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	<title>Arquivos estilo de vida - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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		<title>Economia de Comunhão como estilo de vida. O que isso significa?</title>
		<link>https://edc.com.br/engajamento-cultural/economia-de-comunhao-como-estilo-de-vida-o-que-isso-significa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 16:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engajamento cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver por um mundo mais justo e fraterno é uma escolha diária, proporcionada pela escolha da Economia de Comunhão como estilo de vida. </p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/engajamento-cultural/economia-de-comunhao-como-estilo-de-vida-o-que-isso-significa/">Economia de Comunhão como estilo de vida. O que isso significa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Viver por um mundo mais justo, regenerativo e fraterno é uma escolha diária que encosta em todas as arestas do nosso cotidiano, seja no trabalho, nos estudos, na família, na administração de casa, nos momentos de êxito ou nas dificuldades. </span></p>
<div id="attachment_6477" style="width: 210px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6477" class="wp-image-6477 size-medium" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ana-paula-foto-200x300.jpg" alt="família Ana Paula e Fernando" width="200" height="300" /><p id="caption-attachment-6477" class="wp-caption-text">Família de Ana Paula e Fernando.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://edc.com.br/quem-somos/#nossa-origem" target="_blank" rel="noopener">Economia de Comunhão</a> é um movimento econômico, você já sabe, e por isso impacta diretamente empreendedores, empreendedoras e suas empresas. Mas, a EdC é também um movimento cultural capaz de propor aos cidadãos e cidadãs novas decisões por uma nova economia que começa, sim, dentro de casa, e transborda para as empresas e comunidades ao nosso redor. </span></p>
<p>De fato, para Ana Paula Luna e Fernando Andrade, de Recife, viver a cultura da Economia de Comunhão é um assunto de família. “Conscientizamos nossos filhos a <strong>não serem consumistas e a observarem a necessidade de cada pessoa</strong> que trabalha conosco, que presta algum serviço ou mesmo que precisa de ajuda financeira, pois sentimos que os bens não são apenas nossos e devem ser compartilhados com o próximo”, nos contam.</p>
<div id="attachment_6478" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6478" class="wp-image-6478 size-medium" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2021/08/whatsapp-image-2021-08-03-at-15-20-24-300x200.jpeg" alt="família Jomery" width="300" height="200" /><p id="caption-attachment-6478" class="wp-caption-text">Família de Jomery.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">É também nos pequenos gestos que Jomery Nery, advogado de Maceió, procura reduzir os efeitos provocados pelas desigualdades sociais. “Nas minhas relações pessoais, procuro ter um <strong>olhar mais atento aos mais vulneráveis</strong>, exercitando o compartilhamento não apenas de bens, mas também dedicando tempo, atenção, etc, e procuro transmitir isso aos meus filhos, ensinando que as necessidades dos outros devem ser uma medida importante para as nossas necessidades também”, acrescenta.</span></p>
<div id="attachment_6479" style="width: 235px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6479" class="wp-image-6479 size-medium" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2021/08/fernando-cassiolato-foto-225x300.jpeg" alt="família Fernando Cassiolato" width="225" height="300" /><p id="caption-attachment-6479" class="wp-caption-text">Família de Fernando Cassiolato.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse olhar atento ao redor e os cuidados com as finanças foram inseridos na vida do jovem pai Fernando Cassiolato desde a infância. “Desde pequeno meus pais me ensinaram e demonstraram a importância do trabalho e controlar as finanças da família. Três fatos me marcaram sobre isso: pedirem para eu anotar meus gastos, dar-me a responsabilidade de escolher alguns produtos quando íamos ao mercado e incentivar que eu doasse parte do que tinha no meu cofrinho a quem necessitasse, o que fazia com frequência”, compartilha conosco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cassiolato diz que após o casamento, apesar dos rendimentos baixos, o casal manteve o olhar atento às necessidades de quem estava ao seu redor. “Os anos se passaram, crescemos na vida profissional, vieram três filhos, mas ainda mantemos o mesmo estilo de vida. E junto aos preceitos e propostas da cultura EdC desenvolvemos a cada dia, tanto em família como individualmente, esse olhar atento ao próximo. Por isso procuramos mensalmente fazer a comunhão de bens com quem necessita e contamos frequentemente com ajudas inesperadas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha de ser um cidadão ou uma cidadã por uma nova economia, como exemplificado por nossos entrevistados e entrevistadas, é a base da cultura da Economia de Comunhão. </span><strong>E é assim que nos exprimimos, inclusive, em nosso manifesto: </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Manifesto da Economia de Comunhão" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/8trIQmfzc1g?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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