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	<title>Arquivos comunidades ribeirinhas - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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	<title>Arquivos comunidades ribeirinhas - edc</title>
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		<title>Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva reuniu comunidades indígenas, ribeirinhas, de fé e empresariais para dialogar e agir pela Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 19:26:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://edc.com.br/amazonia-viva/forum-socioeconomico-ambiental-amazonia-viva-reuniu-comunidades-indigenas-ribeirinhas-de-fe-e-empresariais-para-dialogar-e-agir-pela-amazonia/">Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva reuniu comunidades indígenas, ribeirinhas, de fé e empresariais para dialogar e agir pela Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;"><em>Fórum realizado pela Economia de Comunhão, em parceria com o Sistema B, na Amazônia, mostrou que economia, fé e Justiça Climática tem tudo a ver e podem trabalhar em conjunto pelo florescimento humano e desenvolvimento sustentável na região.  </em></p>
<p style="font-weight: 400;">A Economia de Comunhão, em parceria com o Sistema B, realizou em Manaus (AM), o Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva, nos dias 5 e 6 de abril. O evento aconteceu em um modelo disruptivo, dividido em três momentos: um dia de imersão na comunidade ribeirinha de Arara, no baixo Rio Negro, um encontro entre lideranças ecumênicas e inter-religiosas da região e um momento “banzeiro”, uma tarde de reflexões e diálogo.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Fórum fez parte do segundo ciclo do <a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" target="_blank" rel="noopener">projeto Amazônia Viva</a>, desenvolvido pela edc, em parceria com o <a href="https://sistemabbrasil.org" target="_blank" rel="noopener">Sistema B Brasil</a>, que busca conectar as agendas da economia, da fé e da Justiça Climática na Amazônia, ao apoiar o empreendedorismo de base comunitária e o florescimento humano em comunidades ribeirinhas e indígenas, além de gerar e disseminar conhecimento e formar e informar para que todas as pessoas conheçam a Amazônia pelo olhar dos seus povos.</p>
<p style="font-weight: 400;">No dia 5 de abril, a programação aconteceu na comunidade ribeirinha de Arara, no baixo Rio Negro. O grupo de cerca de 40 pessoas, de diversas regiões do Brasil, foi calorosamente recebido pelas lideranças comunitárias de Arara. Após um delicioso café da manhã regional, seguiu-se um momento de escuta junto à comunidade. Em suas falas, a exaltação da floresta, do Rio Negro e das suas tradições, e as inúmeras dificuldades que enfrentam: falta de emprego, ineficiência dos equipamentos públicos de saúde e educação, isolamento por causa da seca e da pandemia.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://edc.com.br/amazonia-viva/imersao-em-comunidade-ribeirinha-do-baixo-rio-negro-marca-primeiro-dia-do-forum-socioeconomico-ambiental-amazonia-viva/">Acesse a matéria completa sobre a imersão na comunidade ribeirinha</a>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><strong>Encontro Ecumênico e Inter-Religioso para Lideranças</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">No dia seguinte, 6, aconteceu pela manhã o<strong> Encontro Ecumênico e Inter-Religioso para Lideranças</strong>, realizado no <a href="https://cultura.am.gov.br/espacos-culturais/centros-culturais/centro-cultural-dos-povos-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Centro Cultural dos Povos da Amazônia</a>. Na ocasião, pessoas de diferentes matrizes religiosas dialogaram sobre como as diversas perspectivas de fé podem inspirar e agir pelo cuidado com a Amazônia, sem perder de vista um <strong>profundo respeito pela cultura dos povos originários e tradicionais</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Por que lideranças religiosas?</strong> A ideia desse momento de interação nasceu da consciência de que as comunidades de fé têm capilaridade, credibilidade e influência, especialmente junto às pessoas mais vulnerabilizadas e acabam por cumprir, muitas vezes, o papel do Estado em termos de serviços sociais. “Nosso desejo é promover uma cultura de encontro. Queremos aproximação, acolhida, escuta. Sentimo-nos agentes de transformação, por isso propusemos este encontro”, explicou Maria Clézia Pinto, coordenadora do Projeto Amazônia Viva, na abertura do evento.</p>
<p><div id="attachment_234020" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234020" class="wp-image-234020 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9263.jpg" alt="Diálogo em grupos." width="1500" height="999" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9263.jpg 1500w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9263-1280x852.jpg 1280w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9263-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9263-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1500px, 100vw" /><p id="caption-attachment-234020" class="wp-caption-text">Diálogo em grupos.</p></div><div id="attachment_233971" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233971" class="wp-image-233971 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9338-Media.jpeg" alt="" width="480" height="640" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9338-Media.jpeg 480w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9338-Media-225x300.jpeg 225w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><p id="caption-attachment-233971" class="wp-caption-text">Cristian, da REPAM, conduz dinâmica com lideranças religiosas</p></div> Diálogo em grupos</p>
<p style="font-weight: 400;">Cerca de 50 pessoas participaram desta manhã, que teve como ponto alto momentos de reflexão pessoal e em grupo, liderados por Diego Aguiar e Cristian Varela, respectivamente coordenador de articulação da Secretaria Executiva e coordenador do Núcleo de Diálogo Ecumênico e Inter-Religioso da<a href="https://repam.org.br" target="_blank" rel="noopener"> Rede Eclesial Pan-Amazônica</a> (REPAM).</p>
<p style="font-weight: 400;">A partir da pergunta <strong>“Como o compromisso com a sua fé tem lhe inspirado a promover uma economia équa e fraterna, com mais justiça climática?”</strong> os diversos grupos subiram ao palco para apresentar seus pensamentos e ideias sobre a contribuição das comunidades de fé. Muitos destacaram a importância da fé como propulsora do sentimento de comunidade, transformação social e do cuidado com a ‘casa comum’.  E ainda teve quem disse que era preciso<strong> “reflorestar nossas mentes”</strong>, especialmente com formação e informação para conseguir, de fato, viver pela sustentabilidade na Amazônia.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Cristo é aquele que se aproxima das minorias, que faz cabana conosco, que nos envia a sermos sementes, mais do que colonizadores ou coletores”, ressaltou o reverendo Iuri Lima, diácono da Igreja Anglicana e membro da Rede Ecumênica Amazonizar.</p>
<p><div id="attachment_234018" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234018" class="wp-image-234018 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9258.jpg" alt="Apresentação das reflexões" width="1500" height="999" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9258.jpg 1500w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9258-1280x852.jpg 1280w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9258-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9258-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1500px, 100vw" /><p id="caption-attachment-234018" class="wp-caption-text">Apresentação das reflexões.</p></div><div id="attachment_234019" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234019" class="wp-image-234019 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9267.jpg" alt="Apresentação das reflexões" width="1500" height="999" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9267.jpg 1500w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9267-1280x852.jpg 1280w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9267-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9267-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1500px, 100vw" /><p id="caption-attachment-234019" class="wp-caption-text">Apresentação das reflexões</p></div></p>
<p style="font-weight: 400;"></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2 style="font-weight: 400;"><strong>Banzeiro por uma Amazônia Viva </strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">A tarde do dia 6 foi dedicada ao chamado <strong>Momento Banzeiro</strong>, igualmente realizado no Centro Cultural dos Povos da Amazônia. Na cultura local, banzeiro significa as ondas que se formam e agitam o rio. Por isso, a programação trouxe uma mesa redonda sobre novas economias, justiça climática e participação civil na COP 30 &#8211; a ser realizada ano que vem no Brasil, em Belém – e um painel com vozes de lideranças comunitárias da Amazônia, além de apresentações artísticas regionais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Participaram da mesa redonda <strong>Rodrigo Gaspar</strong>, co-diretor executivo do Sistema B Brasil, <strong>Marina Gattas</strong>, co-diretora da <a href="https://www.outraeconomia.org.br" target="_blank" rel="noopener">Outra Economia – Aliança pelo Bem-Estar Coletivo</a>, <strong>Raíssa Almeida</strong>, co-presidente da Associação Nacional por uma Economia de Comunhão Brasil (Anpecom) e<strong> Rodrigo Apolinário</strong>, também da equipe Anpecom, como mediador.</p>
<p><div id="attachment_233985" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233985" class="wp-image-233985 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9436-2-Media.jpeg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9436-2-Media.jpeg 640w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9436-2-Media-480x360.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 640px, 100vw" /><p id="caption-attachment-233985" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Rodrigo Gaspar, Marina Gattás, Raíssa Almeida e Rodrigo Apolinário</p></div></p>
<div class="mceTemp"> </div>
<p style="font-weight: 400;">Gaspar trouxe a perspectiva de como o Sistema B deseja ressignificar o que os negócios enxergam como sucesso, propondo a metodologia do triplo impacto: social, econômico e ambiental. “Viemos desse lugar de novas economias para auxiliar uma artesã, por exemplo, a mostrar que as penas que utiliza não são de animais vivos e que isso pode gerar um certificado e um incremento de valor no seu produto”. Gattás reforçou a importância de conectar os diversos movimentos para mostrar que a economia precisa<strong> estar a serviço das pessoas e do planeta</strong>. E instigou: “Comunidades, criem suas próprias definições de sucesso, do que é viver bem, do que faz sentido”. E Almeida enfatizou a comunhão proposta pela Economia de Comunhão como um dos caminhos para viver por uma nova economia: “comunhão de recursos, mas não só. Também de experiências, de vivências, de dons, de saberes tradicionais, de conhecimentos empíricos”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante a mesa redonda, os e as especialistas também abordaram em profundidade <strong>a urgência de agir por mais Justiça Climática</strong>. “Sabemos que dinheiro e impacto ambiental caminham juntos. Se pintarmos um mapa do mundo, os poluidores, emissores e os que consomem em demasiado são os países que chamamos de norte-global. É quem se beneficia desse sistema. E o prospecto científico é bem pessimista para o aquecimento global. Nessa trajetória, temos a previsão que dois bilhões de pessoas serão afetadas pelo calor extremo e a maior parte delas está no sul-global. Ou seja, são as pessoas que menos destroem, as que mais serão afetadas (já estão sendo)”, explicou Gattás.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante o diálogo, os participantes do Banzeiro foram convidados a se engajarem com a<a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/agenda-internacional/missoes-internacionais/cop28/cop-30-no-brasil" target="_blank" rel="noopener"> COP 30</a>, a ser realizada ano que vem em Belém, na região Amazônica. “É por isso que a sociedade civil deve participar da COP 30. Porque queremos nos envolver, queremos deixar de ser invisíveis, queremos ser ouvidos”, completou Almeida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Após a mesa redonda, seguiu-se um momento de relatos de diferentes agentes sociais, indígenas e ribeirinhos da região que vivem pela Economia de Comunhão em suas comunidades: <strong>Roberto Brito</strong> e<strong> Viceli Costa</strong>, líderes comunitários da comunidade ribeirinha de Tumbira, <strong>Myrian Vasques</strong>, liderança na comunidade indígena Filadélfia de etnia Ticuna, <strong>Laura Beleza</strong>, do projeto Mães Empreendedoras e<strong> Charles Barbosa</strong>, membro do Movimento dos Focolares e do Conselho Amazônico de Igrejas Cristãs &#8211; CAIC, mediados por <strong>Gilvan David</strong>, coordenador programático da Anpecom.</p>
<p><div id="attachment_233994" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233994" class="wp-image-233994 size-large" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dcb50078-bb7d-4389-aeb6-30605420d3d3-3-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dcb50078-bb7d-4389-aeb6-30605420d3d3-3-1024x768.jpg 1024w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dcb50078-bb7d-4389-aeb6-30605420d3d3-3-980x735.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dcb50078-bb7d-4389-aeb6-30605420d3d3-3-480x360.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><p id="caption-attachment-233994" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Laura Beleza, Roberto Brito, Charles Barbosa, Viceli Costa e Miryan Vasques</p></div></p>
<p style="font-weight: 400;">Vasques, de etnia Ticuna, vive na fronteira com o Peru e a Colômbia e compartilhou como sua comunidade vem sendo impactada pelas mudanças climáticas. “Vivo numa comunidade indígena onde já estamos estressados por esses impactos. Nós indígenas não suportamos tanta pressão (&#8230;) Em Benjamin Constant não temos Reserva, não temos lago e o Rio Solimões secou. Começamos a invadir o lado peruano em busca de peixe. Nosso rio é vida. Mas está contaminado. Já surgiu mercúrio. Isso é muito impactante para nós”. Myrian também contou que precisou desistir de duas faculdades à distância porque não tinha conexão com a internet e<strong> suplicou ajuda, especialmente para as mulheres indígenas</strong>. “Lá vai o meu pedido: vamos olhar mais para nossa floresta e para o povo que vive dentro dela, principalmente para as mulheres. Nós mulheres precisamos de ajuda, atenção e de vocês para direcionarmos um mundo melhor para os pequenos que estão vindo”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na comunidade de Viceli Costa, a realidade não é muito diferente. “Somos afetados pelas injustiças climáticas. Cheguei ao desespero de chorar numa canoa porque não andava (navegava) e para chegar na cidade eram três horas caminhando. Nunca vimos tanto capim nos igarapés como aconteceu. Você passa horas e horas e não chega na outra margem (&#8230;) Vamos esperar secar de novo para ter um planejamento?”, desabafou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para todas as lideranças presentes, o desenvolvimento sustentável da região passa pela <strong>manutenção da floresta em pé, pelo apoio ao turismo de base comunitária e valorização da cultura tradicional</strong>. “Hoje meus filhos não derrubam mais madeira. Hoje vivemos com a natureza viva, aproveitando a floresta de uma outra forma, trazendo isso para dentro da comunidade e para a vida das pessoas”, contou Brito, empreendedor, caboclo e ex-madeireiro em seu relato.</p>
<p><div id="attachment_234033" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234033" class="wp-image-234033 size-full" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9219.jpg" alt="Apresentação do grupo indígena Wotchimaucü " width="1500" height="999" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9219.jpg 1500w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9219-1280x852.jpg 1280w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9219-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/04/IMG_9219-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1500px, 100vw" /><p id="caption-attachment-234033" class="wp-caption-text">Apresentação do grupo indígena Wotchimaucü.</p></div></p>
<p style="font-weight: 400;">O Fórum Socioeconômico Ambiental Amazônia Viva mostrou que economia, fé e Justiça Climática tem tudo a ver. “Essas agendas se conectam profundamente a partir de um fio condutor importante que é a preservação da vida, em todos os seus âmbitos. E, cada uma, a seu modo, almeja o bem-viver de todas as pessoas”, concluiu Maria Clézia Pinto, coordenadora do projeto Amazônia Viva.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Fórum ainda contou com o apoio das organizações Rede Eclesial Pan-Amazônica, Rede Ecumênica Amazônizar e Outra Economia – Aliança pelo Bem-Estar Coletivo. E agradece à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas por ceder o espaço no Centro Cultural dos Povos da Amazônia.</p></div>
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