong>O que nos impede não é a incompatibilidade entre eles, mas o silêncio que insistimos em manter sobre o que realmente importa. Quando esse silêncio se rompe, nasce outro tipo de política, feita de escuta, partilha e amor. Não o amor romântico, mas o amor que transforma.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência será vista na prática no segundo dia de programação do Fórum. Os participantes terão a oportunidade de vivenciar de perto os impactos da injustiça climática ao conhecer comunidades nas periferias de Manaus. A visita de campo será um exercício de cuidado ativo permitindo reconhecer que a crise ambiental tem rosto e nome e conhecer as respostas comunitárias de resiliência que emergem diante da vulnerabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A espiritualidade e a economia que cuida&nbsp;</h2>



<div style="height:32px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<p class="wp-block-paragraph">O debate ganha relevância especialmente em um momento em que empresas e organizações são mais cobradas por seu impacto e, consequentemente, pela sua responsabilidade com um futuro mais sustentável. Para Pinto, o setor empresarial possui papel fundamental nesse processo de transformação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Cada vez mais empresas atuam com a lógica do triplo impacto — econômico, social e ambiental.</strong> Se algumas já conseguem gerar resultados que vão além do financeiro, por que não ampliar essa prática para muitas outras? <strong>A Economia de Comunhão mostra que é possível prosperar sem perder de vista o bem comum e a responsabilidade com as pessoas e com o meio ambiente”,</strong> ressalta.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir lideranças comunitárias, representantes religiosos, empresários, estudantes, pesquisadores e movimentos sociais, o Fórum pretende estimular conexões capazes de gerar soluções coletivas para desafios que afetam diretamente a região amazônica.</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">A Amazônia das comunidades</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<p class="wp-block-paragraph"> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo<strong> Débora Rocha</strong>, Gestora Programática da Economia de Comunhão, as lideranças comunitárias e espirituais exercem papel essencial na construção dessas soluções, especialmente em territórios marcados por desigualdades sociais e econômicas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A Economia de Comunhão nasceu para contribuir com a erradicação da pobreza, promovendo a conexão entre oportunidades e vulnerabilidades e fortalecendo comunidades impactadas pelas desigualdades socioambientais. <strong>Por isso, o evento também foi desenhado de forma a ampliar o impacto positivo para as comunidades que participam do Projeto Amazônia Viva</strong>”, explica.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A gestora&nbsp; destaca que um dos diferenciais do Fórum será justamente promover a chamada cultura do encontro, aproximando diferentes setores da sociedade em torno de objetivos comuns. “<strong>Queremos criar pontes, promover diálogo e estimular práticas de cooperação capazes de transformar realidades e gerar impacto positivo para o território amazônico”,</strong> destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa da organização é que as discussões ultrapassem os limites do evento e resultem em ações concretas voltadas ao desenvolvimento integral da Amazônia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Um futuro sustentável depende de colocarmos o cuidado com a vida, a justiça e a comunhão no centro das decisões, e não apenas o lucro Por isso, <strong>esperamos que o Fórum estimule novas parcerias entre empresas e comunidades, fortaleça projetos de impacto social e ambiental e contribua para ampliar valores como justiça, fraternidade e regeneração nas relações econômicas e sociais</strong>”, afirmam Maria Clézia e Débora.</p>
</blockquote>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Programação</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento: </strong>II Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva<br><strong>Tema:</strong> “Empresas que cuidam, comunidades que florescem, espiritualidade que conecta”</p>



<h3 class="wp-block-heading">03 de julho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Local:<a href="https://bosque.inpa.gov.br/"> Bosque da Ciência (INPA)<br></a>Endereço: Rua Bem-te-vi, s/n – Petrópolis, Manaus/AM<br>Referência: Próximo à Bola do Coroado<br>Horário: 08h30 às 17h</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro dia do Fórum será realizado no Bosque da Ciência, promovendo uma experiência coletiva, imersiva e dialogal de aprofundamento no sentido do cuidado como ato espiritual, que vai além da proteção. O cuidar enquanto ato de honrar a vida em sua plenitude e fortalecer os vínculos que sustentam a comunidade. Na segunda parte do dia, vamos dialogar sobre o sentido mais amplo da economia, que vai além da lucratividade, inspirada em modelos que promovem bem-estar coletivo e regeneração ambiental.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">04 de julho&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Local: <a href="https://www.fmabrm.org.br/#nossahistoria">Auditório da Inspetoria Laura Vicuña<br></a>Endereço: Avenida André Araújo, 2230 – Petrópolis, Manaus/AM – CEP: 69060-000<br>Horário: 08h às 17h</p>



<p class="wp-block-paragraph">No segundo dia, iremos vivenciar de perto os impactos da injustiça climática nas periferias de Manaus. A visita de campo será um exercício de presença, escuta e de reconhecimento das iniciativas comunitárias que emergem diante da vulnerabilidade. A visita técnica promoverá diálogos com lideranças comunitárias participantes do Projeto Amazônia Viva, das comunidades <strong>Filadélfia, Aldeia Akural, Bairro Ouro Verde e Lago Acajatuba. </strong>&nbsp;</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Inscrição</h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>passaporte para participação</strong> <strong>nos dois dias </strong>do Fórum Amazônia Viva 2026 terá o valor integral de R$ 90,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Meia Entrada é destinada aos estudantes, professoras(es) e demais públicos previstos em lei, com o&nbsp; valor promocional de R$ 45,00 para os dois dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a programação do evento, estarão inclusos lanches reforçados no período da manhã, merendas no período da tarde e transporte nos deslocamentos previstos para as visitas de campo, não sendo necessário que os participantes levem almoço durante as atividades do Fórum.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toda a arrecadação será destinada às comunidades e projetos que serão apresentados durante a programação do dia 04 de julho</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições podem ser realizadas pelo link:<a href="https://www.e-inscricao.com/edc/forumamazoniaviva"> https://www.e-inscricao.com/edc/forumamazoniaviva</a></p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>
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		<title>Se não for leve, não é sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[dicas empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreender]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se trata de carregar menos peso na mochila. Trata-se de amar o caminho que você escolheu e descobrir que, quando isso acontece, a jornada deixa de ser um fardo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de carregar menos peso na mochila. Trata-se de amar o caminho que você escolheu e descobrir que, quando isso acontece, a jornada deixa de ser um fardo e passa a ser uma força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma armadilha silenciosa no mundo atual do <strong>empreendedorismo</strong>: a ideia de que sofrer é sinal de seriedade. Que acordar às cinco da manhã exausto, trabalhar nos fins de semana e viver em modo de sobrevivência é o preço que se paga pelo sucesso. Mas o que ninguém conta é que esse modelo, além de adoecer, não dura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empreender sem propósito</strong> é como remar contra a correnteza todos os dias, você até avança, mas ao custo de um cansaço que vai se acumulando, silenciosamente, até que um dia o corpo ou a alma diz: não aguento mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leveza que buscamos não está na ausência de desafios. Está na presença de sentido. Quando você empreende fazendo algo que realmente ama, algo muda, justamente porque propósito não é luxo. As dificuldades continuam existindo, o fluxo de caixa pode apertar, o cliente pode desaparecer, o projeto pode ir pelo ralo. Mas a sua relação com essas dificuldades é outra. Você não entra em colapso, você resolve. Porque há algo maior sustentando você: a convicção de que vale a pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Propósito não é uma frase bonita no Instagram,</strong> é o que faz você se levantar numa terça-feira chuvosa com vontade de criar, de servir, de construir. É o que transforma o trabalho em vocação, e vocação, ao contrário do emprego que se suporta, não esgota, ela alimenta e impulsiona, dá sentido ao que fazemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Negócios construídos sobre propósito genuíno tendem a ser mais resilientes, mais criativos e, surpreendentemente, mais lucrativos, isso porque atraem pessoas que também acreditam no que você faz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderia até dizer que negócios com propósito são antifrágeis. A antifragilidade, segundo Nassim Kaleb, é o poder de, ao ser submetido a uma tensão, ao invés de retornar para o estado anterior, que seria a resiliência, é o poder de se fortalecer e passar a um outro nível. Efetivamente é o poder de se beneficiar com o caos e, se formos observar, os negócios que possuem propósito realmente se beneficiam dos momentos mais difíceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma crítica comum a esse tipo de conversa: <em>&#8220;Isso é coisa de gente privilegiada. No mundo real, as pessoas precisam pagar as contas.&#8221;</em> E sim, contas precisam ser pagas, boletos não se pagam sozinhos. Mas essa crítica parte de um falso dilema como se amar o que se faz e ser financeiramente sustentável fossem coisas incompatíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que pessoas que trabalham com o que as move tendem a se dedicar mais, a aprender mais rápido, a ser mais criativas na resolução de problemas e a construir relacionamentos mais autênticos com clientes e parceiros. Não porque são especiais, mas porque estão operando a partir de um lugar de energia, não de obrigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em leveza, estamos falando de sustentabilidade real, de <strong>estratégia</strong>. Não é aquela que aparece nos relatórios corporativos, mas a que mantém um empreendedor de pé anos depois de ter começado. A que permite que ele ainda sorria ao falar do seu negócio depois de uma semana difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leveza não é ausência de esforço.</strong> É alinhamento entre o que você se faz e quem você é. É acordar sabendo por que você faz o que faz. É poder olhar para o seu trabalho e reconhecer nele um pedaço de si mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negócios que duram são negócios que sustentam as pessoas por dentro.</strong> O mercado pode mudar, a tecnologia vai transformar tudo, os clientes vão e voltam, mas o empreendedor que tem raízes no propósito se adapta sem se perder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de escalar, antes de contratar, antes de lançar mais um produto, existe uma pergunta simples, e profundamente honesta, que todo empreendedor deveria se fazer:</p>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Isso me torna leve?&#8221;</strong></h2>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Se a resposta for não, vale investigar o porquê. Às vezes é só uma fase de adaptação. Às vezes é sinal de que algo precisa mudar no modelo, no posicionamento, ou na direção inteira do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a resposta for sim, mesmo nos dias difíceis, mesmo quando cansa, então você encontrou algo raro: um trabalho que vale a pena sustentar. E que, por isso mesmo, vai se sustentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empreender com propósito não é um caminho mais fácil. É um caminho mais verdadeiro, e por isso, mais sustentável.</p>
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		<title>Da escola à fazenda: uma vida dedicada à Economia de Comunhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor edc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com Ana Maria do Nascimento Corrêa Ela já foi professora de matemática e agora administra fazendas no interior de São Paulo. Podemos dizer, no entanto, que a matemática da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entrevista com Ana Maria do Nascimento Corrêa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela já foi professora de matemática e agora administra fazendas no interior de São Paulo. Podemos dizer, no entanto, que a matemática da comunhão nunca abandonou sua vida pessoal e profissional. Ana Maria, hoje aos 71 anos, esteve presente no dia histórico do lançamento da Economia de Comunhão, em 1991, à época com 36 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresária esteve muitos anos à frente da Escola Aurora, uma das primeiras empresas da EdC, participando de sua fundação. Em 2018, assumiu junto com o marido um negócio agropecuário. Juntos, foram pioneiros no confinamento para gado de corte em Compost-Barn, um método que promove a integração lavoura-pecuária, proporcionando maior bem-estar ao animal e uma economia circular na fazenda. Além disso, participam e lideram associações, incentivando a cooperação no campo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Maria nos conta que as fazendas da família são quase pequenas comunidades, nas quais hospedam muitas pessoas e onde os colaboradores têm protagonismo. Logo que começaram o trabalho, visitaram todas as casas dos trabalhadores para garantir que estivessem bem alojados. Hoje, todos têm carro próprio e alguns finalizaram os estudos. “Lidamos com um povo simples e esperamos que esse trabalho ajude as pessoas a evoluírem&#8221;, comentou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresária também disse que ocasionalmente emprestam algum dinheiro, sem juros, quando os colaboradores precisam de um alívio financeiro. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Às vezes sabemos que vai apertar para nós, mas fazemos assim mesmo, pois o ser humano é mais importante. E, logo, recebemos em dobro&#8221;. E completa: a comunhão a partir de quem está perto. Comunhão é relacionamento&#8221;. </p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A espiritualidade também marca o propósito empresarial de Ana Maria. “O que nos move é ser cristãos, filhos de um mesmo Pai e colocar em prática a regra de ouro &#8211; faça aos outros o que gostaria que fosse feito a você e não faça aos outros o que não gostaria que fosse feito a você&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar a entrevista, Ana Maria compartilhou um desejo: “que a Economia de Comunhão atinja todas as empresas desse país e do mundo&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>35 anos da Economia de Comunhão: encontro, celebração e compromisso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro, celebração e compromisso: três palavras que sintetizam os 35 anos da Economia de Comunhão (EdC), comemorados entre os dias 25 e 30 de maio. Cerca de 500 pessoas participaram [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Encontro, celebração e compromisso: três palavras que sintetizam os 35 anos da Economia de Comunhão (EdC), comemorados entre os dias 25 e 30 de maio. Cerca de 500 pessoas participaram de uma programação dividida em duas fases. Na primeira, os participantes viveram uma experiência imersiva em 16 comunidades e empreendimentos latino-americanos que colocam em prática a cultura de comunhão. Na segunda, reuniram-se em Buenos Aires, na Argentina, para um fórum internacional voltado à celebração da trajetória da EdC e à construção de compromissos para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta central das comemorações partiu do tema “Caminhos de Regeneração”, apontando para a essência da EdC: aquela de regenerar as feridas do sistema econômico vigente de dentro para fora, entrando no âmago de quem sofre diariamente para pensar com essas pessoas uma economia diferente. “Temos a ousadia de dizer que o instrumento mais potente para regeneração é a comunhão”, disse Isaías Hernando, corresponsável internacional pela EdC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo desses dias, também ecoou a ideia de que a Economia de Comunhão não se resume a um modelo empresarial, mas compreende uma vocação, uma escolha de vida que se pratica na liberdade. Vozes de diferentes países, cultura e classes sociais como empresários, empreendedores, lideranças comunitárias e de povos originários se alternaram no palco mostrando a força transformadora dessa vocação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto alto da celebração foi um pacto mundial firmado entre todos os presentes, pessoal e coletivamente, para promover, na economia, uma cultura que coloca em evidência as relações humanas e busca viver práticas regenerativas, capazes de gerar comunhão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A EdC também apresentou duas novidades para celebrar o presente e o futuro: uma nova identidade visual, mais moderna, e um novo aplicativo para conectar pessoas, empresas e projetos globalmente. Acesse:<a href="http://www.globaledc.org"> www.globaledc.org</a></p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento!</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regenerar as “feridas” de dentro para fora</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A comunhão, enquanto catalisadora de regeneração, tira o foco apenas das pobrezas e coloca em evidência as riquezas sociais, culturais e espirituais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que, para a celebração desse caminho de regeneração ao longo do tempo, escolheu-se começar justamente pela ferida da sociedade. Dezesseis experiências de três países da América Latina foram sede local da primeira parte dessa celebração. Em cada uma delas, comunidades de pessoas que vivem essa realidade diariamente e membros da Economia de Comunhão (EdC), que buscam responder a essas necessidades por meio de diferentes projetos e atividades, abriram suas portas para que os participantes deste evento pudessem vivenciar uma imersão em primeira pessoa nessas experiências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada uma delas revela uma dor, uma carência, mas também muita esperança, um caminho de construção de vínculos, de dons colocados a serviço e do desejo de muitos de transformar a realidade juntos. Por meio de atividades em grupo, visitas guiadas, dinâmicas participativas e momentos de diálogo, cada pessoa pôde ouvir, acolher a realidade do outro, tocá-la, compreendê-la, expressá-la e compartilhá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi justamente essa a experiência relatada pelos participantes da primeira fase, divididos em pequenos grupos em dezesseis iniciativas locais latino-americanas da EdC.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-1024x576.jpeg" alt="35 anos edc" class="wp-image-236700" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-980x551.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/volcadero-480x270.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">1ª fase dos 35 anos na comunidade de Volcadero, Argentina. </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Participei da experiência nos Centros Nuevo Sol. O que mais me impactou não foi a pobreza ou mesmo o abismo de desigualdades que existe nas periferias de Buenos Aires, mas sim a força com a qual o amor tece comunidades nesta região. Os desafios são mais difíceis, por isso o amor é mais concreto, mais ativo e mais próximo”, contou Luz Villafañe, de Tucumán, na Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Buenos Aires, na localidade de Lincoln, outra das experiências oferecidas foi um programa de autoconstrução de moradias para famílias em situação de vulnerabilidade, no qual as próprias famílias participaram da construção de suas casas. Sobre essa experiência, relata Veronika, da Eslováquia: “Para mim, esta experiência significou abrir nossos corações e mentes para a comunhão com muitas pessoas maravilhosas — nas oficinas, compartilhando refeições, dividindo nossos sonhos e escutando uns aos outros.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">E Antonela, da Argentina, expressa: “Mais do que a obra material, o que se via era uma comunidade organizada, acompanhada e comprometida com a dignidade de cada pessoa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em Volcadero, a comunidade local gera sua renda a partir de um aterro sanitário. Crianças, jovens, adultos e idosos encaram a insalubridade do local para sobreviver. Mas, mesmo ali, a comunhão deixa suas marcas de regeneração. A empresa DIMACO, da EdC, atua junto à comunidade compartilhando recursos, formações e tijolos para a melhoria das moradias. “Ao ver aqueles sólidos tijolos da Dimaco unidos às casas originais, agora quase em ruínas, senti que o verdadeiro amor não busca destruir o outro nem mudá-lo à força. O que eu e o que todos nós podemos fazer é permanecer ao lado das pessoas para que a pobreza não se transforme em isolamento: senti mais uma vez que isso é a verdadeira solidariedade”, relatou Marilen, da Coreia do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixando as comunidades locais, os participantes se reuniram em Buenos Aires nos dias 29 e 30 para um fórum realizado na Usina del Arte. A abertura reuniu no palco pessoas de diversos países, empreendedores sociais e empresariais e lideranças comunitárias participantes dos projetos da EdC ao redor do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nji Mabih, empresária da Mabs&amp;Smalls Kitchen, dos Camarões, foi categórica ao afirmar que a EdC mudou seu jeito de trabalhar e a levou a compreender que, em um negócio movido pela comunhão, o objetivo final não é o lucro e, sim, a pessoa. “Quando você coloca a pessoa no centro, o negócio não sofre, ele floresce”. E continuou: “Nós dividimos nossos lucros para o treinamento dos colaboradores, para a educação de crianças em situação de vulnerabilidade e para o bem-estar de todas as pessoas envolvidas no nosso negócio. Nós compartilhamos generosamente, consistentemente e mesmo quando não é fácil. E, por causa dessa comunhão, nossa produção de chocolate se expandiu”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia.jpg" alt="edc 35 anos" class="wp-image-236704" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plateia-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O líder xavante Vanderlei Burure Wadi explicou como os recursos colocados em comum pela Economia de Comunhão chegam até a sua aldeia, no interior do Brasil. Ali, o Programa Supera, da EdC Brasil, patrocina bolsas de estudos para a juventude xavante. “Nosso povo enfrenta muitas dificuldades, mas acreditamos que a educação pode ajudar a transformar essa realidade. Um exemplo disso é um dos nossos estudantes, que se formou em Pedagogia, hoje já atua em sua própria aldeia, colocando em prática tudo o que aprendeu”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regenerar a terra é uma relação a ser cultivada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um bloco inteiro foi dedicado a iniciativas que priorizam a regeneração da terra, tendo em vista a justiça climática. Amata, Kolbe e Sole, da Coreia do Sul, gerenciam a panificadora da família, em Daejeon. O negócio, que começou com duas pessoas, hoje conta com 1.600 colaboradores e recebe cerca de 12 milhões de visitantes anualmente. Um dos projetos da empresa é Eco Sungsim, que incentiva a reciclagem de caixas de leite. Colaboradores, clientes e escolas da região aderiram à iniciativa e, anualmente, a empresa compensa cerca de 79,2 toneladas de carbono com a ação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra.jpg" alt="35 anos economia de comunhão" class="wp-image-236702" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/regenerar-a-terra-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Gilda Espíndola e Marta Barreto representaram no palco a comunidade indígena de Yari Miri, em Assunção, no Paraguai, e sua luta pela terra. Por décadas, viveram na capital em extrema pobreza. Uma experiência de comunhão entre organizações coletivas e pessoas de boa vontade foi capaz de realizar o sonho da comunidade de adquirir uma terra própria, onde vivem hoje. “A transformação do local foi resultado do trabalho conjunto. A comunidade fabricou tijolos, construiu latrinas e se tornou multiplicadora, ajudando outras comunidades a obter terras e moradias”, contaram.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento!</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O caminho do empreendedorismo na EdC</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem empresas não há Economia de Comunhão. O caminho do empreendedorismo na EdC também foi destaque no evento. Mais uma vez, um bloco marcado pela diversidade de vozes, com empreendedores sociais e empresariais da França, do Brasil, da Argentina, da Nigéria e da Itália.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Polo Lionello, na Itália, nasceu em 2006 e, desde então, enfrentou muitas dificuldades, como contou Maria Gaglione, gerente administrativa. Houve o fechamento de empresas pioneiras da EdC, a pandemia e as crises energética e econômica. Uma realidade que representa muito bem a vida do empresariado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, o Polo reúne 42 iniciativas, com uma ocupação quase completa dos espaços: empresas que trabalham com serviços, produção, logística, associações e fundações de âmbito social e cultural, entre estas a Escola de Economia Civil, a Fundação Economia de Francisco e o ambulatório médico Risana”, contou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="533" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos.jpg" alt="" class="wp-image-236701" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos.jpg 799w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/empreendimentos-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 799px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho da comunhão também foi a escolha de um grupo de empreendedores do território de Tucumán, na Argentina, quando se encontraram em 2021 para celebrar os 30 anos da EdC. Escolheram a apicultura por sua característica orgânica e pela possibilidade de ser replicada em outros lugares. A empresa opera em um formato associativo e já conta com 140 sócios em quatro países e mais de 700 colmeias em produção. “Quem adere à La Novedad aceita que, a cada ano, 50% da rentabilidade seja destinada a bolsas de estudos e os outros 50% cada um decide se quer adquirir novas colmeias, patrocinar mais bolsas de estudos ou o que mais desejar”, disse Pablo Sustersic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de Sustersic estava David Ferro, um dos colaboradores da La Novedad. “Aqui, sinto que me valorizam, que levam em conta a minha experiência e aquilo que sei. Isso é muito importante para a equipe, que sabe que por trás de cada colmeia e de cada frasco de mel estão pessoas e suas famílias. Isso é algo que não havia encontrado em outros trabalhos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compromissos para o futuro&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E quais são os compromissos da EdC para o futuro? Em uma conexão global na manhã do dia 30, outras quase 300 pessoas se uniram à sala em Buenos Aires, conectadas de todo o mundo para reforçar, solenemente, o pacto que une toda a rede da Economia de Comunhão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa grande comunidade global almeja levar adiante a cultura do encontro, viver por uma economia mais justa, reconhecer o protagonismo das pessoas em situação de vulnerabilidade e contribuir para a construção de comunidades mais fraternas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma frase dita pelo empreendedor social e educador Jean Santos, do Brasil, resume bem esses compromissos: “A regeneração começa no chão das comunidades quando escutamos as dores, reconhecemos as diversidades e acima de tudo que ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar e ninguém é tão rico que nada tenha a receber&#8221;.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-236703" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-1024x768.jpg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-980x735.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PHOTO-2026-05-30-12-09-37-480x360.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://www.flickr.com/photos/133391424@N02/albums/72177720333936782"><strong>Confira a galeria de fotos do evento! </strong></a></h2>
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		<title>Campanha Comunhão e Ação 2026: há 10 anos a comunhão é nossa força pela transformação social</title>
		<link>https://edc.com.br/institucional/comunhao-e-acao-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunhão e Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão e ação 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Campanha Comunhão e Ação 2026 será lançada oficialmente no dia 29 de maio, em um momento especial: diretamente do evento de celebração dos 35 anos da Economia de Comunhão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Campanha <strong><a href="https://doe.edc.com.br" type="link" id="doe.edc.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comunhão e Ação 2026</a></strong> será lançada oficialmente no dia 29 de maio, em um momento especial: diretamente do evento de celebração dos <strong><a href="https://edc.com.br/institucional/buenos-aires-2026-regenerar-o-mundo-a-partir-do-encontro/" type="link" id="https://edc.com.br/institucional/buenos-aires-2026-regenerar-o-mundo-a-partir-do-encontro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">35 anos da Economia de Comunhão</a></strong>, na Argentina. A conexão online será feita ao vivo, às 13h30 (horário de Brasília), pelo canal do <strong>Youtube</strong> (acesse abaixo), com representantes da EdC Brasil que estarão diretamente da Argentina.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Lançamento da campanha Comunhão e Ação 2026  🏁💛" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/_W2hmf8os0s?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div style="height:22px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a campanha chega em sua 10ª edição! Uma década de escolhas concretas pela transformação social, de gestos que uniram pessoas, de recursos que conectaram oportunidades e vulnerabilidades e de histórias que mudaram vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora da campanha, <strong>Célia Carneiro</strong>, essa data convida a ir além da celebração e aprofundar o que de fato nos move:</p>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;<strong>A Economia de Comunhão nasceu de uma inquietação com as desigualdades sociais e com um sistema econômico injusto.</strong> Mas ela também nasceu de uma crença: a de que cada pessoa tem o direito a uma vida digna, de que quem dá também recebe, e de que quem recebe também transforma. Ao completarmos 10 anos desta campanha, queremos aprofundar esse olhar, reconhecer a potência do outro e nos perguntar: o que é a comunhão para a nossa rede?&#8221;</em></p>
</blockquote>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha é, portanto, um convite à reflexão e à ação. Mais do que arrecadar recursos, ela propõe uma experiência de pertencimento a uma única comunidade que “arregaça as mangas” e escolhe um verdadeiro estilo de vida para que todas as pessoas tenham uma vida digna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a campanha se propõe a olhar em perspectiva para muitas das histórias de vida e de organizações que já foram apoiadas, como a da <strong>Edineia Miranda</strong>, indígena do Povo Terena, que vive na Aldeia Babaçu, em Miranda (MS) e participou de oficinas de empreendedorismo que receberam recursos da Campanha. “Estou saindo dessa oficina com aquela certeza de que agora, sim, eu sou empreendedora. Aprendi muito com a oficina, com a comunhão aprendi que a união faz a força e que a parceria é sempre importante. Estou saindo com gratidão e a fé fortalecida que a gente tem que caminhar assim juntos, unidos e sempre praticando o dar e o receber. Agora, sim, eu sei pra onde estou indo”.</p>



<div style="height:11px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ou ainda, histórias de vida como da <strong>Ana Carine</strong>, de Euclides da Cunha (BA). Enquanto participante do Programa Supera, apoiado com recursos da Campanha, a jovem mãe recebeu ajuda terapêutica para superar angústias e aflições que enfrentava. “Outro suporte muito importante foi a<strong> assessoria jurídica</strong> através de uma advogada para me orientar a respeito do processo que estamos passando há 3 anos com o benefício demeu filho cortado. Gratidão ao Supera por tamanha importância na vida de minha família”, nos conta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236664" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CREDITOS-@JOVANEVISUALS_-43-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Ana Carine</strong> e seu filho. Créditos: @jovanevisuals_-43</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O convite para participar da campanha é um convite para praticar a comunhão. Isso significa que não há um único modo de participar. Além de uma doação em dinheiro, também é possível organizar eventos beneficentes, dedicar tempo para compartilhar a campanha ou até mesmo para cuidar de alguém.</p>



<div style="height:26px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;<strong>Na prática, a comunhão acontece quando colocamos em comum nossa própria existência,</strong> nossas vulnerabilidades, os bens materiais, a própria vida. Compartilhamos tudo o que somos e o que sentimos, como em uma única e grande comunidade. Comunhão é acreditar que a transformação de uma vida transforma a todos nós. É a força de uma comunidade pela transformação social&#8221;, conclui Carneiro. </em></p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Acesse o site da campanha e faça parte:</h3>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://doe.edc.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doe agora</a></div>
</div>
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		<title>Empresários da Economia de Comunhão iniciam projeto com comunidades indígenas em Foz do Iguaçu</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/instituto-protelli-teko-pora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[foz do iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[projeto com comunidades indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma iniciativa que nasce da convivência, da escuta e de uma convicção profunda. Assim pode ser descrito o Instituto Protelli Teko Porã, liderado pelos empresários Armando e Roseli Tortelli, membros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma iniciativa que nasce da convivência, da escuta e de uma convicção profunda. Assim pode ser descrito o Instituto Protelli Teko Porã, liderado pelos empresários Armando e Roseli Tortelli, membros da Economia de Comunhão (EdC), junto a comunidades indígenas guaranis na região de Foz do Iguaçu (PR), como a aldeia Arapy, e em Terra Roxa, como as aldeias Araguaju, Tekora Arakoe e Yvyporã. Protelli é o nome da holding da família e Teko Porã significa “bem-viver” em guarani.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta surge após anos de aproximação com o território. Desde 2018, o casal passou a frequentar a região da tríplice fronteira, inicialmente em missões periódicas ligadas ao Movimento dos Focolares. O que começou como visitas se transformou em vínculos de confiança e amizade com as comunidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Já havíamos começado a visitar as aldeias com um sacerdote indigenista. Mergulhamos na cultura guarani. Inicialmente, íamos apenas para visitar, para estar com eles. Começou, então, a nascer uma amizade, e da amizade veio a confiança&#8221;, lembra Armando.&nbsp;</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-768x1024.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236650" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-768x1024.jpeg 768w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-480x640.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 768px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A realidade encontrada foi marcada por desafios profundos. O povo guarani, historicamente expropriado de suas terras, vive hoje em condições de vulnerabilidade, muitas vezes sem acesso a recursos básicos e enfrentando preconceitos sociais. Ao mesmo tempo, mantém uma riqueza cultural viva, que o Instituto busca reconhecer e fortalecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto nasce como expressão concreta dos valores da Economia de Comunhão: colocar a economia a serviço da dignidade humana e da superação das vulnerabilidades. Além disso,&nbsp; possui em seus estatutos, o propósito de atuar nos três países, seguindo a própria visão do povo Guarani que não distingue fronteiras enquanto povo, mas se reconhece como uma única nação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nos dias de hoje, sem essa encarnação no social, não representamos nada para a sociedade”, afirma Armando.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também reflete uma escolha empresarial: a holding da família estruturou um modelo no qual os lucros gerados por um dos seus negócios, uma corretora de seguros, serão integralmente destinados ao Instituto, após a justa remuneração das equipes.</p>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x768.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236651" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-1024x768.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-980x735.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-480x360.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco eixos para um desenvolvimento integral</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto foi organizado em cinco eixos de atuação, construídos a partir da escuta das necessidades locais e da convivência com as comunidades:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação e Formação.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">O eixo busca ampliar oportunidades de aprendizagem e fortalecer a autonomia das comunidades. Entre as ações estão formação em políticas públicas, reforço escolar, imersões na cultura guarani e iniciativas de cultura da paz, além do mapeamento das realidades locais.</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-1024x768.jpeg" alt="Instituto Protelli Teko Porã." class="wp-image-236652" style="width:448px;height:auto" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-1024x768.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-980x735.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-480x360.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Acerco Economia de Comunhão.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saúde e Bem Viver</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com foco na saúde integral, o projeto promove visitas às aldeias para fortalecer vínculos, rodas de conversa sobre temas como família, sentido de vida e saúde emocional, e o reconhecimento dos saberes tradicionais, incluindo os rituais de cura da cultura guarani.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cultura e Economia</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta valoriza a identidade cultural como caminho de geração de renda e dignidade. Inclui o fortalecimento do artesanato indígena, o desenvolvimento de iniciativas como cursos de corte e costura e o incentivo ao turismo cultural com protagonismo dos jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Gestão e Sustentabilidade</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O eixo visa garantir a continuidade e autonomia das ações, com planejamento participativo, formação de lideranças locais, monitoramento das iniciativas e práticas de sustentabilidade ambiental e financeira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Direitos e Justiça</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Busca promover o acesso à informação e o fortalecimento da consciência de direitos, por meio de diálogos sobre cidadania, estudo da Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas e encontros com profissionais do sistema de justiça.</p>



<div class="wp-block-cover"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="461" class="wp-block-cover__image-background wp-image-236653" alt="Instituto Protelli Teko Porã." src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-1024x461.jpeg" data-object-fit="cover" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-1024x461.jpeg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-980x441.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-480x216.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size wp-block-paragraph"></p>
</div></div>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Juventude e dignidade </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos focos centrais do Instituto é a juventude. A iniciativa nasce também como resposta a desafios concretos, como a falta de oportunidades para jovens indígenas, inclusive aqueles em situação de privação de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Algo que vamos começar imediatamente é a ajuda a 96 indígenas encarcerados. Eles querem trabalhar, mas não têm oportunidades. Há um advogado envolvido, que quer criar um sistema de convênio com universidades&#8221;, destaca Armando. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Queremos resgatar a dignidade dos indígenas, oferecendo a eles uma condição de vida digna, sobretudo focando nas crianças e nos jovens&#8221;, completa Roseli.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além das ações diretas, o Instituto também busca atuar na redução das tensões entre comunidades indígenas e a sociedade local, onde ainda persistem estigmas e preconceitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queremos criar laços para reduzir essa tensão entre a sociedade e os indígenas”, afirma Roseli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto representa um testemunho: de que é possível fazer negócios com propósito, gerar impacto social concreto e construir, junto com as comunidades, caminhos para um mundo mais justo, regenerativo e fraterno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/empreendedorismo/instituto-protelli-teko-pora/">Empresários da Economia de Comunhão iniciam projeto com comunidades indígenas em Foz do Iguaçu</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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		<title>Ao vivo da Argentina: um pacto que nos une </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[35 anos edc]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia de Comunhão convida toda a sua rede e pessoas interessadas a acompanharem, de forma online, um momento especial da programação do evento de 35 anos, diretamente da Argentina.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Economia de Comunhão convida toda a sua rede e pessoas interessadas a acompanharem, de forma online, um momento especial da programação do <a href="https://www.edc-online.org/br/argentina-2026.html" type="link" id="https://www.edc-online.org/br/argentina-2026.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evento de 35 anos</a>, diretamente da Argentina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A transmissão será uma oportunidade de participar, mesmo à distância, de um encontro que reúne a comunidade global em torno de um propósito comum: a construção de um mundo mais justo, regenerativo e fraterno.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Uma vocação que nos une”, este trecho da programação propõe uma reflexão profunda sobre o que nos trouxe até aqui e o que continua nos mantendo unidos, para além das distâncias geográficas e culturais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No centro do diálogo está o pacto fundador da Economia de Comunhão: uma escolha viva, que se renova diariamente em gestos concretos de fraternidade e justiça.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A transmissão acontecerá no dia 30 de maio, das 9h às 10h30 (horário de Brasília), via Zoom.  &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para participar, basta se inscrever pelo link: </p>



<div style="height:22px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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		<title>Economia de Comunhão: uma mudança cultural no trabalho e na economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia de Comunhão (EdC) une dois conceitos fundamentais que, quando analisados juntos, ampliam nossa compreensão sobre o agir humano. A Economia é a ciência que organiza a produção de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Economia de Comunhão (EdC)</strong> une dois conceitos fundamentais que, quando analisados juntos, ampliam nossa compreensão sobre o agir humano. A <strong>Economia</strong> é a ciência que organiza a produção de bens e serviços para atender a sociedade, garantindo que as pessoas vivam com dignidade. Em essência, é o estudo de como gerir recursos para que as necessidades básicas e sociais sejam supridas. Já a <strong>Comunhão</strong> está ligada ao valor ético e humano, conferindo significado e propósito ao que se realiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirada por <strong>Chiara Lubich</strong> (Movimento dos Focolares) e fundamentada em uma <a href="https://edc.com.br/quem-somos/#nosso-proposito" type="link" id="https://edc.com.br/quem-somos/#nosso-proposito" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura de reciprocidade</a>, a EdC propõe uma mudança cultural que conecta pessoas comprometidas em compartilhar propósitos e recursos no combate às desigualdades sociais, por meio de conceitos que transcendem o indivíduo e o conectam a algo maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A interconexão e a comum união na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar o entendimento, consideremos uma padaria. O pão produzido é fruto do trabalho de pessoas que se organizam e se relacionam. Embora sua finalidade imediata seja a nutrição, esse alimento também promove o encontro, a vida social e a partilha, em torno desse produto que chamamos de pão &#8211; a &#8220;comum união&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ciclo, porém, começa antes, no esforço do agricultor que cultiva o trigo. Ao trabalhar, ele não apenas garante seu sustento, mas compartilha o fruto de sua dedicação com a sociedade. Assim, o ser humano pode, por meio de sua escolha consciente, se incorporar ao mundo dos bens e serviços, realizando a comunhão de si mesmo de forma concreta. Na prática, o trabalho torna-se o meio consciente de se relacionar com as pessoas através do fruto de seu trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O novo significado do trabalho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a Economia de Comunhão redefine o conceito de trabalho?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim.</strong> Ela confere às ações econômicas um sentido mais profundo e uma nova consciência: que posso através do meu trabalho realizar a comunhão entre as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do padeiro e do agricultor, podemos observar o arquiteto: ele capta as necessidades de uma família e as transforma em um projeto. Naquela casa, estão as aspirações dos moradores e a essência do profissional; o produto final é fruto dessa partilha que se realizou mediante&nbsp; a comunhão das pessoas. O mesmo ocorre com o artista que compartilha a beleza em suas obras, o médico que oferece conhecimento para curar, o engenheiro que cria máquinas para facilitar a vida ou o professor que distribui conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a EdC acrescenta propósito, autoconhecimento e conexão ao trabalho, ressignificando as estruturas que o sustentam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo propósito para a economia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O agir econômico na EdC coloca o ser humano como o <strong>fim, </strong>o beneficiário dos bens e serviços, e não como um meio para atingir outros objetivos. Embora o lucro seja essencial para a sustentabilidade da atividade, não deve correr o risco de se tornar um fim em si mesmo. E isso acontece quando o lucro é colocado como um fim usando as pessoas para atingi-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclui-se que na cultura de Economia de Comunhão, a produção cria comunhão, em virtude dos bens e serviços entre quem produz e quem recebe. Existe uma reciprocidade que gera a união. Mesmo a valorização monetária — que deve ser justa — não retira o significado humano da atividade. Nessa cultura, valores como propósito e consciência da conexão interpessoal não são meros detalhes, mas partes integrantes do planejamento estratégico.  Então, a comunhão acontece de maneira importante no <strong>conceito que damos da economia: </strong> usando bens e serviços produzidos de forma consciente e não somente na partilha dos resultados. É essa nova cultura que define um aspecto importante da experiência feita pela Economia de Comunhão. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Rodolfo Leibholz, protagonista da Economia de Comunhão e autor do livro Navegar sobre a Economia. </em></p>
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		<title>Economia de Comunhão é reconhecida como entidade de utilidade pública em Vargem Grande Paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[entidade pública]]></category>
		<category><![CDATA[novas economias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economia de Comunhão é reconhecida como entidade de utilidade pública em Vargem Grande Paulista A Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (EdC) acaba de receber um importante reconhecimento institucional. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Economia de Comunhão é reconhecida como entidade de utilidade pública em Vargem Grande Paulista</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (EdC) acaba de receber um importante reconhecimento institucional. A Câmara Municipal de Vargem Grande Paulista aprovou o Projeto de Lei nº 020/2026, de autoria da vereadora Roberta Macieira, que declara a Associação como entidade de utilidade pública no município. O texto foi sancionado pelo prefeito Piter Santos e passa a integrar a legislação local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom), com sede em Vargem Grande Paulista, é uma entidade sem fins lucrativos que articula e representa os associados da Economia de Comunhão ao apoiar e gerir projetos e iniciativas voltadas a uma economia mais justa, regenerativa e fraterna.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda com o reconhecimento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">“A declaração de utilidade pública é uma certificação oficial de que a EdC desempenha um papel essencial para a sociedade. Mais do que um título simbólico, o reconhecimento traz desdobramentos práticos importantes: abre caminho para o acesso a novas fontes de captação de recursos, dando maior respaldo às atividades já desenvolvidas e permitindo ampliar o alcance dos projetos sociais e econômicos da EdC”, destaca Jomery Nery, presidente da Economia de Comunhão Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento público como entidade civil sublinha seu caráter associativo e plural, já que a EdC atua sem qualquer discriminação de natureza política, racial, religiosa ou ideológica. Por fim, fortalece a visibilidade institucional do trabalho que vem sendo construído, abrindo espaço para novas parcerias com o poder público, empresarial e organizações da sociedade civil.</p>
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		<item>
		<title>Projeto Amazônia Viva promove imersão em comunidade ribeirinha no Rio Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 22:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia viva]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[imersão amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[rio negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já imaginou viver, na prática, a cultura da Economia de Comunhão em uma comunidade ribeirinha da Amazônia? A Imersão Amazônia Viva: rios de comunhão é um convite a sair [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você já imaginou viver, na prática, a cultura da Economia de Comunhão em uma comunidade ribeirinha da Amazônia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Imersão Amazônia Viva: rios de comunhão</strong> é um convite a sair do lugar comum e experimentar uma nova forma de ver, sentir e fazer economia. É uma vivência transformadora que une <strong>espiritualidade, negócios e sociobiodiversidade</strong>, em profunda conexão com a natureza e com a sabedoria dos povos tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência faz parte do <strong><a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" type="page" id="233247">Projeto Amazônia Viva</a></strong> e conta com a realização da <a href="https://www.vivala.com.br/">Vivalá,</a> empresa referência em turismo sustentável, certificada pelo Sistema B Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imersão é aberta a todas as pessoas que desejam viver a Economia de Comunhão na prática: empreendedores e empreendedoras, lideranças empresariais e sociais, pesquisadores e quem mais se interessar pela EdC.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde e quando?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">📍Comunidade Ribeirinha do Lago de Acajatuba<br>Iranduba (AM) – a 70 km de Manaus</p>



<p class="wp-block-paragraph">📅 29 de junho a 2 de julho de 2026</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que você vai vivenciar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as experiências:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Volunturismo na comunidade de Acajatuba</li>



<li>Oficinas com saberes da floresta: doces amazônicos, cosméticos naturais e ervas medicinais</li>



<li>Vivência cultural com carimbó</li>



<li>Rodas de conversa com moradores da comunidade</li>



<li>Pôr do sol no flutuante</li>



<li>Interação com botos (atividade regulada)</li>



<li>E outras experiências construídas junto com a comunidade local</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hospedagem e deslocamento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência inclui hospedagem em Manaus no hotel Ibis e em hotel de selva na região de Acajatuba, proporcionando conforto e imersão na natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deslocamento até a comunidade é feito por barco, com trajetos curtos que já fazem parte da vivência amazônica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="305" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png" alt="" class="wp-image-236615" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png 819w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-480x179.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 819px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Hotel de selva Vista do Lago Jungle Lodge </figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que está incluso</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Transportes terrestres e aquáticos previstos</li>



<li>1 noite em Manaus (Hotel Ibis Styles ou similar)</li>



<li>2 noites em hotel de selva (Vista do Lago ou similar)</li>



<li>Alimentação completa durante a programação</li>



<li>Vivências conduzidas pela comunidade local, valorizando saberes e práticas tradicionais</li>



<li>Facilitação da equipe Vivalá durante toda a jornada</li>



<li>Seguro viagem</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Investimento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Opção 1 | 29/06 a 02/07 </p>



<p class="wp-block-paragraph">R$ 3.433,33</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://sacola.pagbank.com.br/9ac66207-1619-43d2-8d97-54de43ee991c" type="link" id="https://sacola.pagbank.com.br/9ac66207-1619-43d2-8d97-54de43ee991c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inscreva-se aqui para opção 1.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Opção 2 | 29/06 a 05/07</strong><br>(inclui participação no Fórum Socioeconômico Ambiental – 3 e 4 de julho)<br>R$ 4.717,33</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://sacola.pagbank.com.br/517579de-b1a4-4280-b2ab-50caf37c1d39" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inscreva-se aqui para opção 2</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente que é tempo de viver uma economia mais humana, regenerativa e fraterna, essa experiência é para você.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de dúvidas, escreva para: </p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Fernando Saes<br>Especialista de Programas Socioambientais<br>luiz@vivala.com.br<br>+55 17 9 8132 9779</p>
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