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	<title>Arquivos Profor - edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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	<title>Arquivos Profor - edc</title>
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		<title>Profor fortalece negócios de impacto social no Beiru/Tancredo Neves, em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 14:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para as manchetes de jornal, Beiru/Tancredo Neves é a 10ª maior favela do Brasil (IBGE, 2022). Um território marcado por desigualdades sociais e pelo racismo. Para a Economia de Comunhão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/profor-oportunidades-e-vulnerabilidades/profor-fortalece-negocios-de-impacto-social-no-beiru/">Profor fortalece negócios de impacto social no Beiru/Tancredo Neves, em Salvador</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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<p>Para as manchetes de jornal, Beiru/Tancredo Neves é a 10ª maior favela do Brasil (IBGE, 2022). Um território marcado por desigualdades sociais e pelo racismo. Para a Economia de Comunhão (edc), é uma comunidade pulsante, criativa e empreendedora que, não obstante todos os desafios socioeconômicos, representa uma história de<strong> resistência e uma força identitária</strong>. </p>



<p>É junto a essa comunidade que a edc desenvolve a terceira edição do <a href="https://edc.com.br/iniciativas/profor/">Programa de Formação de Empreendedores</a> &#8211; Profor Beiru Vive, em parceria técnica com o <a href="https://institutoalianca.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Aliança</a>. A iniciativa tem como objetivo incubar <strong>12 empreendimentos de impacto social </strong>geridos por pessoas empreendedoras do território. </p>



<p>Toda a base programática é permeada pelos valores de fraternidade, comunhão e florescimento humano da edc. <strong>“Na prática, caminhamos ao lado dessas pessoas oferecendo conhecimentos e ferramentas voltadas à gestão de negócios, com uma metodologia que sempre conecta técnica e propósito</strong>&#8220;, explica Joice Araújo, gestora do Profor. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236289" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Identidade Empreendedora </h2>



<p>Para Cláudia Cerqueira, empreendedora e participante do programa, é preciso conhecer o lugar onde vive para ser protagonista de mudanças. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“O Beiru, antes de ser Tancredo Neves, é um território de memória negra. Quando reconheço essa história, percebo que ela também é minha. Sou a primeira da minha família a abrir um negócio na comunidade e assumir a identidade de empreendedora.”</strong></p>
</blockquote>



<p>O percurso formativo teve início em abril e até o momento já cumpriu fases importantes. Na primeira etapa, o Instituto Aliança (IA) realizou um <strong>diagnóstico</strong> dos empreendimentos e das pessoas empreendedoras considerando dimensões pessoais, sociais, produtivas e gerenciais. <strong>“Esse processo possibilitou uma devolutiva individualizada, com a identificação de potencialidades e aspectos que merecem maior atenção e investimento&#8221;</strong>, comentou Mariah Oliveira, consultora em Educação do IA. </p>



<p>Depois, seguiram-se dois encontros sobre <strong>Design Thinking</strong> voltados à experimentação de novas ideias, ao enfrentamento de desafios e à criação de soluções inovadoras para os negócios; um encontro sobre <strong>aspectos jurídicos</strong> das empresas; e dois encontros sobre <strong>gestão, cultura e mercado</strong>, que promoveram reflexões sobre cultura empreendedora, competências essenciais e estratégias de comunicação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236285" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Florescimento Humano</h2>



<p>Todas essas ferramentas, somadas às <strong>Oficinas de Florescimento Humano </strong>que abordaram questões profundas como emoções, autoconhecimento, talentos e propósito, já mostram transformações pessoais e coletivas junto às pessoas. </p>



<p>Larissa Santos, empreendedora e participante do Profor, conta: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“O Profor me ensinou que empreender vai além de gerar renda. É resgatar a autoestima, fortalecer o pertencimento e transformar a dor em propósito. Ao valorizar nossa cultura, podemos reescrever a imagem da comunidade e mostrar que dela brotam vida, criatividade e esperança.”</strong></p>
</blockquote>



<p>Os participantes formaram uma rede colaborativa a partir do programa e agora trocam experiências, aprendizados e se apoiam mutuamente. <strong>“A cada encontro, sentimos a força coletiva florescer”</strong>, disse Maria Clézia Pinto, facilitadora de processos da edc.</p>



<p>Após esses primeiros meses e algumas etapas cumpridas, os empreendedores e as empreendedoras já elaboraram uma primeira versão do Plano de Negócios das suas empresas e receberam quatro assessorias individuais.&nbsp;</p>



<p>“<strong>Já observamos avanços importantes como a adoção de instrumentos de gestão apresentados no <em>Caderno da Pessoa Empreendedora</em>, promovendo maior organização financeira e administrativa&#8221;</strong>, relata Mariah. A consultora também conta que alguns participantes renegociaram dívidas e formalizaram novos empreendimentos, abrindo caminhos para maior sustentabilidade e autonomia. </p>



<p>Nos próximos meses, o projeto segue avançando com oficinas de marketing digital, aperfeiçoamento dos planos de negócio e gestão contábil.&nbsp;</p>



<p>Essas ações seguem até dezembro de 2025. Com mais desenvolvimento local e protagonismo das pessoas empreendedoras, o Profor Beiru Vive espera contribuir com uma comunidade cada vez mais autônoma e vibrante.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-236288" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p><strong>·</strong><strong> &nbsp; </strong><strong></strong></p>
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		<title>Afro Família: empreendimento social une moda e ancestralidade em Beiru/Tancredo Neves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 15:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<category><![CDATA[Beiru Tancredo Neves]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><a href="https://www.instagram.com/prof.jeansantos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jean Santos<span> </span></a>costuma se denominar como gente e agente de transformação. E para aqueles que o conhecem de perto, não há como negar. Liderança incansável, mantém dezenas de projetos culturais voltados à juventude em vulnerabilidade socioeconômica em sua comunidade, Beiru/Tancredo Neves.</p>
<p>Sua mais recente iniciativa é a<span> </span><strong>Afro Família</strong>, um negócio social a partir de<span> </span><strong>capulanas</strong>, panos de origem africana.</p></div>
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				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p data-pm-slice="1 1 &#091;&#093;">“Afro Família quer, no meio das ruas, becos e vielas, trazer uma consciência da beleza afro que se comunica pela estética, cabelo, gingado da capoeira, culinária e agora por meio dos panos”.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Jean Santos</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_position">Empreendedor Social</span></p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Todo o processo de produção é feito em parceria com a sua comunidade, com costureiras, artesãs e jovens. Jean sabe que está rodeado de pessoas potentes, que podem fazer moda, e não só trabalhar para ela.</p>
<p>A Afro Família chega, então, com a proposta de ser um<span> </span><strong>empreendimento social</strong><span> </span>que une moda e ancestralidade. “O pano africano traz traços da resistência, da resiliência, da persistência. As cores dizem muito e não precisam falar”, completa Jean.</p>
<p>A relação de Jean com a Economia de Comunhão já completou mais de 9 anos. Tudo começou quando a edc trabalhou em conjunto com a comunidade de Beiru/Tancredo Neves no<span> </span><a href="https://edc.com.br/iniciativas/profor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PROFOR – Programa de Fortalecimento de Novos Negócios Inclusivos de Comunhão</a>, uma incubadora de base social, endereçada a empreendedores e empreendedoras que desejam melhorar sua condição de vida, melhorando também a condição de sua comunidade. Hoje, Jean é empreendedor social em edc e, inclusive, atual<span> </span><a href="https://edc.com.br/anpecom/equipe/#:~:text=Conselho%20Deliberativo-,Jean%20Costa%20Santos,-Conselho%20Deliberativo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conselheiro da Associação Nacional por uma Economia de Comunhão</a>.</p>
<p>A Afro Família deixa bem evidente que, 9 anos depois, Jean segue colocando em prática a cultura da Economia de Comunhão, empreendendo JUNTO com a sua comunidade, conectando oportunidades e vulnerabilidades por um mundo mais fraterno e regenerativo.</p>
<p><strong>Como ele bem gosta de dizer: “vamos que vamos!”</strong></p>
<div aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
<h2 class="wp-block-heading">Sobre o PROFOR</h2>
<p>Uma boa ideia na cabeça e a boa vontade no coração são importantes, mas insuficientes para estruturar um empreendimento, independente de tamanho ou formato. E quando o pequeno negócio é o impulso para uma pessoa superar situações de vulnerabilidade, torna-se ainda mais essencial implementá-lo de forma consciente e sustentável.</p>
<p>Por isso nasceu o PROFOR – Programa de Fortalecimento de Novos Negócios Inclusivos de Comunhão, incubadora de base social, endereçada a empreendedores e empreendedoras que desejam melhorar sua condição de vida, melhorando também a condição de sua comunidade, ao estruturar negócios comprometidos a gerar impacto socioambiental, capazes de transformar outras vidas.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2 class="wp-block-heading">Quem viu, também gostou</h2>
<p><a href="https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/oficinas-de-fomento-ao-empreendedorismo/oficina-leva-metodologia-da-edc-para-mulheres-empreendedoras-perifericas-no-rj/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oficina leva metodologia da Economia de Comunhão para mulheres empreendedoras periféricas no Rio de Janeiro</a>.</p>
<p><a href="https://edc.com.br/empreendedorismo/hogar-e-certificada-pelo-selo-social-pelo-terceiro-ano-consecutivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hogar é certificada pelo Selo Social pelo terceiro ano consecutivo. </a></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Anpecom lança programa de empreendedorismo em Salvador</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/anpecom-lanca-programa-de-empreendedorismo-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 22:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<category><![CDATA[anpecom]]></category>
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		<category><![CDATA[tancredo neves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise socioeconômica provocada pela pandemia do coronavírus tornou ainda mais desafiadora a jornada de empreendedores brasileiros que já viviam em situação de vulnerabilidade econômica. A Associação Nacional por uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A crise socioeconômica provocada pela pandemia do coronavírus tornou ainda mais desafiadora a jornada de empreendedores brasileiros que já viviam em situação de vulnerabilidade econômica.</span><br />
<span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom), sensível a essa realidade, lançará nos próximos dias o Programa <strong>“Eu, Empreendedor de Mim”</strong> direcionado, nessa primeira fase, a 30 empreendedores do bairro Beiru/Tancredo Neves, em Salvador. O bairro foi escolhido pelo núcleo da Economia de Comunhão da Bahia e trará um importante auxílio na mobilização dos empreendedores</span><br />
<span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O programa prevê sessões coletivas de estímulo ao autoconhecimento, à consciência dos próprios talentos, além da gestão das emoções, resiliência e um plano de ação para mudança. Tópicos de grande valia para o enfrentamento da crise a nível pessoal e profissional já que oferecem <strong>suporte motivacional e emocional aos empreendedores.</strong></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O principal objetivo é construir um espaço para a reflexão, vivência e experimentação de ferramentas que favorecem o encontro com a melhor versão de si mesmo e possibilitam pensar bem, sentir bem e trabalhar bem. </span><br />
<span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O conteúdo do programa tem como eixos centrais as linhas de gestão propostas pela <strong>Economia de Comunhão</strong> e a Teoria da Inteligência Emocional apresentada pelo psicólogo Daniel Goleman.</span><br />
<span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ao todo, os empreendedores participarão de 20 encontros virtuais, entre os meses de junho e agosto, com uma hora e meia de duração, cada. Os encontros serão conduzidos pelos facilitadores Rodrigo Apolinário, empreendedor, jornalista, professor e coach, e também Maria Clézia Pinto de Santana, especialista em Gestão Solidária nas Organizações Sociais.</span><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4969 size-full" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/0205-programa-eu-empreendedor-de-mim-facebook-copy-1.jpg" alt="" width="1200" height="628" /><br />
&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Profor faz intercâmbio de 8 dias com Programa de Turismo Sustentável na Argentina</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/profor-faz-intercambio-de-8-dias-com-programa-de-turismo-sustentavel-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 14:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.anpecom.com.br/?p=3823</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 28 de novembro e 5 de dezembro, representantes do Profor, incubadora de negócios da Anpecom, se deslocaram até a província de Salta, na Argentina, para um intercâmbio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/profor-faz-intercambio-de-8-dias-com-programa-de-turismo-sustentavel-na-argentina/">Profor faz intercâmbio de 8 dias com Programa de Turismo Sustentável na Argentina</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 28 de novembro e 5 de dezembro, representantes do <a href="http://www.anpecom.com.br/anpecom/o-que-fazemos/projetos-e-programas-de-incentivo-ao-empreendedorismo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Profor</a>, incubadora de negócios da Anpecom, se deslocaram até a província de Salta, na Argentina, para um intercâmbio com o <a href="http://turismosustentablenoa.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Programa Turismo Sustentável do Noroeste da Argentina</a> (TSNOA), também da Economia de Comunhão.<br />
O programa brasileiro foi representado por Carlos Xavier (coordenador do segundo ciclo), Maria Clézia Pinto (coordenadora do primeiro ciclo), Rodrigo Apolinário (assessor de desenvolvimento pessoal do primeiro ciclo) e Sandra Bandeira (facilitadora de oficinas de empreendedorismo que pré-selecionam os empreendedores incubados).<br />
Durante os oito dias, tiveram a oportunidade de conhecer o TSNOA além de participar do 5º Encontro de Empreendedores promovido pelo programa argentino que acompanha de perto uma rede de mais 30 empreendedores. O encontro de empreendedores aconteceu no município de &#8220;El Jardín&#8221;, mas as seis comunidades atendidas pelo programa, cujos representantes estavam presentes no encontro, são de várias regiões de Salta.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3825 size-full" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/12/img-20191203-wa0053.jpg" alt="" width="1040" height="584" /><br />
<div id="attachment_3824" style="width: 1050px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3824" class="wp-image-3824" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/12/profor_argentina01-e1576075692454.jpg" alt="" width="1040" height="693" /><p id="caption-attachment-3824" class="wp-caption-text">Encontro de Empreendedores</p></div><br />
A viagem também proporcionou aos representantes uma visita à capital e à comunidade “Quebrada del Toro”, no município de “Campo Quijano”, noroeste da província.</p>
<h2><span style="color: #993300;"><strong>Relatos do intercâmbio </strong></span></h2>
<p>“Ao me reconectar com os dias vividos em Salta, sou invadida por um sentimento de Fraternidade. Revejo cada membro da equipe de técnicos que estão à frente desse desafiador projeto de turismo de base comunitária e me dou conta da tamanha dedicação e seriedade com a qual desempenham esse trabalho, mas, sobretudo, passeio pelas expressões dos rostos dos verdadeiros protagonistas que encontramos nesses dias: Alcira, Primitivo, Mariella, Esteban, Francisca&#8230;.e muitos, muitos outros. Quanta riqueza, quanta alegria e quanta humanidade. E à medida que conhecemos seus espaços, onde moram e trabalham, um sentido de reverência para com cada um. Pudemos presenciar o que significa a expressão ‘fazer de cada dificuldade um trampolim’”, destacou a coordenadora Maria Clézia Pinto.<br />
Para a facilitadora Sandra Bandeira, o intercâmbio também trouxe muitas lições. “Notei o quanto é preciso romper cada obstáculo. O acesso à energia elétrica trouxe a energia solar, o acesso à água foi inovado por conta da gravidade. Percebi a força das mulheres na apicultura. Encontrei o turismo como uma chave para superar desafios econômicos. Além disso, vi muita reciprocidade e harmonia entre os membros do programa e os empreendedores”, frisou.<br />
“Penso que a vivência desta experiência com nossos irmãos do Programa TSNOA, sendo eles consultores e empreendedores, justamente no momento que iniciamos o acompanhamento dos empreendedores do ciclo 2 do Profor, é providencial, oportuna e favorável. Contribui para identificar todas as oportunidades ocultas, nas aparentes limitações e adversidades que os empreendimentos dos nossos jovens enfrentam, e com eles ajudar a superá-las”, falou o coordenador Carlos Xavier.<br />
“A Argentina vive uma realidade econômica desafiadora, com alta inflação, e a equipe do Programa TSNOA junto aos empreendedores se envolvem de criatividade, ousadia, articulação e atitude para transformar a própria realidade. O que encontrei foram muitas estratégias que deixaram de ser ideia e se tornaram prática. Fiz questão de mergulhar para compreender o que movia cada coração e percebi uma mistura poderosa que envolve a força da natureza, moradores/empreendedores com talento e vontade de mudança e líderes de um programa que sabem provocar o melhor do ser humano para que ele encontre a saída e reinvente a sua existência. Uma grande aula que traz luz para o Profor”, comentou o assessor Rodrigo Apolinário.</p>
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		<title>Empreender para transformar: oficinas de incubação do PROFOR promovem desenvolvimento pessoal e de negócios para jovens</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/empreender-para-transformar-oficinas-de-incubacao-do-profor-promovem-desenvolvimento-pessoal-e-de-negocios-para-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 21:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<category><![CDATA[canvas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[incubação]]></category>
		<category><![CDATA[profor]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aline é de uma família de agricultores e complementa a renda com a venda de produtos de limpeza artesanais que ela mesma produz e entrega em uma carroça, já que usar a moto faria o custo ser maior que o lucro. O Ivison tem um salão de beleza voltado para a comunidade afrodescendente que se chama “Raízes” e deseja que as pessoas não tenham vergonha do cabelo que têm e resgatem sua identidade. Já o Alexandrino está desenvolvendo o beneficiamento da moringa de forma sustentável para produzir uma farinha com alto teor de nutrientes para suplementação alimentar.<br />
<div id="attachment_3712" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3712" class="wp-image-3712 size-large" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/untitled-design-1-1024x536.png" alt="" width="1024" height="536" /><p id="caption-attachment-3712" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita, Aline, Ivison e Alexandrino.</p></div><br />
São histórias como a desses jovens que o <a href="http://www.anpecom.com.br/profor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #800000;">Programa de Fortalecimento de Negócios Inclusivos de Comunhão (PROFOR)</span></strong> </a>deseja impulsionar. Os três empreendedores citados acima fizeram parte de um grupo de 12 jovens que participaram da segunda atividade prática do programa em 2019: uma oficina de incubação de negócios.<br />
Realizada em Fortaleza no início de novembro, a oficina de incubação proporcionou aos <strong>12 empreendedores</strong> uma reflexão sobre seus atuais modelos de negócio e também sobre o próprio desenvolvimento pessoal.<br />
“Com a oficina, pudemos analisar junto aos jovens, o modelo de negócio atual para inspirar novas possibilidades de gerar impacto positivo tanto na vida pessoal, quanto na vida da família e na comunidade na qual estão inseridos”, explicou Carlos Xavier, coordenador e facilitador do PROFOR.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3714 alignleft" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/oficina02-300x200.png" alt="" width="300" height="200" />Além de aulas sobre negócios e <em>coach</em> pessoal, os empreendedores também realizaram atividades de campo e, a partir da ferramenta <a href="https://www.sebraepr.com.br/como-estruturar-seu-modelo-de-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canvas</a>, montaram o perfil do negócio para pensar e repensá-lo de uma forma completa, inclusive como preparação para captar recursos. Foi uma semana intensa de <strong>aprendizado, reflexões e compartilhamento de ideias!</strong><br />
Agora, o PROFOR 2019 segue para mais uma fase: 5 meses de <strong>consultorias especializadas em gestão de negócios e desenvolvimento pessoal</strong>, de forma particular, para cada um desses empreendedores. Aprofundamento necessário para o sucessos dos seus empreendimentos e formação profissional.<br />
“Uma característica interessante desses jovens é que eles são muito resilientes, não se vitimam, mas ‘vão pra cima’, para conseguir o que desejam. Muitos já trabalharam em ao menos duas atividades empreendedoras, falharam e não desistem. É muito gratificante trabalhar com eles”, destacou Xavier.<br />
&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">Sobre o PROFOR</span></strong></h2>
<p>O PROFOR é um dos projetos desenvolvidos com os recursos da comunhão de empresários e pessoas físicas por meio da Economia de Comunhão. Este já é o segundo ciclo do programa, que também teve atuação de 2015 a 2017.<br />
O PROFOR tem como objetivo <strong>capacitar a pessoa em situação de vulnerabilidade econômica para uma gestão empreendedora básica competente, além de contribuir com o desenvolvimento pessoal do empreendedor.</strong><br />
Para isso, o ciclo do PROFOR compreende:</p>
<ul>
<li>oficinas de imersão em Empreendedorismo de Comunhão (ou seja, com uma metodologia de empreendedorismo desenvolvida a partir da Economia de Comunhão);</li>
<li>um edital de seleção com os participantes das oficinas para selecionar um grupo para aprofundamento no empreendedorismo;</li>
<li>uma oficina de incubação para elaboração conjunta de modelo e plano de negócio com os empreendedores selecionados;</li>
<li>e uma consultoria específica em gestão de negócios e desenvolvimento pessoal para cada um dos participantes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
Partimos agora para a última fase e em breve teremos mais notícias sobre esses jovens brilhantes por aqui!</p>
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		<title>Xandão, um jovem empreendedor social do interior do Ceará</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/xandao-um-jovem-empreendedor-social-do-interior-do-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 15:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geração Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[edc]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor social]]></category>
		<category><![CDATA[oficina jovem empreendedor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Daqui 5 anos me vejo tendo meu negócio firme. E com mais tempo e organização. Quem sabe não farei até formações de como produzir o meu produto para outras pessoas?” [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Daqui 5 anos me vejo tendo meu negócio firme. E com mais tempo e organização. Quem sabe não farei até formações de como produzir o meu produto para outras pessoas?”<br />
Neto e filho de agricultores, quem encontra o jovem Alexandrino de Freitas, de 26 anos e vê todo esse entusiasmo empreendedor talvez não imagine os desafios cotidianos que enfrenta vivendo em um assentamento rural, em Chorozinho, no interior do Ceará.<br />
Durante três meses do ano, toda a população da região, assim como ele, para as suas atividades para se dedicar à extração da castanha de caju.<br />
O jovem foi um dos 10 participantes da Oficina Jovem Empreendedor, realizada pela ANPECOM, entre os dias 18 e 21 de julho, com a participação de 6 facilitadores das áreas de gestão de negócios e desenvolvimento pessoal.</p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">A importância da educação</span></strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3162 alignleft" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/07/xandao2-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /><br />
“Antes eu não tinha uma visão empreendedora. Pensava mais em trabalhar para os outros e não pra mim. Trabalhava com milho, feijão, com culturas de sequeiro”, foi assim que ele contou o início de sua trajetória.<br />
Mas a visão e as perspectivas de “Xandão” como é conhecido pelos amigos, mudaram quando iniciou um curso de técnico em agropecuária na Escola Família Agrícola Dom Fragoso.<br />
Nas aulas conheceu uma planta típica da região que produz uma farinha rica em nutrientes. Pesquisou, se interessou e na escola mesmo começou a produzir farinha.<br />
Na escola, ele consegue realizar todo o processo produtivo, desde a extração, passando pela secagem e venda para clientes finais, parceiros e pequenas empresas que compram e revendem o produto.<br />
&nbsp;</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3161 alignright" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/07/xandao1-169x300.jpeg" alt="" width="219" height="389" /><span style="color: #993300;">A importância da formação</span></strong></h2>
<p>O jovem empreendedor social teve, então, a oportunidade de participar desta segunda oficina de empreendedorismo da ANPECOM na região e, a partir dessa formação, compreendeu a importância de estruturar a gestão financeira do negócio.<br />
“Gestão financeira não era comigo”, brinca. Com o auxílio das aulas, aprendeu a precificar o produto e controlar os rendimentos.<br />
Mas além do ensinamento prático, Xandão também encontrou sinergia entre o empreendedorismo de impacto social, promovido pela <a href="http://www.anpecom.com.br/economia-de-comunhao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">EdC</a>, e os seus valores.<br />
“Pra mim, empreender não é só ter dinheiro e essa capacitações afirmam isso. É saber ver as necessidades das pessoas e acreditar que ainda é possível ter uma sociedade melhor. Dinheiro pra mim é uma ferramenta para trabalhar. Não é o centro da minha vida. Serve para suprir necessidades físicas. Meu tudo é minha saúde, minha coragem e a disponibilidade de ajudar o próximo.”</p>
<h2><strong><span style="color: #993300;">Próximos passos no empreendedorismo social</span></strong></h2>
<p>Agora, o jovem empreendedor social sonha em ter uma situação de moradia estável e conseguir um capital inicial para investir na empresa.<br />
Hoje, ele produz na escola mesmo, e parte dos rendimentos vai para pagar as despesas de transporte e alimentação que tem na escola. Mas a intenção é ter um local próprio, arejado, com material adequado para produzir a farinha.<br />
Temos certeza que essa história ainda vai longe! Ao menos se depender da determinação de Xandão: “Pretendo expandir com cooperativas a nível internacional. Tenho um produto grandioso e graças a essa oficina, pude entender que tenho uma mina de ouro nas mãos, tanto financeira, quanto social. Posso contribuir com empregos, saúde e alimentação complementar.”<br />
Boa sorte, Alexandrino!<br />
<strong> </strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Quando o impacto é realmente coletivo?</title>
		<link>https://edc.com.br/oportunidades-e-vulnerabilidades/quando-o-impacto-e-realmente-coletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 01:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades e vulnerabilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profor]]></category>
		<category><![CDATA[anpecom]]></category>
		<category><![CDATA[chiara lubich]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[eoc inn]]></category>
		<category><![CDATA[impacto coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[profor]]></category>
		<category><![CDATA[reforço mútuo]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[supera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma conhecida fábula da cultura popular brasileira conta a história de um pássaro que, ao ver um grande incêndio na floresta, vai até à margem do rio, pega em seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Uma conhecida fábula da cultura popular brasileira conta a história de um pássaro que, ao ver um grande incêndio na floresta, vai até à margem do rio, pega em seu bico algumas gotas de água, voa até o fogo e deixa-as cair sobre as labaredas, enquanto os demais animais fogem em debandada para salvar suas vidas. Questionado por um dos animais se conseguiria apagar o incêndio sozinho, o pássaro responde: <em>“eu não sei se conseguirei, mas estou certo de estar fazendo a minha parte”</em>. Neste exemplo fictício, a iniciativa do pássaro é de fato necessária, e o seu protagonismo é admirável&#8230;porém o impacto de sua ação é isolado e produz resultados ineficazes em relação ao problema que pretende combater. Em outras palavras, a sua iniciativa individual é importante, mas insuficiente. </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Transpondo esse exemplo para a realidade, sabemos que há décadas vem crescendo em todo o mundo o número de movimentos, associações, organizações não-governamentais, empresas sociais, instituições filantrópicas, organizações religiosas, entre outros, atuando de maneira independente e nas mais diversas áreas, para encontrar soluções concretas aos problemas sociais que se propõem a combater. Da mesma forma como relatado na fábula, as pessoas que trabalham nessas organizações agem normalmente imbuídas de motivações genuínas e empenham-se arduamente para transformar a realidade que as cerca, porém em muitos casos, os resultados alcançados pouco contribuem para a real mudança que se almeja concretizar.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Pensando em encontrar uma forma de responder a essa problemática, em 2011, <strong>John Kania &amp; Mark Kramer</strong>, dois pesquisadores e consultores norte-americanos da área de gestão, publicaram o artigo inédito intitulado <em>Impacto Coletivo</em> na edição de inverno da revista <em>Stanford Social Innovation Review</em>. Neste texto, os autores apresentam uma nova abordagem estratégica de colaboração, que surge como uma resposta para as iniciativas que geram impacto isolado e às soluções de curto prazo. O conceito do <em>Impacto Coletivo (IC)</em> foi definido por eles como <em>“…o compromisso de longo prazo por um grupo importante de atores de diferentes setores em torno de uma agenda comum para resolver um problema social específico”.</em> E para que esta coordenação seja possível de ser colocada em prática, eles explicam que é preciso que os diversos atores (que podem ser empresas, governos, <em>ONGs</em>, cidadãos comuns, e etc) estejam aptos a construir cinco condições-chave que guiarão sua atuação.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">A primeira condição-chave é construir uma agenda comum, ou seja, todos os participantes precisam ter uma visão compartilhada para a mudança, incluindo um entendimento comum do problema e uma abordagem conjunta para resolvê-lo por meio de ações condensadas. A segunda condição-chave é estabelecer sistemas de mensuração compartilhados, o que inclui coletar dados e medir os resultados de forma consistente entre todos os participantes, pois isso garante que os esforços permaneçam alinhados e os participantes se responsabilizem uns aos outros. A terceira condição-chave é desenvolver atividades de reforço mútuo, isto é, as atividades dos participantes devem ser diferenciadas entre si, ao mesmo tempo em que estão sendo coordenadas por meio de um plano de ação que os reforce mutuamente. A quarta condição-chave é garantir uma comunicação contínua, pois se entende que a comunicação consistente e aberta é necessária entre todos os participantes para criar confiança, assegurar objetivos mútuos e gerar motivação comum. E a quinta e última condição-chave é constituir uma organização central de suporte, formada por uma equipe e com um conjunto específico de habilidades e recursos para servir de base para toda a iniciativa e coordenar as demais organizações participantes.</span></p>
<h2><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Impacto Coletivo e Economia de Comunhão</span></h2>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">No século XXI, uma das questões sociais complexas na qual governos, empresas, <em>ONGs</em> e cidadãos comuns enfrentam diariamente é o combate à pobreza. Diversas entidades ao redor do mundo se ocupam deste tema, dentre elas, os agentes que aderem ao projeto <a href="http://www.edc-online.org/br/"><em>Economia de Comunhão (EdC)</em></a>. Apesar da proposta da <em>EdC</em> não ter se inspirado na abordagem do <em>IC</em>, é possível encontrar similaridades entre elas, em pelo menos três aspectos.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Primeiro, existe o envolvimento e o comprometimento entre atores de diferentes setores &#8211; que na <em>EdC</em> envolve empresários, empresas, associações, instituições econômicas, mas também trabalhadores, gestores, consumidores, pesquisadores, necessitados, e etc &#8211; em torno de um objetivo comum, de natureza complexa, que é o combate à pobreza e às situações de vulnerabilidade socieconômica. </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Segundo, orienta-se para a busca de soluções de longo prazo, pois na <em>EdC</em> entende-se que para combater as várias formas de pobreza, exclusão e miséria é preciso superar o paradigma assistencialista de ajuda econômica (impacto isolado) para uma nova mentalidade baseada na cultura de partilha, que suscita a reciprocidade entre os atores envolvidos (impacto coletivo). </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">E terceiro, a <em>EdC</em> ambiciona gerar impacto em larga escala, pois é formada por uma rede global presente em mais de 30 países, organizada por uma Comissão Central e por Comissões Locais e <a href="http://www.anpecom.com.br/">Associações nacionais</a> ligadas àquela, através de atividades coordenadas que se reforçam mutuamente, como por exemplo: </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">a) criando uma rede nacional e internacional que partilha necessidades, recursos (financeiros ou não) e talentos; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">b) desenvolvendo projetos de incentivo ao empreendedorismo dentro dos valores e princípios de comunhão; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">c) apoiando polos industriais de negócios; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">d) fornecendo apoio a pesquisas acadêmicas nas mais diversas áreas do conhecimento; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">e) inserindo-se em acordos de cooperação com associações locais ou de outros países; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">f) compartilhando recursos financeiros com pessoas que integram projetos de superação de situações de vulnerabilidade econômica; </span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">g) promovendo seminários e encontros de formação que promovam a difusão e a cultura da <em>EdC</em>, entre tantas outras iniciativas <em>(ANPECOM, 2019).</em></span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Desde que o Impacto Coletivo foi lançado em 2011, centenas de organizações passaram a implementar os seus princípios e condições-chave e muitos progressos foram alcançados. Na visão de seus fundadores, uma dentre as diversas contribuições trazidas pelo <em>IC</em> é a capacidade de lidar sob condições de complexidade e incerteza por meio da construção de soluções emergentes. Isto é, os atores envolvidos começam com uma proposta de plano, mas aprendem, por meio de um processo de tentativa e erro, quais são as ações bem sucedidas (ou não), e vão remodelando suas estratégias ao longo do caminho. E é possível notar essa peculiaridade na experiência da <em>EdC</em>! Ao observarmos a sua trajetória, percebemos que a Economia de Comunhão surgiu no ano de 1991 com uma ideia básica de projeto, ou seja, a divisão e a comunhão do lucro em três partes (proposta de plano), que ainda hoje inspira sua atuação, mas que no decorrer do tempo, e a partir da vivência prática das empresas, foram delineando-se e amadurecendo outros elementos e iniciativas &#8211; como por exemplo, o surgimento dos programas <a href="http://www.anpecom.com.br/anpecom/o-que-fazemos/projetos-e-programas-de-incentivo-ao-empreendedorismo/"><strong>PROFOR</strong></a>, <a href="http://www.anpecom.com.br/anpecom/o-que-fazemos/projetos-de-superacao-da-vulnerabilidade-economica/"><strong>SUPERA</strong></a> e <a href="https://www.eoc-iin.org/"><strong>EdC IIN</strong></a>, dentre outros &#8211; e que continuam sendo aprimorados dia após dia.</span></p>
<h2><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Contribuições da EdC para o Impacto Coletivo</span></h2>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Apesar dos avanços relatados em inúmeras experiências ao redor do globo que adotaram o <em>IC</em> como abordagem estratégica de gestão, ao longo dos últimos anos, pesquisadores e especialistas de diversas áreas tem ganhado visibilidade e voz ao criticar a abordagem do <em>Impacto Coletivo</em>, por entendê-la como uma visão limitada e simplista de colaboração comunitária, omitindo a contribuição de outros modelos de colaboração pré-existentes. Além disso, em certos casos notou-se a ausência de engajamento da comunidade no processo de construção do impacto coletivo, onde muitas vezes as próprias pessoas que seriam impactadas pelos resultados das iniciativas são deixada de fora do processo. <strong>Tom Wolff</strong>, um reconhecido consultor para organizações sociais e desenvolvimento comunitário dos Estados Unidos, apresenta duras críticas ao impacto coletivo pois, na sua visão, nem sempre se estabelece como uma prioridade envolver os mais afetados pelo problema a ser combatido em seus processos, pois eles não são necessariamente consultados, ou não participam de forma significativa nas tomadas de decisão.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Na Economia de Comunhão, compartilhar os recursos gerados pelas empresas é a consequência visível da chamada “cultura da partilha” ou “cultura do dar”, que permeia sua atuação. Para <a href="http://www.focolares.org.br/chiaralubich/quem-e-chiara-lubich/"><strong>Chiara Lubich</strong></a>, inspiradora do projeto, aqueles que se encontram em dificuldade econômica, destinatários de uma parte do lucro, não são considerados <em>“assistidos”</em> ou <em>“beneficiários”</em> da empresa. Antes, são membros essenciais e com posição e voz ativa no projeto, na qual eles doam aos outros as próprias necessidades. Portanto, na <em>EdC</em> a ênfase não é dada à filantropia por parte de alguns, mas antes, à partilha, na qual cada um dá e recebe com igual dignidade.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;">De acordo com <strong>Tom Wolff</strong>, o que as iniciativas de impacto coletivo precisam envolver são as pessoas mais e menos poderosas em uma comunidade, encontrando meios para que elas conversem e trabalhem em conjunto para abordar as prioridades de ação nas instituições e organizações que servem à própria comunidade. Por sua vez, a cultura da partilha, que permeia o modus operandi da <em>EdC</em>, ao quebrar a lógica tradicional de gestão que valoriza a assimetria de relações, pode ser um caminho para a superação dessas diferenças (onde geralmente líderes e membros da comunidade não estão no mesmo nível de paridade nas tomadas de decisão), transcendendo-as em direção a relações de reciprocidade e fraternidade. Neste sentido, as centenas de experiências vividas pelos agentes inseridos na cultura da <em>EdC</em> ao longo de seus 28 anos pode ter algo a contribuir sobre como garantir o engajamento inclusivo da comunidade e, consequentemente, como aprimorar a proposta do impacto coletivo.</span></p>
<h4></h4>
<h4><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 10pt;">REFERÊNCIAS</span></h4>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 10pt;">BRUNI, L. <strong>Comunhão e as Novas Palavras em Economia.</strong> Vargem Grande Paulista, São Paulo: Editora Cidade Nova, 2005.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 10pt;">KANIA, J.; KRAMER, M. <strong>Collective Impact</strong>. <em>Stanford Social Innovation Review</em>, v.9, n.1, p. 36-41, 2011.</span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 10pt;">WOLFF, T. <strong>Ten Places Where Collective Impact Gets It Wrong</strong>. <em>Global Journal of Community Psychology Practice</em>, v. 7, p. 1-11, 2016.</span><br />
&nbsp;<br />
<span style="font-family: georgia, palatino, serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="color: #800000;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2809 alignleft" src="http://www.anpecom.com.br/wp-content/uploads/2019/03/img-20190327-wa0070-200x300.jpg" alt="" width="89" height="133" /><a href="https://www.linkedin.com/in/silviabarros/">Silvia Martí Barros Carpes</a></strong></span> é Mestre em Gestão e Negócios com dupla titulação pela Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS) e Universitè de Poitiers (França), Especialista em Marketing Estratégico pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) com complementação em Negócios Internacionais pela Flórida International University (EUA) e Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo realizado mobilidade acadêmica na Università degli Studi di Trento (Itália).</span><span style="font-size: 10pt;"> É autora do livro Tensão Ética entre Racionalidades: um olhar sob a Economia de Comunhão. </span></span></p>
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