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	<title>Arquivos negócios de impacto - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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	<title>Arquivos negócios de impacto - edc</title>
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		<title>Empreender para superar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 21:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/supera-oportunidades-e-vulnerabilidades/empreender-para-superar/">Empreender para superar</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><b>Economia de Comunhão forma primeira turma exclusiva do Supera em empreendedorismo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No último ano (2023), o Programa de Superação da Vulnerabilidade Econômica (Supera) impactou positivamente a vida de mais de 1200 pessoas, dentre elas, 79 famílias com necessidades básicas, saúde, educação e moradia. Foi neste relacionamento de proximidade que a Economia de Comunhão identificou entre as pessoas participantes algumas com grande potencial para o empreendedorismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Tivemos a ideia, então, de convidar essas pessoas para realizar um projeto piloto das Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo, que já realizamos na edc, mas dessa vez de forma exclusiva aos participantes do Supera. De imediato, tivemos a inscrição de 14 pessoas”, explica Célia Regina, coordenadora do Supera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O curso on-line foi facilitado pelo Assessor Técnico da edc, Rodrigo Apolinário, e contemplou 8 encontros, um por semana, com duração de 1h30 cada, de 25 de abril a 11 de junho deste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A oficina teve como base metodológica o </span><i><span style="font-weight: 400;">Business Model Canvas</span></i><span style="font-weight: 400;">, ferramenta que estimula os participantes a elaborarem o seu modelo de negócio. O Canvas serve tanto a empreendedores em atuação, para que possam reavaliar como está se construindo o seu empreendimento, como também para quem deseja abrir um negócio, facilitando a compreensão e visualização dos principais passos necessários para a abertura e/ou desenvolvimento do seu empreendimento”, ressalta Apolinário.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-234556 aligncenter size-large" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Oficinas-para-Supera-jun2024-1024x503.jpeg" alt="" width="1024" height="503" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Oficinas-para-Supera-jun2024-980x482.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Oficinas-para-Supera-jun2024-480x236.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os empreendedores e empreendedoras eram de diversas regiões do Brasil e na oportunidade puderam aprofundar temáticas como proposta de valor, recursos, parcerias, segmentação de clientes, canais, custos, fontes de receita, entre outras. </span><b>“Já tinha tentado fazer o Canvas e não tinha conseguido. O Rodrigo explicou de uma forma que ficou mais fácil de fazer, ele mostrou como o Canvas é importante para poder abrir um negócio. Por exemplo, eu pensava que qualquer pessoa poderia ser meu cliente e não é bem assim, tem que focar no possível cliente”</b><span style="font-weight: 400;">, contou </span><span style="font-weight: 400;">Dovair de Araújo, de Goiânia (GO).   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns participantes também relataram a descoberta de novas potencialidades, antes desconhecidas. </span><b>&#8220;Ao escrever as minhas propostas de valor e ouvindo outros participantes, descobri quantos bens distribuímos e quantos novos valores adquirimos uns com os outros. O modelo de negócio apresentado deu um novo impulso e o canvas ajudou a repensar no passo a passo para o sucesso de um modo dinâmico de empreender. Foi a primeira vez que parei para me organizar&#8221;</b><span style="font-weight: 400;">, relatou Zelita Barbosa, de Itacoatiara (AM)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do lado mais técnico do empreendedorismo, as facilitações da Economia de Comunhão também focam no florescimento humano e na cultura de encontro e de comunhão típicas da organização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-234557 aligncenter size-large" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-20.22.50-1024x501.jpeg" alt="" width="1024" height="501" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-20.22.50-980x479.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-20.22.50-480x235.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse “toque” a mais esteve presente em muitos dos relatos dos e das participantes. </span><b>“</b><b>Quero agradecer à Economia de Comunhão. Foi muito bom (&#8230;) muito prazeroso, sempre mostrando o lado humano do empreendedor, que o empreendedorismo não é só o capitalismo, não é só o dinheiro. Para mim foi ótimo e gostaria de ter outros momentos assim porque foi tão gostoso fazer”</b><span style="font-weight: 400;">, disse </span><span style="font-weight: 400;">Maria Rita dos Santos, do Assentamento Dom Helder Câmara (AL). Eunice Antunes, de Vitória de Santo Antão (PE), completou: </span><b>“</b><b>Senti-me parte de uma família. E mesmo tendo concluído o curso, lembro das experiências dos outros participantes e oro pelo dia e batalhas diárias de cada um deles. O facilitador, o nosso professor Rodrigo Apolinário, não faz ideia de sua grande contribuição para o nosso trabalho! Parecia que ele conhecia nossas lutas desde o início! Todas as dicas eram com base em nossa caminhada”.</b><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Economia de Comunhão acredita que, para gerar uma sociedade mais justa e inclusiva, precisamos gerar equidade, oferecendo oportunidades para as pessoas superarem suas vulnerabilidades, principalmente, as econômicas e sociais, pois todas têm direito ao desenvolvimento humano em condições dignas.</span></p>
<h2><b>Sobre o Supera</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O SUPERA – </span><span style="font-weight: 400;">Programa de Superação da Vulnerabilidade Econômica</span><span style="font-weight: 400;"> nasceu para colaborar com a restauração da equidade social, gerando melhores condições e oportunidades para uma vida digna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa atua através de projetos de superação das vulnerabilidades econômicas e sociais de famílias e em parceria com outras organizações para o fortalecimento de lideranças comunitárias e voluntariado social em comunidades vulnerabilizadas. Ainda identifica e apoia pessoas e comunidades por meio de um edital anual e uma rede de parceiros e parcerias.</span></p>
<h2><b>Sobre as Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><span style="font-weight: 400;">Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo</span><span style="font-weight: 400;"> aplicam a metodologia de educação empreendedora desenhada especialmente para o florescimento do empreendedorismo em contextos de vulnerabilidade socioeconômica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A edc multiplicou as oficinas por várias cidades do Brasil, redesenhando-as a partir das expectativas, sonhos e necessidades de grupos e comunidades, agregando metodologias de florescimento humano e formação de redes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você deseja conhecer, receber ou ofertar uma oficina com esses objetivos, nos procure. Podemos desenhar um processo especialmente voltado para os resultados e impactos que deseja alcançar. </span></p></div>
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		<title>Cogovernança 2021: Sistema B, um novo modelo de empresa para o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 14:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[edc]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema B: um movimento global que visa criar um sistema econômico inclusivo, equitativo e regenerativo para as pessoas e para o planeta. publicado no site UWP em 19/10/2021 De 9 a 12 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>Sistema B: um movimento global que visa criar um sistema econômico inclusivo, equitativo e regenerativo para as pessoas e para o planeta.</em></p>
<p>publicado no site <a href="http://www.unitedworldproject.org/pt-br/workshop/sistema-b-um-novo-modelo-de-empresa-para-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">UWP </a>em 19/10/2021</p>
<p>De 9 a 12 de outubro, foi realizado no Brasil o segundo Congresso sobre &#8220;<a href="https://pt.co-governance.org/" target="_blank" rel="noopener">Cogovernança</a>&#8220;, intitulado “A cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”. Durante o qual conhecemos numerosas experiências de governança participativa para a construção de políticas públicas, vindas de todo o mundo.</p>
<p>Um deles foi o <a href="https://www.sistemabbrasil.org/" target="_blank" rel="noopener">Sistema B Brasil</a> (onde “b” significa benefício), que foi apresentado por <strong>Marcel Fukayama</strong>, um jovem brasileiro, co-fundador do mesmo e diretor executivo do <a href="https://www.sistemab.org/en/welcome/" target="_blank" rel="noopener">Sistema B Internacional.</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://www.edc-online.org/images/sistemaB_02_bestpracticesedc_thumbnail.png" alt="sistemaB " width="400" height="289" />“<em>Trabalhamos por um sistema econômico que seja inclusivo, justo e regenerativo, para todas as pessoas e para nosso planeta</em>”, explicou Marcel.</p>
<p>Qual é o sentido de uma economia que cresce financeiramente – se perguntam os ativistas do Sistema B – mas que por sua própria natureza gera crescentes desigualdades, esgota os recursos naturais de nosso planeta, reforça o individualismo e exclui milhares de pessoas?</p>
<p>Nascido nos Estados Unidos em 2006, alinhado com a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030, o Sistema B reage com uma comunidade de empresas comprometidas com o bem comum e promovendo uma economia que tem um impacto positivo no mundo, nas pessoas, nas sociedades e na Terra, tanto social quanto ambientalmente.</p>
<p>Marcel Fukayama afirma: “Estamos vivendo uma grande mudança na cultura global e histórica, e temos a oportunidade de usar o poder do mercado para resolver problemas sociais e ambientais complexos e para construir uma nova economia.</p>
<p>Assim, um dos objetivos do Sistema B é<strong> redefinir o conceito de “sucesso econômico</strong>”. No pensamento clássico, sucesso econômico é sinônimo de lucro, prosperidade e riqueza. De acordo com o Sistema B, o lucro não deve mais ser apenas o fim, mas deve se tornar um meio de gerar um impacto ambiental e social positivo. A prosperidade de um negócio deve ser avaliada juntamente com preservação ambiental e benefícios trazidos para a sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href='https://edc.com.br/campanhas/comunhao-e-acao-2021-uma-grande-acao-de-financiamento-coletivo-pela-erradicacao-da-pobreza/' class='small-button smallorange' target="_blank">Conheça também a Campanha Comunhão e Ação!</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Redefinir o conceito de sucesso na economia</em>, acrescenta Fukayama, <em>significa que o sucesso pode e deve ser medido além do êxito financeiro, considerando o bem estar das pessoas, da sociedade e do nosso planeta</em>”.</p>
<p>Mas para que mais empresas, pessoas e instituições se comprometam a aumentar seu impacto social e ambiental positivo, de acordo com o Sistema B, existe a necessidade de vincular os setores público e privado, para promover políticas públicas que envolvam pessoas que acreditam na possibilidade desta mudança econômica.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright" src="https://www.edc-online.org/images/sistemaB_03_bestpracticesedc_thumbnail.png" alt="sistemaB" width="401" height="300" /></p>
<p>Marcel Fukayama explica que existem várias maneiras pelas quais um governo poderia apoiar as empresas que escolhem o Sistema B, a começar por suas leis.</p>
<p>“<em>Precisamos mudar as leis, as normas, as políticas. Hoje nós temos mais de 50 jurisdições em todo o mundo – EUA, Itália, Canadá, Equador, Peru, Colômbia, Uruguai, Brasil, Argentina e Chile – introduzindo nos seus parlamentos, congressos, a proposta de criação das Benefits Corporations, ou as sociedades de benefícios e interesse coletivo. Nos países que já introduzimos essa lei são mais de 10 mil empresas que adotaram essa nova estrutura legal, fortalecendo a atuação das empresas com propósito, responsabilidade e transparência</em>”.</p>
<p>E que papel desempenham os cidadãos comuns no Sistema B? De acordo com uma pesquisa encomendada pela Google e realizada pela Ipsos em 2020 – explica Fukayama – 54% dos consumidores brasileiros optam por comprar produtos que são social e ambientalmente responsáveis. &#8220;Portanto, esta tendência de mudança no consumo está acontecendo. Consumir é um ato político, consumir é uma mensagem que damos ao mundo que queremos ver.</p>
<p>Nós, como consumidores, contribuintes e investidores, podemos promover mudanças no sistema simplesmente a partir de nosso lugar como cidadãos comuns”.</p>
<p>Portanto, cabe a todos nós: a mudança também depende de nossa vontade de participar e comprometer-se, através de nossas escolhas diárias, para construir um mundo melhor e mais justo para todos os seres vivos.</p>
<p>Para saber mais sobre o Sistema B e quais empresas são B, você pode acessar o site do <a href="https://www.sistemabbrasil.org/" target="_blank" rel="noopener">Sistema B Brasil</a> ou do <a href="https://www.sistemab.org/" target="_blank" rel="noopener">Sistema B Internacional.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><em><a href="https://www.edc-online.org/br/empresas-br/best-practices/17342-cogovernanca-2021-sistema-b-um-novo-modelo-de-empresa-para-o-mundo.html" target="_blank" rel="noopener">Texto publicado pelo site internacional da EdC.</a></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que são negócios de impacto?</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/o-que-sao-negocios-de-impacto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 21:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança pelo impacto]]></category>
		<category><![CDATA[artemísia]]></category>
		<category><![CDATA[edc]]></category>
		<category><![CDATA[ICE]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Sistea B]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vira e mexe falamos por aqui que a Economia de Comunhão integra o ecossistema de negócios de impacto. Mas você sabe o que isso quer dizer? </p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/empreendedorismo/o-que-sao-negocios-de-impacto/">O que são negócios de impacto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Vira e mexe falamos por aqui que a Economia de Comunhão integra o ecossistema de negócios de impacto. Mas você sabe o que isso quer dizer? </span><br />
<span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">O conceito não é tão novo, mas ainda bastante desconhecido no mercado. Por isso, com o intuito de conceituar e esclarecer todas as dúvidas sobre negócios de impacto, a Aliança pelo Impacto lançou recentemente os resultados de </span><a style="color: #000000;" href="https://aliancapeloimpacto.org.br/wp-content/uploads/2020/03/ice-estudo-negocios-de-impacto-2019-web.pdf"><span style="font-weight: 400;">um estudo</span></a><span style="font-weight: 400;"> realizado com agentes e lideranças envolvidos e envolvidas com negócios de impacto. A intenção foi justamente a de descobrir juntos e juntas o que significa e o que não significa ser um negócio de impacto. </span></span><br />
&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400; color: #800000;">E o que é um negócio de impacto? </span></h2>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><em><span style="font-weight: 400;">SÃO EMPREENDIMENTOS QUE TÊM A INTENÇÃO CLARA DE ENDEREÇAR UM PROBLEMA SOCIOAMBIENTAL POR MEIO DE SUA ATIVIDADE PRINCIPAL (SEJA SEU PRODUTO/SERVIÇO E/OU SUA FORMA DE OPERAÇÃO). ATUAM DE ACORDO COM A LÓGICA DE MERCADO, COM UM MODELO DE NEGÓCIO QUE BUSCA RETORNOS FINANCEIROS, E SE COMPROMETEM A MEDIR O IMPACTO QUE GERAM. (pg. 49, O que são negócios de impacto) </span></em></span></p></blockquote>
<p><span style="color: #000000;">O documento também elenca alguns critérios que definem um negócio de impacto. São quatro: </span></p>
<ol>
<li><strong><span style="color: #000000;">A intencionalidade de resolução de um problema social e/ou ambiental </span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Solução de impacto é a atividade principal do negócio </span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Busca retorno financeiro, operando pela lógica do mercado </span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Compromisso com o monitoramento do impacto gerado </span></strong></li>
</ol>
<h2><span style="color: #800000;"><b>Compromissos</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Para se identificar com o modelo de Negócio de Impacto é necessário firmar </span><b>compromissos com suas metas</b><span style="font-weight: 400;">. O primeiro deles é com o entendimento do problema e sua solução, isto é, deve-se ter clareza sobre o problema socioambiental que deseja inferir, para que o avanço dos trabalhos simbolize uma solução mais eficaz. Já o </span><b>compromisso com a efetividade do modelo de negócio </b><span style="font-weight: 400;">alerta para a percepção do mercado e suas nuances. Quanto mais domínio do mercado e amadurecimento, o negócio aumenta as chances de lucratividade e crescimento, gerando, consequentemente, uma renda positiva para o investimento na sua causa.</span></span><br />
<span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Na mesma lógica, quanto mais monitoramento do seu impacto, reconhecimento dos indicadores e identificação das externalidades negativas maiores são as chances de colocar em prática seu propósito e ganhar escalas e firmar seu </span><b>compromisso com a efetividade do impacto gerado</b><span style="font-weight: 400;">. Por fim, mas não menos importante, temos o </span><b>comprometimento com a efetividade da governança</b><span style="font-weight: 400;"> que se dirige ao “como” e “para quem” o negócio opera. Ou seja, ao passo que o empreendimento cresce, deve ser incluído na mesma proporção um relacionamento mais transparente com seus cliente, investidores, outros parceiros, etc., e deve manter seus valores firmes por meio das práticas, cultivando uma governança parceira e fiel. </span></span></p>
<h2><span style="color: #800000;"><b>E o que não são Negócios de Impacto?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400; color: #000000;">É necessária atenção para se distinguir o que verdadeiramente são Negócios de Impacto e o que parecem ser. Como visto, qualquer tamanho de negócio e dos diferentes setores pode se encaixar no modelo, desde que seus pilares e compromissos sejam atendidos. Da mesma forma, o perfil sociodemográfico do(a) empreendedor(a) não designa seu enquadramento, nem ter uma clientela/beneficiário direto de baixa renda ou em vulnerabilidade simboliza que faça parte do modelo. Como identificar, portanto? Cumpra seus pilares e seus compromissos verdadeiramente, e será integrado.</span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://edc.com.br/fale-conosco/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Tem interesse em integrar esse ecossistema? Entre em contato conosco. </span></a></span><br />
&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/empreendedorismo/o-que-sao-negocios-de-impacto/">O que são negócios de impacto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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		<title>Economia de Comunhão completa 30 anos</title>
		<link>https://edc.com.br/engajamento-cultural/eventos/economia-de-comunhao-completa-30-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 14:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[chiara lubich]]></category>
		<category><![CDATA[Economia de Comunhão 30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[EdC 30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com origem no Brasil, a Economia de Comunhão propõe há três décadas uma cultura econômica baseada na comunhão de recursos pela redução da pobreza.  No próximo dia 29 de maio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com origem no Brasil, a Economia de Comunhão propõe há três décadas uma cultura econômica baseada na comunhão de recursos pela redução da pobreza. </em></strong><br />
No próximo dia 29 de maio, o movimento por uma nova economia denominado Economia de Comunhão (EdC) completa 30 anos. Uma programação especial terá início na mesma data, com um evento internacional on-line e seguirá pelos próximos meses, no Brasil, com eventos locais, webinários, transmissões ao vivo, podcasts, vídeos e ações nas redes sociais.<br />
O evento internacional no dia 29 será transmitido diretamente da Itália com traduções em oito línguas, inclusive o português, e deve perpassar não só suas origens como também instigar uma reflexão, especialmente junto à juventude, sobre o futuro da EdC.<br />
No Brasil, as comemorações poderão ser acompanhadas pelas redes sociais da Economia de Comunhão Brasil e em eventos locais e nacionais, também virtuais em decorrência da pandemia. “É um momento especial para celebrar a EdC e todo o impacto que promovemos nas últimas três décadas, mas, acima de tudo, ampliar a visibilidade da nossa causa para toda a sociedade e para todo o ecossistema de negócios de impacto no Brasil”, disse Maria Helena Faller, presidente da Associação Nacional por uma Economia de Comunhão.<br />
Nascida no início dos anos 90, no Brasil, a EdC foi um dos primeiros movimentos de base econômica e cultural a propor ao mundo corporativo uma atuação orientada ao impacto social, ou seja, almejar a rentabilidade financeira ao mesmo tempo em que objetiva a resolução de um problema social ou ambiental.<br />
“No caso da EdC, trabalhamos por um mundo mais justo, regenerativo e fraterno a partir de empresas e pessoas comprometidas com a comunhão de recursos e propósitos voltados a reduzir a pobreza e em promover essa cultura dentro e fora das suas organizações”, explica Faller.<br />
Trinta anos depois, a EdC conta com cerca de 970 empresas formalmente inseridas no movimento Economia de Comunhão. E apenas nos últimos 5 anos, a EdC no Brasil envolveu cerca de 200 empresas em sua proposta.  Além disso, nos últimos 10 anos, o movimento gerenciou cerca de EUR 10,5 milhões (ou cerca de R$ 42 milhões, com cotação média do euro a R$ 4,00), compartilhados com pessoas, famílias e comunidades inteiras em situação de vulnerabilidade nos mais diversos países.<br />
“É importante ressaltar que as empresas EdC buscam gerar impacto social positivo não apenas através de projetos sociais de nível local ou nacional, mas também implementando uma nova cultura no interno de suas organizações e também junto aos seus <em>stakeholders</em>. Essa nova cultura reflete, de fato, uma nova cultura de vida e se estrutura ao redor de uma concepção de economia como espaço de crescimento integral, que contempla as necessidades das pessoas e do planeta, ressignificando a compreensão de resultados econômicos. Uma cultura preconizada pelo Papa Francisco na encíclica <em>Laudato Sí</em> e pela Economia de Francisco e todo ecossistema de impacto do Brasil”, completa Faller.<br />
No Brasil, a rede da EdC se espalha por pelo menos 18 estados da federação e mantém iniciativas que conectam vulnerabilidades sociais a oportunidades, a exemplo de sua incubadora de base social, PROFOR &#8211; Programa de Fortalecimento de Negócios Inclusivos e de Comunhão”, do projeto “Eu, empreendedor de mim, Juntos empreendedores do mundo” e “Ancestralidade Negra e Florescimento Empreendedor” todos comprometidos com o incentivo e com a formação empreendedora de pessoas vulnerabilizadas, além do Projeto de Superação de Vulnerabilidades Socioeconômicas (SUPERA), que apenas nos últimos 5 anos, impactou mais de 2.000 pessoas diretamente, compartilhando recursos para necessidades básicas, tratamentos de saúde, melhorias na habitação e bolsas de estudo.<br />
<span style="color: #800000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6231 size-large" style="color: #333333;" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2021/05/linhadotempo_unica_v2-1-1024x715.jpg" alt="" width="1024" height="715" /><strong>EdC na prática.</strong></span> Em Manaus, o empresário Alessandro Dinelli gerencia a empresa Descarte Correto que atualmente processa cerca de 200 toneladas de lixo eletrônico por ano na cidade.<br />
Depois da triagem e pesagem, parte do resíduo que não pode ser mais aproveitado, como o plástico e metais, vai para um processo de manufatura reversa e se transforma novamente em matéria-prima para as indústrias. &#8220;Por sermos um negócio de impacto, ao invés de desmontar tudo, transformamos a outra parte dos resíduos em produtos para inclusão digital em comunidades carentes&#8221;, conta Dinelli.<br />
Esses &#8220;novos&#8221; produtos são destinados a outros dois modelos de negócios da Descarte Correto, ambos com propósito social. Parte dos computadores reaproveitados é vendida a preços mais acessíveis para empresas e instituições. Outra parte é incorporada ao modelo de microfranquias, chamado Interativo, também criado por Dinelli, que oferece cursos de inclusão digital em comunidades carentes. &#8220;O desafio é grande, mas sempre digo aos meus colaboradores e colaboradoras que o nosso propósito tem que ser maior que o nosso desafio. Queremos fazer com que a economia, ambiental e social, caminhem juntas. A maior motivação da Descarte Correto é saber que todos os dias temos motivos para transformar a vida das pessoas&#8221;, conclui o empresário.</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>Sobre a origem da EdC </strong></span></h2>
<p>A Economia de Comunhão nasceu da inspiração da líder civil e espiritual Chiara Lubich, italiana, também fundadora do Movimento dos Focolares. Em 1991, Lubich não tinha conhecimento a respeito dos negócios de impacto. A “ideia” de uma Economia de Comunhão foi especialmente motivada pela profunda desigualdade social que encontrou ao conhecer as favelas que envolviam a cidade de São Paulo durante uma de suas visitas ao país. Diante desse cenário, propôs aos empresários e às empresárias do Brasil e do mundo que suas empresas trabalhassem com o objetivo de reduzir a pobreza. Foi uma inspiração sensível ao contexto socioeconômico, e não propriamente o lançamento de uma nova teoria. Hoje, trinta anos depois, a Economia de Comunhão é um movimento cultural e econômico de atuação prática e acadêmica, além de integrante do ecossistema de negócios de impacto.<br />
&#8220;Embora tenha nascido no contexto cristão e seja baseado em seus valores é um movimento econômico e cultural aberto a todos e todas que desejam se comprometer com a nova economia, independentemente de convicções religiosas&#8221;, destaca Faller.</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>EdC em números </strong></span></h2>
<p><strong>Comunhão mundial de recursos: </strong><br />
Apenas nos últimos 10 anos, o centro internacional da EdC gerenciou cerca de EUR 10.5000.000 ou cerca de R$ 42.000.000,00 (<a href="https://br.investing.com/currencies/eur-brl-historical-data">cotação média de 4,00 nos últimos 10 anos</a>).<br />
<strong>Empresas </strong><br />
Cerca de 1.000 empresas, nesses 30 anos, adotaram e viveram/vivem a cultura da EdC em seus modelos de gestão.<br />
<strong>Presença no Brasil </strong><br />
Contamos com projetos, iniciativas e/ou organizações da EdC em pelo menos 18 estados do Brasil.<br />
<strong>SUPERA </strong><br />
Apenas nos últimos 5 anos, nosso Programa de Superação da Vulnerabilidade Econômica impactou mais de 2.000 pessoas diretamente, compartilhando recursos para necessidades básicas, tratamentos de saúde, melhorias na habitação e bolsas de estudo.<br />
<strong>Iniciativas </strong><br />
Estimamos que apenas nos últimos cinco anos, nossos eventos, programas de empreendedorismo e projetos de caráter institucional impactaram mais de 10.000 pessoas apenas no Brasil.<br />
&nbsp;<br />
Serviço:<br />
30 anos da Economia de Comunhão<br />
Para acompanhar as comemorações:<br />
<a href="https://www.instagram.com/edcomunhaobr">https://www.instagram.com/edcomunhaobr</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/edcomunhaobr">https://www.facebook.com/edcomunhaobr</a><br />
<a href="https://www.linkedin.com/company/anpecom">https://www.linkedin.com/company/anpecom</a><br />
Site institucional: <a href="http://www.anpecom.com.br">www.anpecom.com.br</a><br />
&nbsp;<br />
Para entrevistas entrar em contato com:<br />
Cibele Lana | <a href="mailto:cibele@piazzadigitale.com.br">cibele@piazzadigitale.com.br</a> (11) 970449488<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Como as empresas da Economia de Comunhão trabalham pela redução da pobreza?</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/como-as-empresas-da-economia-de-comunhao-trabalham-pela-reducao-da-pobreza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 17:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[dimaco]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[VSM Gestão Contábil e Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando lançou a ideia da Economia de Comunhão em 1991, italiana Chiara Lubich sequer tinha conhecimento do que eram “negócios de impacto”. Ao observar a “coroa de espinhos” formada pelas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando lançou a ideia da Economia de Comunhão em 1991, italiana <a href="http://www.focolares.org.br/chiaralubich/quem-e-chiara-lubich/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Chiara Lubich</u></a> sequer tinha conhecimento do que eram “negócios de impacto”. Ao observar a “coroa de espinhos” formada pelas favelas que envolviam a cidade de São Paulo, propôs aos empresários e às empresárias do Brasil e do mundo que suas empresas trabalhassem com o objetivo de reduzir a pobreza. Foi uma “inspiração” sensível ao contexto socioeconômico e não propriamente o lançamento de uma nova teoria.<br />
Hoje, quase 30 anos depois, <strong><span style="color: #800000;">a Economia de Comunhão é um movimento cultural e econômico, de atuação prática e acadêmica, e também parte integrante do ecossistema de negócios de impacto.</span> <span style="color: #800000;">Nossas empresas são comprometidas com a redução da pobreza a partir do compartilhamento de recursos materiais e imateriais e nessas quase três décadas geramos impacto social positivo não apenas em projetos sociais de nível local e nacional, mas também implementando uma nova cultura de gestão dentro das nossas companhias e junto aos nossos colaboradores.</span> </strong>Essa cultura de gestão, na verdade, tem raízes em uma de nova cultura social, que todos os membros da Economia de Comunhão assumem como própria e possui condições de minar as raízes da desigualdade. A pobreza é um fenômeno multidimensional e requer de nós um pensar e um agir complexos. Não basta atuar sobre suas causas. Precisamos modificar os paradigmas que a retroalimentam.</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">E qual é o diferencial da Economia de Comunhão?</span> </strong></h2>
<p>A Economia de Comunhão deseja causar impacto mudando a vida das pessoas<strong>. Só assim, acreditamos, mudaremos as empresas, a cultura e o mundo.</strong><br />
Por isso, o conceito de comunhão é tão significativo na cultura de uma empresa EdC. É ela que cria empatia e relacionamentos genuínos entre acionistas, líderes, colaboradores, fornecedores e comunidade e propicia um ambiente de compartilhamento de dons, capacidades, soluções, dificuldades, desafios e fragilidades.<br />
Desse ciclo de comunhão, nasce também a <strong>comunhão dos recursos</strong>, um composto importante, mas não o único, empregado na superação de situações de vulnerabilidade econômica, do lado de dentro ou de fora da empresa. <span style="color: #800000;"><strong>Propõe-se a substituição de relações assistenciais por relações de reciprocidade</strong></span>. Quem doa e quem recebe tem igual valor.</p>
<h4><a href="https://edc.com.br/anpecom/o-que-fazemos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça os projetos que recebem a comunhão dos recursos da EdC no Brasil</a></h4>
<p>As experiências de comunhão do empresário German Jorge, à frente da <a href="http://www.dimaco.com.ar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dimaco</a>, empresa argentina de materiais de construção e integrante da Economia de Comunhão, ilustram bem esse ciclo.<br />
A empresa faz a comunhão de recursos com iniciativas de incubação de outras empresas, contribui com os projetos globais da EdC, participa de redes internacionais por empresas mais sustentáveis, como o<a href="https://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <u>Pacto Global</u></a> e se envolve especialmente com a redução da pobreza nas comunidades locais próximas à Dimaco.<br />
<div id="attachment_5277" style="width: 386px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5277" class="wp-image-5277" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mitre-300x174.png" alt="" width="376" height="218" /><p id="caption-attachment-5277" class="wp-caption-text">Quadra reformada do complexo esportivo no Bairro Mitre</p></div><br />
Graças a cultura de comunhão da empresa e dos valores do seu líder, a companhia já investiu em projetos como da Petropack, doando recursos para compra de materiais e pagamento de professores em cursos de capacitação de pedreiros; também contribuiu com recursos materiais para a construção de um complexo comunitário esportivo no bairro Mitre, nas proximidades; colaborou com a construção de uma nova cozinha no Centro Social La Casitta Estrella que oferece oficinas de culinária e costura para aumentar a geração de renda; e apenas para citar mais uma iniciativa, também doou recursos para a construção de um espaço adequado para os produtores de mel da região.<br />
Para justificar as iniciativas, German Jorge é enfático. <strong><span style="color: #800000;">&#8220;O importante para nós não é fazer grandes negócios. O importante é tornar esses negócios grandes o suficiente para melhorar o mundo, ajudar muitas pessoas a serem mais felizes, e também nos tornar mais felizes enquanto fazemos isso”</span></strong>.</p>
<h2></h2>
<h2><strong><span style="color: #800000;">E se a empresa não consegue realizar a comunhão de recursos materiais?</span> </strong></h2>
<p>Se a comunhão dos recursos é um dos aspectos da Economia de Comunhão, também é verdade que outros três princípios têm igual valor para suas empresas: a cultura e a governança corporativa; a gestão da cadeia de valor e a gestão dos colaboradores. Dois relatos de uma empresa de contabilidade no norte do Brasil ilustram esses demais aspectos.<br />
<div id="attachment_5278" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5278" class="wp-image-5278 size-medium" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/whatsapp-image-2020-08-12-at-22-17-14-1-300x238.jpeg" alt="" width="300" height="238" /><p id="caption-attachment-5278" class="wp-caption-text">Equipe da VSM</p></div><br />
Ao levar cestas básicas para a família da senhora que faz a limpeza da empresa, a empresária Vânia Trindade, fundadora da VSM Gestão Contábil e Empresarial, em Belém, no Para, se deparou com um contexto social desafiador. Diante do enfrentamento de tamanha pobreza, não há espaço para os sonhos e a vida segue sem grandes planejamentos. Quando chega uma situação inesperada, falta dinheiro para comer no próximo mês, ou no próximo dia.<br />
Foi então que Trindade teve a ideia de chamar alguns dos seus funcionários de funções mais operacionais e pedir para que escrevessem em uma folha de papel algo que gostariam de realizar e, ao lado, quanto, mais ou menos, aquela meta custaria. Uma disse que queria colocar lajotas na casa, um outro queria móveis para o quarto, etc.<br />
“Então fiz a proposta: para cada valor que eles depositassem para realizar aquele sonho, eu  depositaria 10% para contribuir, todo mês. Se juntassem 500, eu acrescentaria 50. E mostrei em quanto tempo elas conseguiriam alcançar o sonho a partir daquelas reservas. Dessa forma, busquei mostrar o quanto essas pessoas são amadas pela empresa”, disse Trindade.<br />
Percebendo ainda o quanto o analfabetismo funcional é uma realidade entre alguns profissionais, Trindade também colocou em prática um programa de desenvolvimento pessoal um pouco diferente. Propôs aos colaboradores que avaliassem juntos a dificuldade de um tema e a empresa se comprometeria em comprar livros para que todos pudessem aprender mais sobre o assunto. Na etapa seguinte, o programa inclui “fatiar” um livro em capítulos para que cada colaborador leia uma parte.  E, de 15 em 15 dias, a empresa realiza um sorteio para que um dos profissionais explique o seu capítulo. Se a pessoa não leu, a reunião tem que ser remarcada e esse compromisso estimula a leitura. Livros, inclusive, são uma forma de gratificação “salarial” na empresa.<br />
“Quando faço essa contribuição para o meu colaborador, sei que estou contribuindo para a comunidade, porque vou impactar a vida dele, da família, dos filhos. E ele entende que existe um valor maior que é ele sendo visto como o centro da empresa e não um <span style="color: #800000;">meio.</span> Ele faz parte do processo”, completou Trindade.<br />
&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">Portanto, como medir os impactos pela redução da pobreza nas empresas EdC ?</span> </strong></h2>
<p>De acordo com Maria Helena Faller, presidente da Associação Nacional das Empresas de Economia de Comunhão é possível medir os impactos das ações das empresas EdC  pela redução da pobreza em duas dimensões:</p>
<ul>
<li><span style="color: #800000;">Implementação da cultura de comunhão na gestão da empresa. E aqui cabe ressaltar que na EdC não separamos distribuição e produção, ou seja, todo o processo precisa ser fraterno e inclusivo.</span></li>
<li><span style="color: #800000;">Destinação de recursos para projetos de redução da pobreza, sejam eles mantidos pela Anpecom ou pelas comunidades locais nas quais as empresas se inserem.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>“A pobreza é um fenômeno complexo e demarcado por decisões políticas e culturais que a agravam e radicalizam. Nosso trabalho é atuar sobre ela de forma inteligente: queremos e geramos uma nova cultura social, fundamentada na comunhão. As pessoas são comunhão em sua essência, nascem e morrem se relacionando, dando e recebendo. E a economia é o espaço de relação por excelência, da realização do trabalho, da construção da existência. É ali que podemos gerar grandes mudanças. Por isso, propomos e fazemos empresas que tornam essa cultura social, governança e gestão possíveis. Desafiamos paradigmas com ações inovadoras e inteligentes. Temos resultados potencializados e sustentáveis, porque concebidos em equilíbrio. Porém, é preciso ser rápido e realizar justiça social hoje, a partir do que temos e do que podemos fazer.  Quem é atingido pelo fenômeno da pobreza não pode esperar&#8230; Precisa se alimentar hoje, viver hoje, empreender hoje. Por isso, investimos fortemente em projetos de educação empreendedora e de redistribuição de renda. O mundo precisa mudar hoje, agora, depende de nós. Nossa ação deve ser complexa e olhar os problemas em 360 graus, minando-os por todos os lados.&#8221; Maria Helena Faller, presidente da Associação Nacional das Empresas de Economia de Comunhão.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;<br />
A cultura de comunhão tem tudo a ver com os seus valores e com a sua empresa?<br />
Entre em contato com a Anpecom e conheça mais sobre a Economia de Comunhão.<br />
<a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=554198912662"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5276" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/contato-whatsapp-copia-300x89.png" alt="" width="300" height="89" /></a><br />
&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 características de um empreendedor social</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/5-caracteristicas-de-um-empreendedor-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 16:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor social]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo social]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empreendedorismo, no dicionário, é a disposição ou a capacidade de alguém para idealizar, coordenar e realizar projetos. Também no dicionário, social está colocado como “tudo o que concerne a uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Empreendedorismo, no dicionário, é a disposição ou a capacidade de alguém para idealizar, coordenar e realizar projetos. Também no dicionário, social está colocado como “tudo o que concerne a uma comunidade; a uma sociedade humana”. A expressão formada pela junção destes dois termos não consta no glossário da língua portuguesa, mas seu significado é facilmente compreendido quando entendemos o que são empreendedorismo e social e aliamos este entendimento a uma breve análise do caminho tomado pela economia de todo o mundo nas últimas décadas: um empreendedor social, portanto, é aquele disposto a idealizar, coordenar e realizar projetos cuja influência seja direta para algum segmento da comunidade ou para a comunidade como um todo; é alguém que deseja e, acima disso, planeja, um futuro melhor para a sociedade em que vive.<br />
Seja qual for sua área de atuação, o empreendedor social trabalha com foco na produção de bens e serviços que beneficiarão o coletivo; na busca por soluções de problemas sociais, pela geração de empregos e pelo desenvolvimento de uma região; no resgate de pessoas em condição de vulnerabilidade e na promoção de melhores condições de vida para cada uma delas. Àqueles que se questionam sobre o empreendedor social ter características diferentes de outros empreendedores, a resposta está nas ações e na maneira como este empreendedor escolhe gerir sua empresa e sua(s) equipe(s).<br />
Abaixo, destacamos 5 das principais características de um empreendedor social:</p>
<ul>
<li><strong>Tem ideias boas e coerentes</strong></li>
</ul>
<p>Por ideias boas, entenda: inovadoras e autossustentáveis e com o grande objetivo de causar impacto positivo. Coerentes, pois todas são possíveis de ser realizadas e capazes de envolver vários segmentos da sociedade.</p>
<ul>
<li><strong>Aceita o longo prazo</strong></li>
</ul>
<p>E pensa a longo prazo. Entende que os efeitos e impactos de seu trabalho serão vistos após um tempo mais longo de atuação e investimentos; se satisfaz por saber que atua em prol das gerações futuras e não somente da geração atual.</p>
<ul>
<li><strong>É sóbrio</strong></li>
</ul>
<p>Começa trabalhando a favor do que está mais próximo e acessível, como a comunidade na qual está inserido, por exemplo. Em seguida, se possível e válido, expande sua atuação.</p>
<ul>
<li><strong>É profissional e inclusivo</strong></li>
</ul>
<p>Em tudo o que faz. Tem a consciência de que precisa ser um gestor profissional e promover a inclusão em qualquer instância de seu trabalho e projeto.<strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>É agregador e generoso</strong></li>
</ul>
<p>Sabe que é o altruísmo que o permite atuar como um empreendedor social e usufrui deste altruísmo para obter sucesso em seus projetos. Por esta e outras razões, torna-se inspiração para outras pessoas.</p>
<h3>Leia também: <a href="http://www.anpecom.com.br/como-desenvolver-habilidades-intraempreendedoras-dentro-da-minha-empresa/">Como desenvolver habilidades intraempreendedoras dentro da minha empresa?</a></h3>
<p>Junto às características principais de um empreendedor social, devem ser destacadas duas observações importantes. A primeira delas diz respeito à principal diferenciação entre este profissional e um ativista social, bastante confundidos hoje em dia: o que difere estes dois agentes preocupados com a sociedade é a ação direta do empreendedor social; seu vínculo direto com os resultados dos projetos para outras pessoas; sua atuação como idealizador e investidor de ações que impactam diretamente na vida de outrem. A segunda observação trata do lucro de um empreendedor social: <strong>afinal, essa pessoa pode ou não ganhar dinheiro?</strong><br />
Sim! As propostas lucrativas são muito bem-vindas, e contribuem para uma melhor subsistência do negócio. Em empreendimentos sociais, nossa história nos mostra que o lucro nunca foi e nunca será um problema. A verdadeira transformação no negócio acontece por meio da cultura e do propósito. Nesses casos, se o propósito for maior do que a ambição pura pelo lucro, o objetivo sempre será alcançado. Assim, o ganho sempre será coletivo, como toda a base de atuação deste profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como desenvolver habilidades intraempreendedoras dentro da minha empresa?</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/como-desenvolver-habilidades-intraempreendedoras-dentro-da-minha-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 21:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[anpecom]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[instituto amani]]></category>
		<category><![CDATA[intraempreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[intraempreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.anpecom.com.br/?p=5060</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cerca de 43 participantes acompanharam o evento, de empresários com longas carreiras executivas a jovens ávidos por ambientes de trabalho com mais propósito em suas organizações. Uma diversidade de pensamentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 43 participantes acompanharam o evento, de empresários com longas carreiras executivas a jovens ávidos por ambientes de trabalho com mais propósito em suas organizações. Uma diversidade de pensamentos e experiências que enriqueceu a conversa.<br />
A abertura ficou ao encargo de representantes da Anpecom e do <u>Amani Institute,</u> ambas organizações comprometidas com o impacto social e novos modelos econômicos.<br />
Em seguida, a facilitadora Flávia Cerutti conduziu uma apresentação muito interativa e dinâmica sobre conceito, habilidades e dimensões Intraempreendedoras.</p>
<table style="width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #f0b4b4; border-color: #ff0000;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%; text-align: center;"><span style="font-size: 18pt;">Intraempreendedorismo é a prática de desenvolver soluções inovadoras em uma organização existente. Os intraempreendedores são funcionários que trazem um “DNA empreendedor” para as organizações a fim de desafiar suposições, trazer pensamentos inovadores e criar valor a partir de experimentações.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Aproveitando uma analogia com a organização das nossas grandes cidades, Cerutti evidenciou que não resolvemos as problemáticas urbanas pensando em demolir e começar tudo do zero. E assim também acontece dentro das empresas.<br />
Em seguida, os participantes puderem compreender melhor quais são as habilidades Intraempreendedoras necessárias para desenvolver soluções que considerem esse contexto sistêmico das empresas e busque por soluções mais profundas.</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>As habilidades intraempreendedoras</strong></span></h2>
<p><strong>Inovação e empreendedorismo:</strong> entender a complexidade estrutural dos problemas, reconhecer a necessidade de mudanças e, a partir disso, criar espeços de reflexão, diálogo e ação. Processo longo, que demanda tempo e energia.<br />
<strong>Liderança e propósito:</strong> como fazer a diferença para a comunidade, país e sociedade com o seu trabalho. Como não perder de vista esse objetivo e colaborar com quem já apresenta essas motivações.<br />
<strong>Pensamento sistêmico:</strong> compreender que os problemas estão na estrutura da sociedade e que eles só irão ceder quando começarmos a pensar de forma diferente. “Antes de se apaixonar pela solução, apaixone-se pelos seus problemas”, destacou Cerutti.<br />
<strong>Pensamento político:</strong> é preciso entender que existem conexões entre as diferentes organizações.</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">Como saber se eu sou intraempreendedor(a)?</span> </strong></h2>
<p>Dois relatos de empresários da Economia de Comunhão ajudaram os participantes a compreender como introduzir conceitos importantes do intraempreendedorismo nas empresas como tempo e liberdade, capacidade de inovação das equipes, adoção de metodologias de resolução de problemas, presença de valores de colaboração, experimentação ágil, apoio para inovar e poder compartilhado.<br />
Diógenes Monteiro compartilhou com todos suas boas práticas em inovação a partir da abertura ao erro. O empresário cultiva na empresa o &#8220;direito&#8221; à falha, reconhecendo que é melhor arriscar para inovar e errar, do que se manter inerte. O resultado é a colaboração entre os diversos times da empresa em novos projetos e tomadas de decisão.<br />
Na mesma linha, Rodolfo Leibholz também dividiu suas boas práticas na empresa que fundou. “Partilhávamos projetos, propósitos e metas em assembleias com todos os funcionários e tínhamos a coragem de apresentar o lucro que a empresa dava e quanto eles tinham de participação. Uma coisa é autoridade, outra é liderança”.<br />
O diálogo se seguiu e o encerramento contou com algumas dicas de como construir uma atitude intraempreendedora em sua empresa. Tome nota!<br />
<strong>Como construir uma atitude intraempreendedora:</strong></p>
<ol>
<li>Tenha capacidade e visão estratégica</li>
<li>Conheça e entenda seu ambiente interno</li>
<li>Gerencie sua rede</li>
<li>Construa redes!</li>
<li>Não subestime o poder das conversas informais</li>
<li>Dados antes da retórica (experimentação rápida)</li>
<li>Não tenha medo de falhar</li>
<li>Seja resiliente.</li>
</ol>
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		<title>O lucro ainda é a principal métrica da sua empresa?</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/o-lucro-ainda-e-a-principal-metrica-da-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 21:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[davos]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o mundo caminha para novas demandas, a sua empresa ainda está focada essencialmente no lucro?  O início de 2020 foi marcado por um documento histórico, mas infelizmente pouco divulgado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Enquanto o mundo caminha para novas demandas, a sua empresa ainda está focada essencialmente no lucro? </span><br />
<span style="color: #000000;">O início de 2020 foi marcado por um documento histórico, mas infelizmente pouco divulgado. Às vésperas do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a mais alta cúpula de personalidades públicas e do mercado financeiro apresentou ao mundo o tradicional <a href="https://www.weforum.org/reports/the-global-risks-report-2020" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Relatório de Riscos Globais</u></a>. E pela primeira vez, desde 1971, a questão ambiental foi a base dos cinco maiores riscos: desastres ambientais e naturais, falha no combate às mudanças climáticas, eventos climáticos extremos e perda da biodiversidade. Ameaças diretas e indiretas ao equilíbrio das comunidades e da economia.</span><br />
<div id="attachment_5048" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5048" class="wp-image-5048 size-large" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/sharables-charts_sharable-long-term-risk-outlook-multistakeholders-likelihood-1024x536.png" alt="" width="1024" height="536" /><p id="caption-attachment-5048" class="wp-caption-text">Fonte: World Economic Forum</p></div><br />
<span style="color: #000000;">Agora, durante a pandemia e com o isolamento social, vimos, também infelizmente, uma diversidade de países, incluindo o Brasil, adotar posturas de ataque aos diretos humanos. Por aqui, restrição e falta de transparência no acesso à informação, na Índia, as leis trabalhistas sob ataque, nos Estados Unidos, a condenação de protestos e incitação à violência, na China, a proibição no compartilhamento de informações por parte dos profissionais de saúde.</span><br />
<span style="color: #000000;">Diante desse cenário pré e pós-pandemia, nossas empresas são convidadas a repensar suas atuações por um futuro diferente. Afinal, se o lucro já não deveria ser a principal métrica de nossas empresas antes, agora, diante de tais ameaças, mais ainda.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Incluir metas de bem-estar social e ambientais ao planejamento da empresa deixou de ser apenas uma ação de Recursos Humanos ou Marketing</strong>. É preciso repensar a cultura organizacional e nosso relacionamento com a cadeia de fornecedores, clientes e comunidades locais.</span><br />
<span style="color: #000000;">Trabalhar nessa direção significa atender às novas demandas de um mercado de consumidores cada dia mais informado e consciente, manter o equilíbrio financeiro do país e do mundo, garantir o fornecimento dos serviços ambientais tão essenciais ao funcionamento das empresas (basta citar a água), engajar funcionários e garantir que tenham plena sintonia com os propósitos da empresa transformando-os em verdadeiros colaboradores do negócio, apenas para citar alguns dos benefícios.</span><br />
<span style="color: #000000;">O apelo é endossado por lideranças de instituições respeitadas.</span><br />
<span style="color: #000000;">“Caso contrário, veremos apenas resultados negativos para as pessoas e para nossas economias. Reconstruir economias com menos direitos humanos e trabalhistas significará ambientes operacionais piores para as empresas. Os mercados permanecerão instáveis. Os trabalhadores permanecerão em condições inseguras ou não remuneradas. Os sistemas legislativos serão enfraquecidos pela falta de mecanismos de prestação de contas e pelo aumento do risco de corrupção”, alertou Sharan Burrow, vice-presidente da <a href="https://bteam.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The B Team</a>. </span><br />
<span style="color: #000000;">E ainda.</span><br />
<span style="color: #000000;">“Há uma pressão crescente nas empresas de investidores, reguladores, clientes e funcionários para demonstrar sua resiliência à crescente volatilidade climática. Os avanços científicos significam que os riscos climáticos agora podem ser modelados com maior precisão e incorporados ao gerenciamento de riscos e aos planos de negócios. Eventos de alto nível, como incêndios florestais recentes na Austrália e na Califórnia, estão pressionando as empresas a tomar medidas contra os riscos climáticos em um momento em que também enfrentam maiores desafios geopolíticos e de riscos cibernéticos”, comentou <strong>John Drzik</strong>, Chairman of <a href="https://www.mmc.com/insights.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Marsh &amp; McLennan Insights</u></a>, sobre o Relatório de Riscos Globais.</span><br />
<span style="color: #000000;">Por essas e tantas outras razões, o lucro não deve mais ser a principal métrica de uma empresa. Também é preciso medir nossas ações sociais, ambientais e nossos bens relacionais na mesma proporção.</span><br />
<span style="color: #000000;">Nosso pensamento deve ser global, afinal, o coronavírus está aí para nos mostrar o quanto somos interligados.</span><br />
<span style="color: #000000;">Há quase 30 anos, a Economia de Comunhão trabalha e não mede esforços para divulgar e engajar empresários em uma cultura centrada no ser humano e na redução da pobreza com projetos que valorizam o desenvolvimento sustentável, no Brasil e no mundo. Junto a nós, também estão <a href="https://sistemab.org/br/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema B</a>, <a href="https://bteam.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The B Team</a>, <a href="https://artemisia.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Artemisia</a>, dentre outros.</span><br />
<a href="https://edc.com.br/anpecom/o-que-fazemos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;">Conheça nossas iniciativas.</span></a><br />
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		<title>8 tendências de negócios de impacto social para 2020</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/8-tendencias-de-negocios-de-impacto-social-para-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2019 18:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto Social]]></category>
		<category><![CDATA[muhammad yunus]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A pobreza é a ausência de todos os direitos humanos. As frustrações, a hostilidade e a raiva geradas pela pobreza não contemplam a paz em nenhuma sociedade. Para experimentar uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">“A pobreza é a ausência de todos os direitos humanos. As frustrações, a hostilidade e a raiva geradas pela pobreza não contemplam a paz em nenhuma sociedade. Para experimentar uma paz estável nós precisamos encontrar caminhos para prover oportunidades para que as pessoas vivam vidas decentes”.</span><br />
<span style="color: #000000;">A frase acima é do vencedor do Nobel da Paz, <a href="https://www.yunusnegociossociais.com/muhammad-yunus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Muhammad Yunus</a>, também conhecido como o banqueiro dos pobres. Yunus defende já há alguns anos que é preciso <strong>mudar a lógica do nosso sistema econômico</strong>, encontrar <strong>caminhos novos</strong> e criativos para gerar oportunidades para quem mais precisa.</span><br />
<span style="color: #000000;">E se tem um grupo de pessoas interessado em encontrar caminhos novos e criativos, não temos dúvida de que são os empreendedores de negócios de impacto social. Para esses “inovadores”, não faz mais sentido trabalhar apenas pelo lucro. Se o dinheiro não vier acompanhado de melhorias sociais, então ele perde o sentido.</span><br />
<span style="color: #000000;">Por isso, recolhemos uma série de tendências de mercado, não só para 2020 na verdade, mas para o presente-futuro, capazes de inspirar e contribuir com o sucesso de quem deseja <strong>apostar em um negócio promissor e do bem</strong>!</span><br />
<span style="color: #000000;">Confira.</span></p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Internet das Coisas e Inteligência Artificial</span> </strong></h2>
<p><span style="color: #000000;">Elas já estão presentes em nosso cotidiano com eletrodomésticos, relógios, celulares, sistemas de computador, aplicativos&#8230;<strong>tudo inteligente</strong>! E enquanto uns utilizam a tecnologia para produzir produtos de alto valor agregado, os empreendedores de impacto têm a oportunidade de aplicar tais tecnologias para minimizar riscos ambientais, reduzir a violência, proporcionar experiências mais personalizadas em educação, além de desenvolver sistemas capazes de auxiliar a saúde pública com mais eficiência.</span></p>
<h2><span style="color: #993300;"><strong>Acesso à alimentação</strong></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">Outra tendência são negócios voltados ao acesso à alimentação equilibrada e saudável. Empreender para resolver problemas de oferta de alimentos e seus impactos em obesidade e desnutrição, bem como na redução do desperdício de comida e geração de renda a partir dessa cadeia também são ótimas apostas de investimento social. Vale a pena conhecer o exemplo do <a href="https://frutaimperfeita.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fruta Imperfeita. </a></span></p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Moradia para erradicar a pobreza</span> </strong></h2>
<p><span style="color: #000000;">Um dos grandes problemas sociais contemporâneos é a falta ou a precariedade da moradia para populações pobres, já que ela <strong>desencadeia muitas outras mazelas</strong> como saúde, segurança, educação, etc.</span><br />
<span style="color: #000000;">Toda a cadeia produtiva da construção civil, por exemplo, pode ser impactada por negócios sociais. Ideias para qualificar mão de obra, criar materiais alternativos mais baratos e ecológicos, além de sistemas de pagamento que envolvam microcrédito são algumas delas.</span></p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Energia renovável</span> </strong></h2>
<p><span style="color: #000000;">Sabemos do enorme potencial do Brasil nessa área. Por isso, será de extrema importância desenvolver soluções que promovam o acesso da população de baixa renda à energia renovável, como a eólica e a solar, reduzindo seus custos de geração e distribuição.</span></p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Saúde</span> </strong></h2>
<p><span style="color: #000000;">Outra tendência são os investimentos em soluções para prevenção de doenças e promoção da saúde. Aqui vale citar o exemplo do bilionário Bill Gates que, por meio de sua <a href="https://www.gatesfoundation.org/es/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Billl e Melinda Gates</a>, investe e desenvolve projetos para erradicar doenças em países pobres. Tecnologias de monitoramento, diagnóstico precoce, entre outras, figuram também na lista de tendências.</span></p>
<h2><span style="color: #993300;"><strong>Civic Techs e Gov Techs</strong></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">Na lista das tendências também estão as tecnologias que colocam o cidadão no centro das estratégias do poder público. As Civic Techs são startups que desenvolvem soluções para conectar comunidades a fim de resolver um problema público. No mesmo sentido, existem também as Gov Techs, empresas de tecnologia que desejam auxiliar o poder público com soluções inovadoras. A ideia é tornar os governos mais transparentes, comunitários, acessíveis à população. Uma boa dica é conhecer o trabalho da <a href="https://brazillab.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BrazilLab</a>. </span></p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Mobilidade</span> </strong></h2>
<p><span style="color: #000000;">O grandes desafio da mobilidade nos próximos anos estará em aproximar a população das periferias dos serviços básicos de saúde, por exemplo, ou criar soluções de transporte adequadas para a segurança de estudantes em áreas remotas, de risco, favelas, etc. Além de mais soluções de compartilhamento de transportes a um preço acessível e adaptadas às demandas das populações de baixa renda.</span><br />
<span style="color: #000000;">Um exemplo bem famoso no Brasil é o <a href="https://jaubra.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jaubra</a>, ou “Uber da quebrada”. A startup viu uma demanda de mobilidade onde outros aplicativos de compartilhamento não chegam: nas periferias. A empresa cresceu tão rápido que teve uma enorme fila de espera de motoristas.</span></p>
<h2><span style="color: #993300;"><strong>Empregabilidade </strong></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A maior tendência nesse campo é desenvolver soluções inovadoras para auxiliar as áreas de recursos humanos a realizar processos mais diversos e inclusivos. E nos próximos anos, deve crescer a demanda pela inclusão etária, juntamente com a social, a racial e a de gênero, já que a população vem envelhecendo e nossa pirâmide está se invertendo.</span><br />
<span style="color: #000000;">Se você chegou até aqui provavelmente sua cabeça já está cheia de ideias para novos empreendimentos ou para finalmente colocar em prática aquela ideia que está há anos no papel! Siga em frente!</span><br />
<span style="color: #000000;">E caso deseje se conectar com uma rede de empreendedores do bem, conheça mais sobre a <a href="http://www.anpecom.com.br/economia-de-comunhao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Economia de Comunhão</a>.</span><br />
<span style="color: #000000;">Deixe seus contatos e receba nossos conteúdos.</span><br />
&nbsp;<br />
*Com informações da Artemisia<br />
&nbsp;</p>
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