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	<title>Arquivos comunhão - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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	<title>Arquivos comunhão - edc</title>
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		<title>Economia de Comunhão: uma mudança cultural no trabalho e na economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia de Comunhão (EdC) une dois conceitos fundamentais que, quando analisados juntos, ampliam nossa compreensão sobre o agir humano. A Economia é a ciência que organiza a produção de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Economia de Comunhão (EdC)</strong> une dois conceitos fundamentais que, quando analisados juntos, ampliam nossa compreensão sobre o agir humano. A <strong>Economia</strong> é a ciência que organiza a produção de bens e serviços para atender a sociedade, garantindo que as pessoas vivam com dignidade. Em essência, é o estudo de como gerir recursos para que as necessidades básicas e sociais sejam supridas. Já a <strong>Comunhão</strong> está ligada ao valor ético e humano, conferindo significado e propósito ao que se realiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirada por <strong>Chiara Lubich</strong> (Movimento dos Focolares) e fundamentada em uma <a href="https://edc.com.br/quem-somos/#nosso-proposito" type="link" id="https://edc.com.br/quem-somos/#nosso-proposito" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura de reciprocidade</a>, a EdC propõe uma mudança cultural que conecta pessoas comprometidas em compartilhar propósitos e recursos no combate às desigualdades sociais, por meio de conceitos que transcendem o indivíduo e o conectam a algo maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A interconexão e a comum união na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar o entendimento, consideremos uma padaria. O pão produzido é fruto do trabalho de pessoas que se organizam e se relacionam. Embora sua finalidade imediata seja a nutrição, esse alimento também promove o encontro, a vida social e a partilha, em torno desse produto que chamamos de pão &#8211; a &#8220;comum união&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ciclo, porém, começa antes, no esforço do agricultor que cultiva o trigo. Ao trabalhar, ele não apenas garante seu sustento, mas compartilha o fruto de sua dedicação com a sociedade. Assim, o ser humano pode, por meio de sua escolha consciente, se incorporar ao mundo dos bens e serviços, realizando a comunhão de si mesmo de forma concreta. Na prática, o trabalho torna-se o meio consciente de se relacionar com as pessoas através do fruto de seu trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O novo significado do trabalho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a Economia de Comunhão redefine o conceito de trabalho?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim.</strong> Ela confere às ações econômicas um sentido mais profundo e uma nova consciência: que posso através do meu trabalho realizar a comunhão entre as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do padeiro e do agricultor, podemos observar o arquiteto: ele capta as necessidades de uma família e as transforma em um projeto. Naquela casa, estão as aspirações dos moradores e a essência do profissional; o produto final é fruto dessa partilha que se realizou mediante&nbsp; a comunhão das pessoas. O mesmo ocorre com o artista que compartilha a beleza em suas obras, o médico que oferece conhecimento para curar, o engenheiro que cria máquinas para facilitar a vida ou o professor que distribui conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a EdC acrescenta propósito, autoconhecimento e conexão ao trabalho, ressignificando as estruturas que o sustentam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo propósito para a economia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O agir econômico na EdC coloca o ser humano como o <strong>fim, </strong>o beneficiário dos bens e serviços, e não como um meio para atingir outros objetivos. Embora o lucro seja essencial para a sustentabilidade da atividade, não deve correr o risco de se tornar um fim em si mesmo. E isso acontece quando o lucro é colocado como um fim usando as pessoas para atingi-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclui-se que na cultura de Economia de Comunhão, a produção cria comunhão, em virtude dos bens e serviços entre quem produz e quem recebe. Existe uma reciprocidade que gera a união. Mesmo a valorização monetária — que deve ser justa — não retira o significado humano da atividade. Nessa cultura, valores como propósito e consciência da conexão interpessoal não são meros detalhes, mas partes integrantes do planejamento estratégico.  Então, a comunhão acontece de maneira importante no <strong>conceito que damos da economia: </strong> usando bens e serviços produzidos de forma consciente e não somente na partilha dos resultados. É essa nova cultura que define um aspecto importante da experiência feita pela Economia de Comunhão. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Rodolfo Leibholz, protagonista da Economia de Comunhão e autor do livro Navegar sobre a Economia. </em></p>
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		<title>&#034;A verdadeira natureza da Economia é a comunhão&#034;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 18:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[edc]]></category>
		<category><![CDATA[luigino bruni]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para celebrar seus 29 anos de existência, a Economia de Comunhão (EdC) no Brasil proporcionou a toda a sua rede de colaboradores e interessados um bate-papo virtual com Luigino Bruni, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para celebrar seus 29 anos de existência, a Economia de Comunhão (EdC) no Brasil proporcionou a toda a sua rede de colaboradores e interessados um bate-papo virtual com Luigino Bruni, renomado professor e economista italiano e também um precursor da EdC.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Durante cerca de 40 minutos, Bruni compartilhou com quase 300 participantes alguns pensamentos sobre o que podemos aprender com a crise em diferentes contextos.</span></p>
<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #993300;">Otimismo antropológico</span> </strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“Sairemos dessa crise com um otimismo antropológico porque as pessoas são melhores do que imaginamos”. </strong>Bruni destacou o compromisso dos europeus com o lockdown, por exemplo. E aqui certamente podemos nos referir às inúmeras histórias de solidariedade, invenções e reinvenções que resgataram nossa humanidade diante do isolamento.</span></p>
<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #993300;">A humilhação da economia</span> </strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“A economia teve que aceitar uma humilhação: ela não é o mais importante. Mais importante do que a economia é a vida”.</strong> Para Bruni, a economia foi obrigada a se deter, a se retirar por um momento, para que a vida fosse preservada. Evidente que alguns líderes entenderam isso mais do que outros a nível internacional, mas em maior ou menor escala, quase todo o globo viveu a experiência das quarentenas e do isolamento para o cuidado com a vida humana, deixando a economia em um segundo plano.</span></p>
<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #993300;">Isolamento e desigualdades marcam as novas gerações</span> </strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Bruni também analisou o comportamento das novas gerações perante a realidade da crise da saúde e da economia. De acordo com o economista, nossas crianças e jovens lidaram bem com o isolamento porque mesmo antes do coronavírus elas já estavam isoladas em casa com seus computadores e celulares por horas a fio.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sabemos que essa perspectiva não se aplica a boa parte da dos nossos jovens pelo fato de que a tecnologia ainda é artigo de luxo para muitos. E lá onde ela faltou, o isolamento foi, inclusive, bem precário. No entanto, o economista também destaca como o impacto da crise na educação das crianças e dos jovens exacerbou a realidade de desigualdade social. Enquanto uns têm acesso a internet, bons computadores e famílias que auxiliam no processo, outros ficam completamente aquém desses benefícios, com sério comprometimento do aprendizado.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“Portanto quando essa pandemia terminar, seremos mais desiguais do que antes”</strong>, concluiu Bruni sobre a questão.</span><br />
<div id="attachment_4992" style="width: 1722px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4992" class="wp-image-4992 size-full" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/luigino.png" alt="" width="1712" height="788" /><p id="caption-attachment-4992" class="wp-caption-text">Luigino Bruni conversa com cerca de 300 participantes da rede da EdC</p></div></p>
<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #993300;">A importância dos bens relacionais</span> </strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“Não podendo sair de casa, agora entendemos o que são os bens relacionais”,</strong> disse.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Rogério Cunha, proprietário de uma pizzaria em Manaus, exemplificou bem esse conceito ao compartilhar um depoimento com os participantes da conferência.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Perdemos 65% do nosso faturamento e veio um grande temor. Qual caminho adotar? E esses bens relacionais foram a base de um ótimo caminho. Partimos para renegociações com os fornecedores e sentimos uma receptividade da parte deles. E depois focamos em ações também com os colaboradores”, contou. E foi a partir desses relacionamentos construídos ao longo do tempo com os diversos públicos envolvidos no negócio que a pizzaria conseguiu se reerguer e absorver as novas demandas da entrega em domicílio. “Teve barmen que virou pizzaiolo para colaborar”, finalizou.</span></p>
<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #993300;">A verdadeira natureza da economia é a comunhão</span> </strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“Quando estamos em uma situação normal em relação à economia, às empresas e ao mercado pensamos em lucro, salários, incentivos econômicos. E nesses últimos meses percebemos o que realmente é a economia: uma grande rede de reciprocidade”</strong>.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com essa reflexão, Bruni lembrou que por conta da crise, agora a sociedade finalmente enxerga quais são os trabalhos essenciais e que um doente não se cura apenas com médicos, enfermeiros e hospitais, mas também com caminhoneiros, por exemplo. <strong>“Nos demos conta que sem essas pessoas teríamos morrido de fome dentro de casa”.</strong> E continua. <strong>“Se você olha o trabalho (diante dessa crise) você vê pessoas que se servem trabalhando. A crise nos faz ver que a comunhão não é uma superestrutura. Vimos que a comunhão é a verdadeira natureza da economia”</strong>.</span></p>
<h2><span style="color: #993300; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Mais necessária agora do que antes</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Antes de finalizar a conferência e após algumas intervenções dos participantes, Bruni ressaltou a força da rede de EdC.</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>“É muito evidente que a EdC é muito mais necessária agora do que antes. Serão meses e anos difíceis à nossa frente, mas essa situação nos mostra a força da rede. Existimos há 29 anos e construímos algo que agora é muito importante para nós e para todos”,</strong> finalizou.</span><br />
Confira abaixo a transmissão na íntegra! E <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZChCkiCEn7Mn3hNTMMscv_4yQ7pldH_rLmGSV-rPcTak5Fw/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer">deixe aqui a sua opinião</a> sobre o conteúdo.<br />
<iframe loading="lazy" title="A natureza inesperada da Economia | Uma roda de conversa com Luigino Bruni" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/gnFtPm2MIVY?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Comunhão que vai e volta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 19:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Supera]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[supera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tarcivan Tavares tem 28 anos, é natural de Parintins no interior do Amazonas e atualmente reside em Manaus para cursar Odontologia na Universidade Estadual do Amazonas. O jovem estudante participa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Tarcivan Tavares tem 28 anos, é natural de Parintins no interior do Amazonas e atualmente reside em Manaus para cursar Odontologia na Universidade Estadual do Amazonas.</span><br />
<span style="color: #000000;">O jovem estudante participa do Programa de Superação da Vulnerabilidade Econômica (Supera), protagonizado pela Economia de Comunhão, pelo qual recebe um auxílio para os custos com sua educação e para realizar o sonho de ser um dentista.</span><br />
<span style="color: #003366;">“A Economia de Comunhão é uma parceira que caminha comigo em busca desse sonho. Cada centavo dessa ajuda é transformado em um suspiro de esperança para realizá-lo.”</span><br />
<span style="color: #000000;">Abaixo, Tarcivan compartilhou conosco o quão desafiador foi deixar o interior em sua condição humilde para ingressar em um curso tradicionalmente caro, consumista e competitivo, mesmo em uma universidade pública. </span><br />
<span style="color: #000000;">Foi nesse ambiente de muitos obstáculos que pode colocar em prática uma experiência de comunhão, tão presente em sua história. Vale ler até o final! </span><br />
&#8212;<br />
<span style="color: #000000;"><em> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3733 alignleft" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/tarcivan-291x300.png" alt="" width="291" height="300" /><span style="color: #003366;">“O curso de Odontologia no Brasil é um curso bastante caro. É preciso ter seus próprios materiais para as atividades práticas e é comum ver alunos desistirem na metade do caminho por falta de recursos para comprá-los. No inicio do período passado, por exemplo, a lista de materiais chegou a quase R$ 7 mil reais.</span></em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Foi nessa ocasião que encontrei um amigo que estava triste e muito preocupado, pois as aulas estavam prestes a começar e ele não tinha como comprar os itens. Eu também não estava tão diferente dele, porém estava confiante que algum caminho se abriria. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Na mesma semana, tive contato com uma amiga de longa data, de uma família bem estruturada financeiramente, que também estudava odontologia, e repentinamente me procurou em uma rede social para saber como estava. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Nesse breve bate-papo contei um pouco da minha vida e sobre a tal lista de materiais do período. Sabendo dos custos e da minha dificuldade, ela resolveu doar praticamente todo o seu material que estava sem uso em casa, pois já havia concluído a faculdade. Estimo que a doação foi por volta de R$ 4 mil reais em materiais! </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Fiquei muito aliviado, porém no mesmo instante lembrei que eu tinha um amigo que também passava por dificuldades e que eu não podia virar as costas para ele naquele momento. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Quando chegou a caixa com os materiais, confesso que até fiquei tentado a resolver meu problema e esquecer do meu amigo. Mas foi quando me lembrei da Economia de Comunhão. Mais do que ajudar com dinheiro, o projeto me ensinou a compartilhar, a ter um compromisso com a felicidade do meu próximo. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>No mesmo dia que a caixa de materiais chegou em casa, chamei aquele amigo, espalhei tudo em cima da mesa e disse a ele: “pode pegar o que você precisar, o que tiver em dobro, um é seu, outro é meu.” </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Ele ficou sem acreditar e questionou o que eu estava fazendo. Disse, então, que o que estava ali era fruto de uma comunhão e eu não podia usar sozinho. Juntos, conseguimos fechar praticamente nossa lista de materiais. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>E é assim que o Supera me ajuda a olhar com olhos novos meus objetivos e também cada pessoa que está ao meu redor. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>O fato de estar cursando uma universidade e buscar um futuro diferente do contexto em que estou – de status financeiro, carro do ano e bens materiais como degraus para a felicidade &#8211; devo ao Supera que entrou em minha vida, renovou meus propósitos e me faz pensar no outro de forma justa. </em></span><br />
<span style="color: #003366;"><em>Com o projeto eu consigo ver verdadeiramente que não podemos ser felizes enquanto o irmão ao lado sofre. Com o Supera tenho esperanças e sei que faço parte de uma comunidade que vive por um mundo mais justo e fraterno.&#8221;</em></span><br />
&nbsp;<br />
<span style="color: #000000;"><a href="http://www.anpecom.com.br/comunhaoeacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contribua com o Supera</a> e protagonize histórias de superação como a do Tarcivan. </span><br />
&nbsp;<br />
<span style="color: #000000;"><em> </em></span></p>
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