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	<title>Arquivos redução da pobreza - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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	<title>Arquivos redução da pobreza - edc</title>
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		<title>Quanto é preciso para erradicar a pobreza?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 13:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Comunhão e Ação 2021]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) inspirou essa nossa provocação: quanto é preciso para erradicar a pobreza no Brasil? É claro que não há uma resposta [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/quanto-e-preciso-para-erradicar-a-pobreza/">Quanto é preciso para erradicar a pobreza?</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) inspirou essa nossa provocação: quanto é preciso para erradicar a pobreza no Brasil? É claro que não há uma resposta objetiva para um contexto tão complexo. O objetivo do estudo, de fato, foi apresentar </span><b>simulações para o futuro das transferências não contributivas de renda no país</b><span style="font-weight: 400;">, com seus possíveis custos e impactos sobre a pobreza e a desigualdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As simulações contemplaram três cenários distintos de adoção de modelos de benefícios não contributivos: um focalizado, pago aos mais pobres; um universal, pago indistintamente a todos os brasileiros; e um híbrido, com um componente pago universalmente às crianças e adolescentes de até 18 anos e um componente focalizado, pago aos mais pobres acima dessa idade. Todos os modelos foram analisados em três cenários orçamentários também: R$ 58 bilhões/ano, R$ 120 bilhões/ano e R$ 180 bilhões/ano.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Vale conferir o estudo</span><a href="https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/pubpreliminar/210521_publicacao_preliminar_a_reformulacao_das_transferencias.pdf" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">completo aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. Mas deixamos a seguir, um trecho dos seus resultados.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="color: #800000;"><b>Os resultados</b></span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os modelos focalizado e – em menor grau – híbrido acarretariam reduções da pobreza e da desigualdades em relação ao Programa Bolsa Família atual nos três cenários orçamentários, com efeitos crescentes conforme a disponibilidade de recursos. Por exemplo, no cenário de R$ 58 bilhões/ano, o</span></i><a href="https://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&amp;id=2048:catid=28" target="_blank" rel="noopener"> <i><span style="font-weight: 400;">coeficiente de Gini</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;"> cairia 1,3% no modelo focalizado e 0,8% no híbrido, ao passo que a pobreza medida pela linha de PPC$ 1,90/dia (R$ 150 por mês) diminuiria 0,6 p.p. e 0,3 p.p., respectivamente. No cenário de R$ 180 bilhões/ano, o Gini recuaria 7,2% no modelo focalizado, que </span></i><b><i>também reduziria a extrema pobreza praticamente a zero</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, enquanto o modelo híbrido derrubaria a desigualdade em 6% e a pobreza em 3 p.p., trazendo-a de 6,2% (com o PBF atual em 2019) para 3,2%.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Será que R$ 180 bilhões/ano seriam suficientes para erradicar a pobreza no Brasil? Acreditamos que esta é uma resposta bastante simplista e que a pobreza deve ser compreendida com toda a sua complexidade.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Por isso, mais do que estimar valores monetários, entendemos que para erradicar a pobreza é necessária uma boa receita de </span><b>“valores” e oportunidades de crescimento humano.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entendemos que a pobreza não significa apenas a privação de recursos materiais, mas também ausência de acesso a recursos relacionais, emocionais, afetivos, sociais, políticos. Tais privações comprometem o florescimento humano das pessoas e das suas potencialidades, gerando a vulnerabilidade econômica, que é apenas a ponta do iceberg.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Para erradicar a pobreza é preciso muito mais do que maior circulação de renda e melhor acesso a recursos econômicos. É preciso facilitar processos de florescimento das capacidades humanas, no qual as pessoas acessam o seu poder interno de protagonizar suas vidas e juntas, em conexão, e acessam o poder compartilhado de gerar mudanças políticas e sociais. A mudança sistêmica começa por aqui. É preciso redesenhar e experimentar novas formas de distribuir recursos que geram autonomia e protagonismo político e social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nossos 30 anos de atuação, compreendemos que uma cultura de encontro, aquela que nos faz reconhecer como parte de uma única comunidade global, é a chave que aciona a potência do ser humano. Para nós, é essa cultura que faz </span><b>emergir uma nova forma de pensar e também de fazer negócios.</b> <b>É ela que desabrocha e promove superação e pode potencializar processos compromet</b><span style="font-weight: 400;">idos com a erradicação da pobreza.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Por isso, quando compartilhamos vulnerabilidades e oportunidades geramos um ciclo de florescimento que realiza uma comunhão concreta de recursos materiais, de talentos e o mais importante e central: da própria existência.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">São esses os verdadeiros valores, para a <a href="https://edc.com.br/anpecom/quem-somos/" target="_blank" rel="noopener">Economia de Comunhão</a>, capazes de erradicar a pobreza.</span></p>
<h3><em><span style="font-weight: 400; color: #800000;">Estamos juntos?</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Contamos com a sua contribuição para colocar em prática esse movimento de comunhão: promover o encontro entre vulnerabilidades e oportunidades, em busca de equidade. </span><br />
<span style="font-weight: 400;">A <a href="https://edc.com.br/comunhao-e-acao-2021-uma-grande-acao-de-financiamento-coletivo-pela-erradicacao-da-pobreza/" target="_blank" rel="noopener">Campanha Comunhão e Ação</a> já começou! Por meio dela a Economia de Comunhão no Brasil financia projetos de empreendedorismo e florescimento humano comprometidos com a erradicação da pobreza.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Junte-se a nós!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href='#bit.ly/comunhaoeacao2021' class='small-button smallred' target="_blank">Faça sua contribuição</a>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-pm-slice="1 1 []"><a href="https://click2giv.com/project/comunhao-e-acao-eb92" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #800000;"><strong>Campanha Comunhão e Ação</strong></span></a></h2>
<p>Associação Nacional por uma Economia de Comunhão<br />
CNPJ: 07.638.735/0001-94<br />
Banco do Brasil<br />
Agência: 2665-4<br />
Conta corrente: 38788-6<br />
PIX (e-mail): <a class="ProsemirrorEditor-link" href="mailto:comunhaoeacao@anpecom.com.br">comunhaoeacao@anpecom.com.br</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><br />
<span style="font-weight: 400;"> </span><br />
<span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como as empresas da Economia de Comunhão trabalham pela redução da pobreza?</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/como-as-empresas-da-economia-de-comunhao-trabalham-pela-reducao-da-pobreza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 17:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[dimaco]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de impacto]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[VSM Gestão Contábil e Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando lançou a ideia da Economia de Comunhão em 1991, italiana Chiara Lubich sequer tinha conhecimento do que eram “negócios de impacto”. Ao observar a “coroa de espinhos” formada pelas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando lançou a ideia da Economia de Comunhão em 1991, italiana <a href="http://www.focolares.org.br/chiaralubich/quem-e-chiara-lubich/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Chiara Lubich</u></a> sequer tinha conhecimento do que eram “negócios de impacto”. Ao observar a “coroa de espinhos” formada pelas favelas que envolviam a cidade de São Paulo, propôs aos empresários e às empresárias do Brasil e do mundo que suas empresas trabalhassem com o objetivo de reduzir a pobreza. Foi uma “inspiração” sensível ao contexto socioeconômico e não propriamente o lançamento de uma nova teoria.<br />
Hoje, quase 30 anos depois, <strong><span style="color: #800000;">a Economia de Comunhão é um movimento cultural e econômico, de atuação prática e acadêmica, e também parte integrante do ecossistema de negócios de impacto.</span> <span style="color: #800000;">Nossas empresas são comprometidas com a redução da pobreza a partir do compartilhamento de recursos materiais e imateriais e nessas quase três décadas geramos impacto social positivo não apenas em projetos sociais de nível local e nacional, mas também implementando uma nova cultura de gestão dentro das nossas companhias e junto aos nossos colaboradores.</span> </strong>Essa cultura de gestão, na verdade, tem raízes em uma de nova cultura social, que todos os membros da Economia de Comunhão assumem como própria e possui condições de minar as raízes da desigualdade. A pobreza é um fenômeno multidimensional e requer de nós um pensar e um agir complexos. Não basta atuar sobre suas causas. Precisamos modificar os paradigmas que a retroalimentam.</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">E qual é o diferencial da Economia de Comunhão?</span> </strong></h2>
<p>A Economia de Comunhão deseja causar impacto mudando a vida das pessoas<strong>. Só assim, acreditamos, mudaremos as empresas, a cultura e o mundo.</strong><br />
Por isso, o conceito de comunhão é tão significativo na cultura de uma empresa EdC. É ela que cria empatia e relacionamentos genuínos entre acionistas, líderes, colaboradores, fornecedores e comunidade e propicia um ambiente de compartilhamento de dons, capacidades, soluções, dificuldades, desafios e fragilidades.<br />
Desse ciclo de comunhão, nasce também a <strong>comunhão dos recursos</strong>, um composto importante, mas não o único, empregado na superação de situações de vulnerabilidade econômica, do lado de dentro ou de fora da empresa. <span style="color: #800000;"><strong>Propõe-se a substituição de relações assistenciais por relações de reciprocidade</strong></span>. Quem doa e quem recebe tem igual valor.</p>
<h4><a href="https://edc.com.br/anpecom/o-que-fazemos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça os projetos que recebem a comunhão dos recursos da EdC no Brasil</a></h4>
<p>As experiências de comunhão do empresário German Jorge, à frente da <a href="http://www.dimaco.com.ar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dimaco</a>, empresa argentina de materiais de construção e integrante da Economia de Comunhão, ilustram bem esse ciclo.<br />
A empresa faz a comunhão de recursos com iniciativas de incubação de outras empresas, contribui com os projetos globais da EdC, participa de redes internacionais por empresas mais sustentáveis, como o<a href="https://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <u>Pacto Global</u></a> e se envolve especialmente com a redução da pobreza nas comunidades locais próximas à Dimaco.<br />
<div id="attachment_5277" style="width: 386px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5277" class="wp-image-5277" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mitre-300x174.png" alt="" width="376" height="218" /><p id="caption-attachment-5277" class="wp-caption-text">Quadra reformada do complexo esportivo no Bairro Mitre</p></div><br />
Graças a cultura de comunhão da empresa e dos valores do seu líder, a companhia já investiu em projetos como da Petropack, doando recursos para compra de materiais e pagamento de professores em cursos de capacitação de pedreiros; também contribuiu com recursos materiais para a construção de um complexo comunitário esportivo no bairro Mitre, nas proximidades; colaborou com a construção de uma nova cozinha no Centro Social La Casitta Estrella que oferece oficinas de culinária e costura para aumentar a geração de renda; e apenas para citar mais uma iniciativa, também doou recursos para a construção de um espaço adequado para os produtores de mel da região.<br />
Para justificar as iniciativas, German Jorge é enfático. <strong><span style="color: #800000;">&#8220;O importante para nós não é fazer grandes negócios. O importante é tornar esses negócios grandes o suficiente para melhorar o mundo, ajudar muitas pessoas a serem mais felizes, e também nos tornar mais felizes enquanto fazemos isso”</span></strong>.</p>
<h2></h2>
<h2><strong><span style="color: #800000;">E se a empresa não consegue realizar a comunhão de recursos materiais?</span> </strong></h2>
<p>Se a comunhão dos recursos é um dos aspectos da Economia de Comunhão, também é verdade que outros três princípios têm igual valor para suas empresas: a cultura e a governança corporativa; a gestão da cadeia de valor e a gestão dos colaboradores. Dois relatos de uma empresa de contabilidade no norte do Brasil ilustram esses demais aspectos.<br />
<div id="attachment_5278" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5278" class="wp-image-5278 size-medium" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/whatsapp-image-2020-08-12-at-22-17-14-1-300x238.jpeg" alt="" width="300" height="238" /><p id="caption-attachment-5278" class="wp-caption-text">Equipe da VSM</p></div><br />
Ao levar cestas básicas para a família da senhora que faz a limpeza da empresa, a empresária Vânia Trindade, fundadora da VSM Gestão Contábil e Empresarial, em Belém, no Para, se deparou com um contexto social desafiador. Diante do enfrentamento de tamanha pobreza, não há espaço para os sonhos e a vida segue sem grandes planejamentos. Quando chega uma situação inesperada, falta dinheiro para comer no próximo mês, ou no próximo dia.<br />
Foi então que Trindade teve a ideia de chamar alguns dos seus funcionários de funções mais operacionais e pedir para que escrevessem em uma folha de papel algo que gostariam de realizar e, ao lado, quanto, mais ou menos, aquela meta custaria. Uma disse que queria colocar lajotas na casa, um outro queria móveis para o quarto, etc.<br />
“Então fiz a proposta: para cada valor que eles depositassem para realizar aquele sonho, eu  depositaria 10% para contribuir, todo mês. Se juntassem 500, eu acrescentaria 50. E mostrei em quanto tempo elas conseguiriam alcançar o sonho a partir daquelas reservas. Dessa forma, busquei mostrar o quanto essas pessoas são amadas pela empresa”, disse Trindade.<br />
Percebendo ainda o quanto o analfabetismo funcional é uma realidade entre alguns profissionais, Trindade também colocou em prática um programa de desenvolvimento pessoal um pouco diferente. Propôs aos colaboradores que avaliassem juntos a dificuldade de um tema e a empresa se comprometeria em comprar livros para que todos pudessem aprender mais sobre o assunto. Na etapa seguinte, o programa inclui “fatiar” um livro em capítulos para que cada colaborador leia uma parte.  E, de 15 em 15 dias, a empresa realiza um sorteio para que um dos profissionais explique o seu capítulo. Se a pessoa não leu, a reunião tem que ser remarcada e esse compromisso estimula a leitura. Livros, inclusive, são uma forma de gratificação “salarial” na empresa.<br />
“Quando faço essa contribuição para o meu colaborador, sei que estou contribuindo para a comunidade, porque vou impactar a vida dele, da família, dos filhos. E ele entende que existe um valor maior que é ele sendo visto como o centro da empresa e não um <span style="color: #800000;">meio.</span> Ele faz parte do processo”, completou Trindade.<br />
&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">Portanto, como medir os impactos pela redução da pobreza nas empresas EdC ?</span> </strong></h2>
<p>De acordo com Maria Helena Faller, presidente da Associação Nacional das Empresas de Economia de Comunhão é possível medir os impactos das ações das empresas EdC  pela redução da pobreza em duas dimensões:</p>
<ul>
<li><span style="color: #800000;">Implementação da cultura de comunhão na gestão da empresa. E aqui cabe ressaltar que na EdC não separamos distribuição e produção, ou seja, todo o processo precisa ser fraterno e inclusivo.</span></li>
<li><span style="color: #800000;">Destinação de recursos para projetos de redução da pobreza, sejam eles mantidos pela Anpecom ou pelas comunidades locais nas quais as empresas se inserem.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>“A pobreza é um fenômeno complexo e demarcado por decisões políticas e culturais que a agravam e radicalizam. Nosso trabalho é atuar sobre ela de forma inteligente: queremos e geramos uma nova cultura social, fundamentada na comunhão. As pessoas são comunhão em sua essência, nascem e morrem se relacionando, dando e recebendo. E a economia é o espaço de relação por excelência, da realização do trabalho, da construção da existência. É ali que podemos gerar grandes mudanças. Por isso, propomos e fazemos empresas que tornam essa cultura social, governança e gestão possíveis. Desafiamos paradigmas com ações inovadoras e inteligentes. Temos resultados potencializados e sustentáveis, porque concebidos em equilíbrio. Porém, é preciso ser rápido e realizar justiça social hoje, a partir do que temos e do que podemos fazer.  Quem é atingido pelo fenômeno da pobreza não pode esperar&#8230; Precisa se alimentar hoje, viver hoje, empreender hoje. Por isso, investimos fortemente em projetos de educação empreendedora e de redistribuição de renda. O mundo precisa mudar hoje, agora, depende de nós. Nossa ação deve ser complexa e olhar os problemas em 360 graus, minando-os por todos os lados.&#8221; Maria Helena Faller, presidente da Associação Nacional das Empresas de Economia de Comunhão.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;<br />
A cultura de comunhão tem tudo a ver com os seus valores e com a sua empresa?<br />
Entre em contato com a Anpecom e conheça mais sobre a Economia de Comunhão.<br />
<a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=554198912662"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5276" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/08/contato-whatsapp-copia-300x89.png" alt="" width="300" height="89" /></a><br />
&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimento social privado: fique por dentro deste conceito</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/investimento-social-privado-fique-por-dentro-deste-conceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 18:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[investimento social privado]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade sociail]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando alguém ou alguma empresa realiza um investimento social privado, se torna, senão completamente responsável por mudanças significativas para a sociedade, uma parte importante destas mudanças. Descubra tudo o que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém ou alguma empresa realiza um investimento social privado, se torna, senão completamente responsável por mudanças significativas para a sociedade, uma parte importante destas mudanças. Descubra tudo o que você precisa saber sobre investimento social privado:</p>
<h2><span style="color: #993300;"><strong>O que é investimento social privado?</strong></span></h2>
<p>É um investimento realizado por pessoas físicas ou jurídicas que têm como objetivos principais o auxílio na criação de uma sociedade mais justa e igualitária; a redução de desigualdades e a tentativa de solução de problemas graves e impeditivos para o desenvolvimento do país.<br />
<strong>Uma ressalva fundamental</strong><br />
O investimento social privado não é assistencialismo.<br />
É uma tendência que ronda empresários brasileiros já há alguns anos, conquistando cada vez mais espaço com o passar do tempo, principalmente entre fundações, organizações e empresas de todos os tamanhos. Empresas que realizam investimento social privado, financeiro ou não, são empresas preocupadas com temáticas desafiadoras e de extrema relevância para a sociedade. Os principais investimentos neste modelo estão voltados a reformas culturais, educacionais, da saúde e do meio ambiente, por exemplo. Uma das facetas da responsabilidade social, o repasse voluntário de recursos privados para projetos de interesses públicos só atinge seus reais objetivos quando planejado e monitorado com cautela e máxima atenção pelo(a) investidor(a).</p>
<h2><span style="color: #993300;">Ainda sobre planejamento: sua importância no investimento social</span></h2>
<p>É prioridade para o investimento social privado a execução de um planejamento estratégico por parte de quem irá investir. Este planejamento deve estar alinhado às diretrizes internas de responsabilidade social da empresa ou instituição e também às estratégias de negócios. Somente com ele será de fato possível a obtenção de resultados sustentáveis e com real impacto e movimentação a favor da transformação da sociedade.<br />
O que é necessário para um investimento social privado<br />
Além de planejamento estratégico, também são imprescindíveis:<br />
<strong>&#8211; o acompanhamento de cada etapa do investimento e de suas consequências;</strong><br />
<strong>&#8211; a avaliação das ações e de cada resultado obtido com cada uma delas;</strong><br />
<strong>&#8211; o envolvimento da comunidade relacionada ao projeto no qual está investido o capital social privado.</strong><br />
É válido lembrar que realizar um investimento social privado significa muito mais do que somente atuar no repasse de verbas, seja em prol de uma causa mais ampla ou de alguma bastante específica.</p>
<h2><span style="color: #993300;">Razões para realizar um investimento social privado</span></h2>
<p>Seja feito por pessoa física ou por pessoa jurídica, o investimento social privado não terá como prioridade o retorno financeiro, mas sim o incentivo às mudanças fundamentais para a evolução da sociedade e melhorias nas vidas de crianças, jovens e adultos desta e das próximas gerações. O suporte e o incentivo ao conhecimento, à educação e ao aperfeiçoamento profissional também são outras justificativas de muitos investimentos sociais privados, além da sede pelo crescimento econômico sustentável do país: uma consequência da redução de desigualdades e da ampliação das oportunidades.<br />
<strong>Empresas &#8211; pessoas jurídicas &#8211; que realizam um investimento social privado, além das razões já mencionadas, também investem pelos seguintes motivos:</strong><br />
&#8211; têm mais possibilidade de se posicionarem como agentes facilitadores de transformações sociais e de, através dos investimentos, enfatizarem a sua responsabilidade social e reforçar seu posicionamento;<br />
&#8211; têm a oportunidade de vincular seu nome ou marca a projetos importantes e que colaboram para oferecer uma vida melhor principalmente às pessoas em situação de risco e/ou pobreza;<br />
&#8211; têm poder de mobilização do público geral e de quem consome seus produtos ou serviços em prol de causas sociais;<br />
&#8211; fortalecem seu relacionamento em comunidades com as quais estão envolvidas;<br />
&#8211; muitas têm a possibilidade de abatimento fiscal: um formato de dedução fiscal &#8211; abstinência do pagamento de impostos &#8211; através de leis, fundos e entidades públicas. Para que uma empresa investidora social obtenha a dedução fiscal, deve contar com um advogado e outros profissionais que atuem na área para pesquisa das leis, fundos e entidades aos quais será possível enviar o capital; para cadastro de projetos de investimento social privado, para sua aprovação e para sua posterior captação de recursos.<br />
A Anpecom conta com o investimento de empresas e pessoas físicas para subsidiar projetos de desenvolvimento social e empreendedorismo de impacto. Entre em contato para saber mais sobre a <a href="https://edc.com.br/economia-de-comunhao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Economia de Comunhão</a>.</p>
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