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	<title>Cibele, Autor em edc</title>
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	<description>Associação nacional por uma economia de comunhão</description>
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		<title>Roça sem queima: iniciativa Ticuna une ancestralidade, regeneração da floresta e geração de renda</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 18:46:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A comunidade de Benjamim Constant, no Alto Rio Solimões na divisa com a Colômbia, tem como um dos seus povos originários o povo Ticuna. É dentro dessa comunidade que nasce [&#8230;]</p>
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<p>A comunidade de Benjamim Constant, no Alto Rio Solimões na divisa com a Colômbia, tem como um dos seus povos originários o povo Ticuna. É dentro dessa comunidade que nasce o projeto Roça sem Queima, que incentiva a produção agroecológica de alimentos como açaí, banana, goiaba, buriti e abacaxi, além de hortaliças e temperos, em profunda harmonia com a natureza e resgate de ancestralidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O projeto nasceu de uma iniciativa pessoal da liderança indígena Myrian Vasques, após aprofundar seus conhecimentos em Mudanças Climáticas e Justiça Climática participando do <strong><a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" type="page" id="233247">Projeto Amazônia Viva</a></strong>, da Economia de Comunhão, e de uma jornada já de longa data em outras iniciativas de desenvolvimento socioambiental. </p>



<p>“<strong>A queima nós aprendemos com a agricultura ocidental. A roça queimada só é reaproveitada uma ou duas vezes. Depois, precisávamos buscar outro local para descansar o terreno por pelo menos dois ou três anos. E aí íamos destruindo outro pedaço da floresta</strong>&#8220;, conta. </p>



<p>Ao perceber a importância de trazer ações mais sustentáveis para sua comunidade, Myriam aceitou o convite dos Ticunas colombianos e levou dez famílias da sua aldeia para aprender com eles a roçar sem queimar a floresta.&nbsp;</p>



<p>“<strong>Agora, não precisamos queimar para plantar. Derrubamos árvores pequenas e mantemos as grandes para não deixar o solo morrer. Já temos três mulheres que praticam a roça sem queima desde o ano passado e estão vendendo suas colheitas para a merenda escolar do governo</strong>&#8220;, completa. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/roca-sem-queima06-768x1024.jpeg" alt="roca sem queima" class="wp-image-236495" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/roca-sem-queima06-768x1024.jpeg 768w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/roca-sem-queima06-480x640.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 768px, 100vw" /><figcaption class="wp-element-caption">Myrian Vasques junto a outras mulheres Ticuna | Foto: Myriam Vasques</figcaption></figure>



<p>A proposta é ampliar o projeto, inclusive no próprio terreno da Associação das Mulheres Indígenas Ticuna (AMIT). <strong>“No nosso terreno não derrubamos nenhuma árvore. Nossa intenção é recuperar todas as árvores nativas. Para isso, vamos até uma mata nativa coletar sementes para poder trazer para o terreno da <a href="https://www.instagram.com/amitculturabelasartes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AMIT</a>&#8220;</strong>. </p>



<p><strong>Plano de Adaptação Climática&nbsp;</strong></p>



<p>Myriam nos conta que a partir do <strong>Projeto Amazônia Viva</strong> e de toda a orientação e conscientização recebida, também surgiu a ideia de elaborar o Plano de Adaptação Climática da sua comunidade, aprovado pela FAS durante a COP 30. </p>



<p><strong>“O Plano foi criado por causa do Projeto Amazônia Viva porque fui escutando conversas aqui e ali. Aumentamos os nossos saberes e a conscientização da comunidade”</strong>. Com os fundos liberados para o Plano, a ideia é oferecer as Oficinas de Aula Viva, com duração de três dias. No primeiro dia, um aprofundamento teórico sobre Mudanças Climáticas. No segundo, a prática da roça sem queima, bem cedinho, e à tarde um pouco mais de teoria. No terceiro dia, uma uma deliciosa experiência de cozinha nativa. <strong>“Em grupos, vamos praticar uma culinária que já não praticamos mais, aquela das nossas mães e avós, como moqueada, macaxeira assada, etc. No fim, vamos levar para a mesa para todo mundo provar&#8221;</strong>. </p>



<p>Para a Economia de Comunhão é uma grande alegria saber que estão nascendo iniciativas dentro da própria comunidade e inspiradas por elas próprias que conectam geração de renda, sustentabilidade e ancestralidade como frutos do Projeto Amazônia Viva. É a cultura de uma nova economia que se fortalece, por um mundo mais regenerativo e mais fraterno.&nbsp;</p>



<p></p>



<p><strong><a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" type="page" id="233247">Saiba mais sobre o Projeto Amazônia Viva </a></strong></p>
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		<title>CURSO &#8211; Curso Intensivo sobre a Economia de Comunhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos Concluídos]]></category>
		<category><![CDATA[curso gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
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					<h1 class="entry-title">CURSO &#8211; Curso Intensivo sobre a Economia de Comunhão</h1>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O Curso Intensivo sobre a Economia de Comunhão (edc) tem como objetivo apresentar, de forma sistematizada, os fundamentos teóricos e práticos dessa proposta econômica que busca integrar eficiência produtiva, promova equidade e desenvolvimento humano integral. </span><span style="font-size: 18px;">O curso oferece uma introdução aprofundada à Economia de Comunhão como campo de reflexão e de ação, contribuindo para a compreensão de novas formas de pensar e praticar a economia a partir de uma perspectiva ética e relacional.</span></p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Público-alvo</h3>
<p>Pesquisadores e interessados a conhecer a edc.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Processo seletivo</h3>
<p>Não há processo seletivo para esse curso. Basta preencher sua ficha de inscrição e associar-se a edc.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Certificado</h3>
<p>Este curso não fornece declaração de participação.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Programa</h2>
<p>Cada encontro tem duração média de 15 minutos, com aproximadamente 5 minutos de conteúdo reflexivo<br />e 10 minutos de interação.</p></div>
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				<h5 class="et_pb_toggle_title">A Economia de Comunhão</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p><span>AULA 01 &#8211; Fundamentos, missão e eixos de atuação. Aborda-se o contexto de surgimento da edc, seus princípios orientadores e sua proposta de uma economia centrada na pessoa e na comunhão.</span></p>
<p><a href="https://youtu.be/O1vWwSXbKwc?si=TzBHorEqXMOTH2-g" target="_blank" rel="noopener">Assista a aula 01.</a></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_1 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Empreendedorismo de Economia de Comunhão</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p><span>AULA 02 &#8211; Abordagem do conceito de empreendimento na perspectiva da edc, suas dinâmicas de funcionamento e os pressupostos que sustentam uma prática <strong>empreendedora comprometida com a erradicação da pobreza.</strong> <br /></span></p>
<p><a href="https://youtu.be/qAdcr6WEeSk?si=ovr9tCvdr0ki_xkm" target="_blank" rel="noopener">Assista a aula 02. </a></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_2 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Iniciativas e práticas da Economia de Comunhão</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p><span>AULA 03 &#8211; São analisadas experiências concretas em diferentes contextos, seus impactos sociais e econômicos, bem como a forma como se articulam aos valores da edc de promover relações econômicas baseadas na reciprocidade e no bem comum.</span></p>
<p><a href="https://youtu.be/zxOs1M0QzBo?si=DbyvpCfD5O_H3P9V" target="_blank" rel="noopener">Assista a aula 03.</a></p></div>
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					<a href="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Reuniao-da-Equipe.jpg" title="Reunião da Equipe">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">Reunião da Equipe</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_1"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
					<a href="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Curso-da-UFAL-10.08.png" title="Curso da UFAL - 10.08">
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					<span class="et_overlay"></span>
				</a>
				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">Curso da UFAL &#8211; 10.08</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_2"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">Aulas 5</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_3"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
					<a href="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Aula-8.jpeg" title="Aula 8">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">Aula 8</h3></div></div><div class="et_pb_gallery_pagination"></div></div>
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<p>O post <a href="https://edc.com.br/cursos-concluidos/curso-intensivo-sobre-economia-de-comunhao/">CURSO &#8211; Curso Intensivo sobre a Economia de Comunhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://edc.com.br">edc</a>.</p>
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		<title>Projeto Amazônia Viva será contribuição da Economia de Comunhão na COP 30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia viva]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Amazônia Viva, da Economia de Comunhão, será um dos destaques de um dos eventos paralelos à COP 30, organizado pela Igreja Católica em Belém. Com a proposta inédita [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/">Projeto Amazônia Viva</a>, da Economia de Comunhão, será um dos destaques de um dos eventos paralelos à <a href="https://cop30.br/pt-br">COP 30</a>, organizado pela Igreja Católica em Belém. Com a proposta inédita de conectar espiritualidade e desenvolvimento socioeconômico e ambiental, e já em seu terceiro ciclo de atuação, o projeto será uma contribuição ao diálogo e à mobilização promovidos pela Arquidiocese de Belém durante o evento da ONU.</p>



<p>O Amazônia Viva está em ampla sintonia com a proposta da Arquidiocese de promover trocas e um compromisso efetivo com a “Casa Comum”. Nos últimos três anos, o projeto realizou <strong>oficinas de florescimento humano e empreendedorismo de base comunitária com comunidades ribeirinhas e indígenas do bioma amazônico</strong>, <strong>conectou e sensibilizou lideranças espirituais, ambientais e empreendedoras a trabalharem juntas pelo desenvolvimento social e ambiental na região, e promoveu espaços de aprendizagem por meio da Jornada EaD Amazônia Viva</strong>, que alcançou uma ampla rede de pessoas interessadas nas agendas de justiça climática, negócios sustentáveis e comunidades de fé.</p>



<p>Uma das primeiras iniciativas do projeto Amazônia Viva nasceu de uma escuta profunda junto às lideranças indígenas. Elas compartilharam o desafio de manter a juventude nas comunidades e de reduzir as taxas de suicídio entre os jovens. A partir de parcerias, o projeto viabilizou doações de celulares com câmera e oficinas de fotografia para jovens indígenas em algumas comunidades, acompanhadas de atividades de florescimento humano. Muitos jovens seguiram com a atividade e as fotografias produzidas estão disponíveis para compra na plataforma Amazônia Stock com toda a renda revertida para as comunidades.&nbsp;</p>



<p>Mais recentemente, o projeto produziu o documento Paneiro, uma cartilha que convida lideranças a refletirem e agirem para integrar espiritualidade, justiça climática e economia em favor do bem viver das pessoas na Amazônia. O documento é distribuído gratuitamente e servirá de referência nas discussões durante a COP 30.</p>



<p>O Projeto Amazônia Viva será apresentado na programação do Polo Social do evento “Igreja na COP 30”, localizado no Colégio Santa Catarina de Sena. Além da Economia de Comunhão, também estarão presentes iniciativas do Movimento dos Focolares e outras organizações parceiras.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>Projeto Amazônia Viva e Economia de Comunhão na COP 30</p>



<p>Evento paralelo: Igreja na COP 30 – Belém 2025</p>



<p>Local: Colégio Santa Catarina de Sena</p>



<p>Data: 11 a 14 de novembro</p>



<p>Saiba mais: <a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/">https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/</a>&nbsp;</p>



<p>Documento Paneiro: <a href="https://drive.google.com/file/d/1LiiQ0QmbdI4568XQq6i7AhfE2GPetbF5/view">https://drive.google.com/file/d/1LiiQ0QmbdI4568XQq6i7AhfE2GPetbF5/view</a></p>
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		<title>Profor fortalece negócios de impacto social no Beiru/Tancredo Neves, em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 14:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para as manchetes de jornal, Beiru/Tancredo Neves é a 10ª maior favela do Brasil (IBGE, 2022). Um território marcado por desigualdades sociais e pelo racismo. Para a Economia de Comunhão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para as manchetes de jornal, Beiru/Tancredo Neves é a 10ª maior favela do Brasil (IBGE, 2022). Um território marcado por desigualdades sociais e pelo racismo. Para a Economia de Comunhão (edc), é uma comunidade pulsante, criativa e empreendedora que, não obstante todos os desafios socioeconômicos, representa uma história de<strong> resistência e uma força identitária</strong>. </p>



<p>É junto a essa comunidade que a edc desenvolve a terceira edição do <a href="https://edc.com.br/iniciativas/profor/">Programa de Formação de Empreendedores</a> &#8211; Profor Beiru Vive, em parceria técnica com o <a href="https://institutoalianca.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Aliança</a>. A iniciativa tem como objetivo incubar <strong>12 empreendimentos de impacto social </strong>geridos por pessoas empreendedoras do território. </p>



<p>Toda a base programática é permeada pelos valores de fraternidade, comunhão e florescimento humano da edc. <strong>“Na prática, caminhamos ao lado dessas pessoas oferecendo conhecimentos e ferramentas voltadas à gestão de negócios, com uma metodologia que sempre conecta técnica e propósito</strong>&#8220;, explica Joice Araújo, gestora do Profor. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236289" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6598-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Identidade Empreendedora </h2>



<p>Para Cláudia Cerqueira, empreendedora e participante do programa, é preciso conhecer o lugar onde vive para ser protagonista de mudanças. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“O Beiru, antes de ser Tancredo Neves, é um território de memória negra. Quando reconheço essa história, percebo que ela também é minha. Sou a primeira da minha família a abrir um negócio na comunidade e assumir a identidade de empreendedora.”</strong></p>
</blockquote>



<p>O percurso formativo teve início em abril e até o momento já cumpriu fases importantes. Na primeira etapa, o Instituto Aliança (IA) realizou um <strong>diagnóstico</strong> dos empreendimentos e das pessoas empreendedoras considerando dimensões pessoais, sociais, produtivas e gerenciais. <strong>“Esse processo possibilitou uma devolutiva individualizada, com a identificação de potencialidades e aspectos que merecem maior atenção e investimento&#8221;</strong>, comentou Mariah Oliveira, consultora em Educação do IA. </p>



<p>Depois, seguiram-se dois encontros sobre <strong>Design Thinking</strong> voltados à experimentação de novas ideias, ao enfrentamento de desafios e à criação de soluções inovadoras para os negócios; um encontro sobre <strong>aspectos jurídicos</strong> das empresas; e dois encontros sobre <strong>gestão, cultura e mercado</strong>, que promoveram reflexões sobre cultura empreendedora, competências essenciais e estratégias de comunicação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-236285" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_3197-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Florescimento Humano</h2>



<p>Todas essas ferramentas, somadas às <strong>Oficinas de Florescimento Humano </strong>que abordaram questões profundas como emoções, autoconhecimento, talentos e propósito, já mostram transformações pessoais e coletivas junto às pessoas. </p>



<p>Larissa Santos, empreendedora e participante do Profor, conta: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“O Profor me ensinou que empreender vai além de gerar renda. É resgatar a autoestima, fortalecer o pertencimento e transformar a dor em propósito. Ao valorizar nossa cultura, podemos reescrever a imagem da comunidade e mostrar que dela brotam vida, criatividade e esperança.”</strong></p>
</blockquote>



<p>Os participantes formaram uma rede colaborativa a partir do programa e agora trocam experiências, aprendizados e se apoiam mutuamente. <strong>“A cada encontro, sentimos a força coletiva florescer”</strong>, disse Maria Clézia Pinto, facilitadora de processos da edc.</p>



<p>Após esses primeiros meses e algumas etapas cumpridas, os empreendedores e as empreendedoras já elaboraram uma primeira versão do Plano de Negócios das suas empresas e receberam quatro assessorias individuais.&nbsp;</p>



<p>“<strong>Já observamos avanços importantes como a adoção de instrumentos de gestão apresentados no <em>Caderno da Pessoa Empreendedora</em>, promovendo maior organização financeira e administrativa&#8221;</strong>, relata Mariah. A consultora também conta que alguns participantes renegociaram dívidas e formalizaram novos empreendimentos, abrindo caminhos para maior sustentabilidade e autonomia. </p>



<p>Nos próximos meses, o projeto segue avançando com oficinas de marketing digital, aperfeiçoamento dos planos de negócio e gestão contábil.&nbsp;</p>



<p>Essas ações seguem até dezembro de 2025. Com mais desenvolvimento local e protagonismo das pessoas empreendedoras, o Profor Beiru Vive espera contribuir com uma comunidade cada vez mais autônoma e vibrante.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-236288" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_6621-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p><strong>·</strong><strong> &nbsp; </strong><strong></strong></p>
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		<title>“Ser comunidade é o que nos move”. Economia de Comunhão lança a Campanha Comunhão e Ação 2025. </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunhão e Ação]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[comunhaoeacao]]></category>
		<category><![CDATA[doaçoes]]></category>
		<category><![CDATA[economiadecomunhao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia de Comunhão inicia a Campanha Comunhão e Ação 2025 com um convite que sintetiza seu propósito: “ser comunidade é o que nos move”. Realizada anualmente, a iniciativa mobiliza [&#8230;]</p>
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<p>A Economia de Comunhão inicia a Campanha Comunhão e Ação 2025 com um convite que sintetiza seu propósito: <strong>“ser comunidade é o que nos move”</strong>. Realizada anualmente, a iniciativa mobiliza pessoas e empresas na arrecadação de recursos que sustentam projetos sociais da edc em todo o Brasil, traduzindo na prática o compromisso de erradicar a pobreza e construir um mundo mais justo, regenerativo e fraterno.</p>



<p>Nesta edição, a meta é arrecadar <strong>R$ 567 mil</strong>, valor que garantirá a continuidade de iniciativas que, só em 2024, impactaram diretamente a vida de mais de <strong>30 mil pessoas</strong> em situação de vulnerabilidade socioeconômica.&nbsp;</p>



<p>Por trás desses números, estão histórias reais de transformação, como as de <strong>Ana Carine Reis</strong>, de Euclides da Cunha (BA), e <strong>Gabriel Teixeira</strong>, de Cametá do Ramos (AM).</p>



<p>Ana Carine conta com o apoio da edc para custear as terapias do filho adolescente com deficiência e suprir necessidades básicas do lar. Para ela, o alcance do projeto vai muito além do apoio financeiro: <em>“nesses últimos tempos tenho recebido ajuda em relação a questões emocionais”</em>, relata. Já Gabriel, estudante com o sonho de se tornar professor de Matemática, mantém os estudos graças às doações, mesmo enfrentando desafios como percorrer duas horas de estrada de terra no interior do Amazonas para fazer provas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Campanha Comunhão e Ação 2025  | Faça sua doação!" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/LBUmNs37ve0?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Segundo <strong>Célia Carneiro</strong>, coordenadora da campanha, o diferencial está na forma como a Economia de Comunhão acompanha as pessoas e não apenas no repasse de recursos. <em>“O acompanhamento realizado com as pessoas e as famílias envolve muito respeito, afeto e a consciência de que é a pessoa quem precisa ser protagonista da própria história. Estamos ao lado, ajudando-as a reconhecer suas potencialidades para superar vulnerabilidades”</em>.</p>



<p>Em 2025, a campanha traz uma novidade: o lançamento de uma plataforma de doações. “<em>Com o intuito de facilitar os diversos meios de doação e sermos cada vez mais transparentes, lançamos uma plataforma</em> moderna, intuitiva e que mostra em tempo real a arrecadação, além do nosso impacto nos últimos anos&#8221;, explica <strong>Cibele Lana</strong>, coordenadora de comunicação da edc.</p>



<p>Para <strong>Jomery Nery</strong>, presidente da edc no Brasil, a força da campanha está na comunhão. <em>“A Economia de Comunhão é essa grande comunidade, que se reconhece como uma família. Por isso, a comunhão de recursos das pessoas e das empresas pela nossa causa da erradicação da pobreza faz parte da nossa identidade. É essa comunhão, com doações que vão de 10 reais a dezenas de milhares de reais, que, no fim, provoca transformações sociais em todo o Brasil”</em>.</p>



<p>A edc acredita que cada doação faz a diferença. Para participar e ajudar a transformar vidas, basta acessar <strong>doe.edc.com.br</strong>.<br></p>



<p><strong>Ser comunidade é o que nos move!</strong></p>



<p></p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://doe.edc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doe para a campanha Comunhão e Ação</a></div>
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		<title>Uma ponte chamada tempo</title>
		<link>https://edc.com.br/empreendedorismo/uma-ponte-chamada-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 20:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresária Patrícia Fassa, fundadora da P2 Vídeos – Comunicação com Propósito abriu as portas de sua produtora, em Resende (RJ), para receber a jovem ribeirinha Ana Júlia, participante do [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-93b275033fc33591f82e1bb196711e76">A empresária <strong>Patrícia Fassa</strong>, fundadora da <strong><a href="https://www.p2videos.com.br/">P2 Vídeos – Comunicação com Propósito</a></strong> abriu as portas de sua produtora, em Resende (RJ), para receber a jovem ribeirinha <strong>Ana Júlia</strong>, participante do projeto<strong> <a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/">Amazônia Viva</a></strong>, facilitado pela edc em comunidades da região amazônica.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-70f6bfc46cbad91a3b46363ee74c43e2">A P2 Vídeos, desde o seu início, tem o propósito de gerar impacto positivo, seja em sua atuação voltada à cultura da Economia de Comunhão, seja contando histórias de pessoas que, em suas áreas de atuação, estão trabalhando por um mundo melhor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-57f6563a76599785c47b41cd877c7ae7">No primeiro semestre deste ano, Patrícia recebeu uma ligação inusitada de Maria Clézia Pinto (Dima), coordenadora do Projeto Amazônia Viva, para falar sobre Ana Júlia. A jovem ribeirinha havia participado de uma oficina de fotografia durante o projeto com o intuito de aprender teoria e prática como um caminho profissional ou fonte de renda alternativa para sua subsistência e de sua comunidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-50dcc884b02ff82d6b6e4c2caba07306">“Após essa oficina, Dima percebeu, de forma muito sensível, que a Ana Júlia precisava de novas oportunidades, de horizontes que a ajudassem a construir outras perspectivas de vida. Depois de algumas conversas, vimos que a minha empresa poderia oferecer um estágio a ela, para que pudesse aprender, crescer e se desenvolver profissionalmente na área do audiovisual”, conta Patrícia.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-452976b5273a9eddd6c8e7ee95ea40cc">A partir daí, começou um processo de aproximação e escuta. Patrícia buscou entender o que Ana Júlia gostaria de viver durante o período de estágio. A programação incluiu <strong>formação técnica em fotografia e audiovisual, além de ferramentas de gestão de negócios e empreendedorismo</strong>. “A ideia era que, quando voltasse para casa, ela pudesse enxergar caminhos para transformar seu talento na fotografia em fonte de renda para ela e sua família”, completa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-85d097ec75770a5bd74f76bd8d1e8d89">Foi um período intenso. Entre os compromissos da produtora e os encontros de formação, Patrícia se doou intensamente a essa vivência. Não apenas. A empresária envolveu toda a equipe, parceiros e até a própria família. “Todos toparam participar. Criamos dinâmicas para nos conhecermos melhor, e ali surgiram trocas profundas, que nos aproximaram ainda mais”, relembra.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="849" height="1024" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Pat-e-Ana0-849x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-236049"/></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5fac017c4f72c0c96ec1906ce3e8529b">Para além da esfera profissional, a imersão na P2 Vídeos outras experiências à jovem ribeirinha como ir ao <strong>cinema pela primeira vez, conhecer uma das praias  do Rio de Janeiro e visitar o Parque Nacional de Itatiaia</strong>. Para Patrícia, esse também foi um período de muitas descobertas. “Eu também aprendi muitas coisas, mas acho que a principal é que a comunhão contagia e promove transformações de formas que a gente nem imagina”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunhão que contagia</h2>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-144dbac837d3e6a74908ac224ead12a7">Durante o estágio, Ana Júlia teve contato com diversas ferramentas digitais, aplicativos e softwares essenciais para as produções audiovisuais. Sem acesso a esses recursos, seria difícil para ela dar continuidade ao que havia aprendido.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-58bb00a8bb83e77e5c20fe3461e71bcb">Foi então que, poucos dias antes de sua partida, ambas foram surpreendidas por um casal de amigos de Patrícia que, sensibilizados com a história, resolveram presentear Ana Júlia com um notebook.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9c1130c2850e3b720499dbca4446715f">Após o período em Resende (RJ), uma outra oportunidade de vivenciar a prática profissional surgiu: a cobertura audiovisual oficial da <a href="https://edc.com.br/institucional/escola-internacional-de-economia-de-comunhao-um-lugar-para-jovens-comprometidos/">Escola Internacional para Jovens em Economia de Comunhão</a>, um evento intenso, repleto de conteúdo e conexões.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-46f973f4dc2f2493c4d7cf4166b75972">“Trabalhamos lado a lado durante toda a programação, sempre pautadas pela transparência e o cuidado em cada detalhe. Nesse novo contexto, minha principal preocupação era garantir que ela se sentisse bem — física e emocionalmente. Observei atentamente se o ritmo de trabalho estava adequado para ela, se conseguia acompanhar as demandas e se sentia confortável com os desafios propostos”,</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2bb457ee1dbc0580809683b0df45443c">Patrícia reforça que a vivência foi transformadora. <strong>“Aprendi com Ana Júlia sobre força e coragem. E confirmei que um dos bens mais preciosos que podemos oferecer é o nosso tempo”</strong>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6f0e6ab18ef44029a334f72c198b1200">Alguns dias depois, Patrícia recebeu uma mensagem da jovem que dizia: <strong>“Obrigada por ser a ponte que me aproxima cada vez mais dos meus sonhos.”</strong> Foi quando entendeu: “Se o caminho é ser ponte, então é isso que eu quero ser.”</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6bb06498271390b1ec0e098ae977a771">No vídeo a seguir, é possível conferir a versão de Ana Júlia sobre essa vivência, em um vídeo emocionante. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="💼 Ana Júlia e a P2 Vídeos: Uma primeira viagem marcada por valores e experiência" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/cmrsmuxSaDc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Amazônia Viva realiza facilitações em empreendedorismo de base comunitária em três comunidades </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 17:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia viva]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Amazônia Viva, realizado pela Economia de Comunhão, segue avançando em suas iniciativas com o intuito de promover o bem-viver na Amazônia a partir da integração entre espiritualidade e [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dc24ae910d8038c9462320dded47d4bc">O projeto <strong>Amazônia Viva</strong>, realizado pela Economia de Comunhão, segue avançando em suas iniciativas com o intuito de promover o bem-viver na Amazônia a partir da integração entre espiritualidade e desenvolvimento socioeconômico ambiental. O projeto tem sido presença concreta em diferentes comunidades da região com ações que impulsionam o empreendedorismo de base comunitária e o desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9caf23f9e7d60481d1350423def22a80"><strong>Lago do Acajatuba.</strong> Na primeira semana de julho, a Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Lago do Acajatuba (RDS Rio Negro), vivenciou um ciclo formativo sobre <strong>Associativismo</strong>, com facilitação do professor Suzamar Santos. O curso reuniu lideranças locais e jovens empreendedoras que atuam na região.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfKodBdJx_rC2mwQeVZ5511WEOxYsvMaj06LWCW3aF6PYw0-3dO54SjxlIzKA4UClFl4QF1kUqKlct44xZUxIoSYiAMfoMSvoD2DlKvhibEW1ZBTR9x7z-15uoyRqJfvnhgafxqtA?key=4kvbTFiokXdOLdAx54JBww" alt=""/></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-39a4ca1f300f334108f667d8b99b7837">“Viemos para contribuir com a melhoria da qualidade de vida desses produtores que moram aqui na região&#8221;, disse Santos. No primeiro dia, o grupo mergulhou nos fundamentos do que é uma associação, sua constituição legal e direitos e deveres dos associados. Ainda abordou a potência que o associativismo carrega quando estruturado a partir da união comunitária.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3b589ae144dcd2a47170ea9282791fd5">O segundo dia foi dedicado à construção do <strong>regimento interno</strong>, instrumento essencial para garantir autonomia à diretoria em decisões importantes que beneficiam a comunidade, diferenças entre associação e cooperativa e orientações sobre o <strong>estatuto da associação</strong>, indicando aspectos que podem ser atualizados para fortalecer a atuação local.&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8c6b7de48b8cdd2cc6bc8327ce0cde87">Para Leila Costa, secretária da Associação da comunidade, formada por uma diretoria composta totalmente por mulheres, “esse curso trouxe uma perspectiva diferente, que nós não tínhamos a respeito da associação, de como é formada e benefícios que podemos ter por meio de uma associação regularizada. Foi realmente fundamental pra gente&#8221;.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e1e86126c83c3fb66c2bee111ab3c686"><strong>Benjamin Constant</strong>. A aula &#8220;Amazônia Viva&#8221; levou à Associação das Mulheres Indígenas Ticuna (AMIT) uma formação sobre modelagem de negócios, conduzida pela consultora Amanda Leal, ainda no mês de julho. A presidente da AMIT, Myrian Vasquez, e a 1ª tesoureira, Lina Mayara, participaram ativamente do encontro, que foi rico em trocas e aprendizados.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeLiUpLSNnNLLJTkhgIC5sOkHqOzArT9tQMcaH-lpdMOSvo9cl6PQebjnrg07hhVzcGvEIoFOguTkhq3-ROj2mvCCWvMblKYWAYg_K3etdhvQTUqo2zkmlIlvtGXh6xZ2t2FFThrQ?key=4kvbTFiokXdOLdAx54JBww" alt=""/></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fa02cd11107e595eb820c9340ea3b666">Foram explorados temas como proposta de valor, identificação de clientes, canais de comunicação e distribuição. “Com a aplicação desses conhecimentos, a AMIT pode melhorar sua estratégia de negócios e alcançar seus objetivos de forma mais eficiente. A aula foi um sucesso, nos ajudando a ter uma compreensão clara dos conceitos básicos de modelagem de negócio e sua aplicação prática&#8221;, comentou Lina Mayara. .</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3ab23d9ccc31546ee7e7fb0f156db402"><strong>Bairro Ouro Verde.</strong> Na região periférica de Manaus, nove empreendedoras do Projeto Mães Empreendedoras, participaram de uma formação sobre “Modelo de Negócio”, também com a facilitação de Amanda Leal. A capacitação aconteceu entre os meses de junho e julho.&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-65d5db4521870c49ee1845b900c29546">Durante os encontros, o grupo desenvolveu a proposta de um novo negócio utilizando o Modelo Canvas e seus componentes: proposta de valor, perfil dos clientes, canais de comunicação, relacionamento com clientes, receita, recursos, atividades, parcerias e estrutura de custos.&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b995c102d6e101bdc0dde49dd2be7b5e">Diversas ideias brotaram ao longo da formação, inclusive a proposta final, chamada <strong>&#8220;Mães de Ouro: Festas e Eventos&#8221;</strong>. A empreendedora Andressa Dara explicou que o nome do negócio nasceu de um ponto em comum entre o nome do projeto, o contexto das empreendedoras e o nome do bairro. “Assim nasceu o Mães de Ouro, um modelo de negócio que construímos voltado a trabalhos em eventos, trazendo o cuidado que uma mãe tem para uma prestação de serviço. Ser Mães de Ouro é oferecer um serviço de qualidade com um toque único de mãe. Foi muito emocionante quando escolhemos esse nome&#8221;.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfzsc4s6C6n3PkQiEsRWKiZwmxni03ej7FilfHkNtDGPsgtw9nIf9XADcPSUK3wsOfFX1wpOdD_MVV-PHXKujMXGABI3twtPtJ3lse6I0Ri5-ZBGCij3IcUi8DaC_NgP32QjZfOHw?key=4kvbTFiokXdOLdAx54JBww" alt=""/></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8cd55e319d4dc5feb31e555bd951a66a">Com essa experiência, o grupo não apenas desenvolveu competências técnicas, mas também fortaleceu vínculos e a certeza de que a futura associação está mais próxima de se concretizar, com horizontes ampliados e novas oportunidades à vista. “Foi de grande relevância construir um modelo de negócio para a futura associação das mães. Senti-me muito capaz, me reconheci como uma potência ainda mais. Estamos determinadas a seguir adiante com esse projeto. Espero que, de fato, nossas mães sejam mais reconhecidas e que a fraternidade seja fortalecida. Pensando no protagonismo e independência financeira, esse novo serviço vai alavancar as Mães Empreendedoras com todas as forças&#8221;, reforçou a empreendedora Laura Beleza.&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-860660dff0bcb26fcc02b9ff65e543ee">Embora a formação tenha tido&nbsp; como objetivo principal o fortalecimento dos empreendimentos de base comunitária, a abordagem utilizada na modelagem de negócios repercutiu de forma expressiva nos negócios individuais das participantes, como no caso de Darcilene Pires, uma das Mães Empreendedoras.. Ela já colocou em prática, fazendo alterações na embalagem do seu produto. “Criei uma embalagem em torno do sabonete e uma sacolinha. Trazendo aquela surpresa pro cliente e aquele aroma gostoso quando ele abre&#8221;, disse.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeGW7dsxFIH93tlCXufO30PTqRi6gsPTswA5jMsTsgBcmZQjP_-Y_48OT61nqaYrDewXBTpuQIwMhje3uQupOtqqtoBOS_NnPk611CV0WnSIazaKqdEHgFSjGV7QsDRgShXSRedtg?key=4kvbTFiokXdOLdAx54JBww" alt=""/></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-78de0396a526199ec7260c13a369a102">A cada iniciativa, o Amazônia Viva reafirma que <strong>a potência de transformação nasce do encontro </strong>entre pessoas, saberes, sonhos e realidades. O projeto continua por uma economia que acolhe, regenera e compartilha, pelo bem-viver de todas as pessoas na Amazônia.</p>
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		<title>&#8220;Oficina ‘Vai que dá’ fortalece empreendedoras do Jardim Margarida e Bairro do Carmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 20:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oficinas de Fomento ao Empreendedorismo]]></category>
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<p>Entre os dias 28 de julho a 02 de agosto, 17 mulheres da Comunidade do Jardim Margarida (Vargem Grande Paulista) e Bairro do Carmo (Comunidade Quilombola localizada em São Roque), no Estado de São Paulo, participaram da Oficina de Empreendedorismo em Economia de Comunhão &#8220;Vai que dá&#8221;, realizada no Centro Social Jardim Margarida, em Vargem Grande Paulista.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="636" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida-1024x636.jpeg" alt="vai que dá" class="wp-image-236036" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida-980x608.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida-480x298.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p>A iniciativa aconteceu por meio de uma parceria entre a Economia de Comunhão no Brasil e a Sociedade Movimento Focolari&nbsp;e&nbsp;teve como facilitadores Rodrigo Apolinário e Débora Rocha, membros da equipe da Associação Nacional por uma Economia de Comunhão. Já a metodologia principal da oficina foi elaborada pela Associação Aliança&nbsp;Empreendedora.&nbsp;</p>



<p>“Acreditamos que a comunhão acontece nas relações e onde oportunidades e vulnerabilidades se encontram”, destacou Débora Rocha, gestora programática da edc.</p>



<p>Durante 20 horas de oficina, as participantes puderam pensar e experimentar ideias de negócios, compartilhar desafios e estudar práticas empreendedoras para quem está dando os primeiros passos para o seu empreendimento.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida03-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-236037" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida03-768x1024.jpeg 768w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2025/08/vai-que-da-jardim-margarida03-480x640.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 768px, 100vw" /></figure>



<p>&#8220;Foi um ótimo aprendizado, me deu um impulso para a minha vida. Me deu coragem e confiança, algo que não tinha, disse Érica Campos, uma das participantes</p>



<p>A oficina tem uma proposta didática que parte do autoconhecimento, passando por ferramentas de florescimento humano, até chegar na oportunidade de pensar sobre o próprio negócio por meio da Teoria Effectuation (Teoria do Fazer), desenvolvida pela professora indiana&nbsp;Saras Sarasvathy.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Foi extraordinário perceber a potência criativa que existe nas comunidades representadas pelas alunas e como, a partir de agora, já é possível ver pessoas com mais autoestima e estratégias para terem o próprio empreendimento, sabendo que é possível também contar com o apoio de outras pessoas da própria comunidade&#8221;, disse o facilitador Rodrigo Apolinário.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>O que trabalho tem a ver com bem viver? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 19:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça o projeto “Conexões, bem viver e trabalho”, uma parceria entre a edc e a Hogar Empreendimentos.  Em parceria com a Hogar Empreendimentos, a edc facilitou a 1ª edição do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Conheça o projeto “Conexões, bem viver e trabalho”, uma parceria entre a edc e a Hogar Empreendimentos. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em parceria com a <a href="https://www.hogarempreendimentos.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Hogar Empreendimentos</a>, a edc facilitou a 1ª edição do projeto “Conexões, bem viver e trabalho”, entre os dias 28 e 30 de setembro, em Palhoça, Santa Catarina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto teve como objetivo a integração da equipe e a desmistificação e apresentação do trabalho como um elemento do bem viver, colaborando para a consciência de que trabalhar é um movimento de dar e receber. Para tanto, foi aplicada a metodologia do Laboratório de Florescimento Humano, oferecido pela edc, e conduzido por dois assessores técnicos da Anpecom – Associação Nacional por uma Economia de Comunhão, Maria Clézia Dima e Rodrigo Apolinário. Participaram 13 pessoas, incluindo gestores(as), coordenadores(as), técnicos(as) e estagiários(as) que atuam no escritório e em obras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Hogar Empreendimentos é uma empresa de Economia de Comunhão, com sede em Palhoça (SC), que está em expansão, inclusive, na quantidade de pessoas colaboradoras. Como parte das novas contratações estão com menos de um ano de empresa, o projeto teve o intuito de provocá-las a um caminho de crescimento (de dentro pra fora), estimulando, em especial, talentos que promovam a cultura do encontro, a valorização da pessoa e o bem-viver. O florescimento dessas características gera benefícios pessoais, para a empresa e para a sociedade.  </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-235057" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar02-1024x683.jpg" alt="trabalho e bem-viver01" width="1024" height="683" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar02-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar02-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-235058" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar03-1024x683.jpg" alt="trabalho e bem-viver02" width="1024" height="683" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar03-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar03-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-235060" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar05-1024x683.jpg" alt="trabalho e bem-viver03" width="1024" height="683" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar05-980x653.jpg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hogar05-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira parte do projeto consistiu em um Momento de Escuta Ativa Individual com os colaboradores e as colaboradores, com o intuito de incentivar que </span><span style="font-weight: 400;">descobrissem suas , potencialidades, fragilidades, pudessem expor ideias, críticas e exercitassem a abertura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, seguiu-se um dia de imersão, no qual os colaboradores e as colaboradoras participaram de algumas atividades nas quais puderam expressar, de forma coletiva, seus princípios e valores, visão de futuro e pontos a melhorar da empresa.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Foi muito libertador, transformador, conseguir chegar mais a fundo na minha visão de trabalho. Eu me senti mais em paz, tendo a certeza de que eu faço o que eu gosto, estou na profissão que eu amo. Feliz também pela Hogar ter esse reconhecimento nos funcionários e em mim. Isso impacta bastante a minha vida pessoal e profissional porque eu me senti mais segura, tendo a certeza de que estou no caminho certo e abrindo caminhos com novas oportunidades”, disse Jaqueline Melo, engenheira e colaboradora da empresa.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como parte da entrega da edc, Maria Clézia e Rodrigo realizaram uma reunião devolutiva com a coordenadora do projeto e gestora de pessoas da Hogar Empreendimentos, Thaís Grochocki.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os resultados alcançados, o projeto promoveu uma maior integração entre colaboradores; fortaleceu a cultura do encontro entre os colaboradores e reforçou o vínculo entre a Hogar e a Economia de Comunhão.</span><i></i></p>
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		<title>Por que um mundo mais regenerativo tem tudo a ver com a erradicação da pobreza?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cibele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 16:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunhão e Ação]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão e ação]]></category>
		<category><![CDATA[dia da erradicação da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[economia de comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação da pobreza]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No dia 17 de outubro, celebramos o <em>Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza</em>. Esta data é um convite para refletirmos sobre as causas profundas da desigualdade, sobre a multidimensionalidade da pobreza e o que podemos fazer para construir um futuro mais justo.</p>
<p>Na Economia de Comunhão, quando falamos em erradicar a pobreza, não falamos apenas de oferecer ajuda financeira ou garantir acesso a necessidades básicas. Falamos de florescimento humano, de conectar oportunidades e vulnerabilidades e em nos comprometer com uma nova forma de pensar e de fazer negócios, visando transformar os sistemas que perpetuam a desigualdade.</p>
<p>Essas abordagens nos levam a viver por um mundo mais justo, mais fraterno e mais regenerativo.</p>
<h2><strong>Mas o que é um mundo mais regenerativo? </strong></h2>
<p>Regenerar é um processo natural da Terra que transforma, evolui e mantém a vida. Um bom exemplo está na purificação do ar, na restauração dos solos, na regulação do clima. Todos esses, serviços que a natureza nos presta de forma gratuita e que possibilitam a manutenção dos seus ciclos naturais e as adaptações necessárias para conservar a vida.</p>
<p>Essas são lições valiosas que podemos aprender com a natureza para nossas práticas cotidianas, para os negócios e para o desenvolvimento sustentável do planeta.</p>
<p>Portanto, um mundo mais regenerativo é aquele em que nos espelhamos na natureza para o bem-viver de todas as pessoas, baseando-nos em valores como a colaboração e a abundância (ao invés de escassez e competição) e considerando a Terra como a nossa casa comum. Para alcançar esse objetivo, não há outro caminho senão aquele de pensar que somos todos e todas parte de uma mesma comunidade global e que, por isso, é inaceitável que a erradicação da pobreza não seja uma prioridade.</p>
<p>É importante ressaltar também que um mundo regenerativo vai além da sustentabilidade. Enquanto a sustentabilidade se preocupa em minimizar os danos ao meio ambiente e às sociedades, a regeneração busca restaurar e revitalizar os ecossistemas, as economias e as comunidades. Trata-se de criar sistemas que não só preservem, mas que promovam o florescimento humano e ecológico, garantindo que os recursos sejam renováveis e que os benefícios sejam compartilhados.</p>
<h2><strong>A ligação entre regeneração e erradicação da pobreza</strong></h2>
<p>A pobreza é um problema multidimensional que está enraizado em sistemas econômicos excludentes e na exploração dos recursos naturais, por isso, a pobreza não consiste apenas em falta de acesos a necessidades básicas, mas na exclusão social, na pobreza política, educacional etc. Um modelo regenerativo, por outro lado, busca reconstruir essas relações para promover uma economia inclusiva, onde o desenvolvimento não ocorra às custas dos mais vulneráveis.</p>
<p>Acreditamos que nossas iniciativas são exemplos sugestivos de como é possível conectar regeneração e erradicação da pobreza.</p>
<p>O projeto <a href="https://edc.com.br/iniciativas/ancestralidade-negra/" target="_blank" rel="noopener">“Ancestralidade Negra e Florescimento do Empreendedorismo”</a>, realizado em Beiru/Tancredo Nevez, em Salvador – BA, buscou fortalecer a economia local a partir de ações pensadas em conjunto com uma comunidade quilombola. Ao incentivar a vocação empreendedora como um dos caminhos para diminuir as desigualdades, impulsionamos a criação de negócios que respeitam e valorizam as raízes originárias das comunidades tradicionais.</p>
<p><div id="attachment_235044" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235044" class="wp-image-235044 size-large" src="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-Viva_Acajatuba_foto-Ribamar-Xavier-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-Viva_Acajatuba_foto-Ribamar-Xavier-980x551.jpeg 980w, https://edc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-Viva_Acajatuba_foto-Ribamar-Xavier-480x270.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><p id="caption-attachment-235044" class="wp-caption-text">Realização de Oficina de Florescimento Humano durante projeto Amazônia Viva. Foto: Ribamar Xavier.</p></div></p>
<p>Outro exemplo que podemos mencionar é o <a href="https://edc.com.br/iniciativas/amazonia-viva/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Amazônia Viva</a>. Realizado desde 2022 na Amazônia, busca promover uma maior conexão entre economia, espiritualidade e justiça climática a fim de contribuir para o Bem-Viver de todas as pessoas. O projeto realiza oficinas de florescimento humano e empreendedorismo comunitário em comunidades ribeirinhas e indígenas e promove ações para ampliar o conhecimento e as parcerias entre as comunidades. Um desdobramento emocionante desse projeto aconteceu quando o grupo Mães Empreendedoras, de um bairro periférico de Manaus, participante do projeto desde 2022, se deslocou até a comunidade ribeirinha Costa do Arara para compartilhar conhecimentos e saberes sobre empreendedorismo comunitário e pensar em conjunto sobre novas soluções para a geração de renda na comunidade, como por exemplo, a cozinha tradicional.</p>
<p>Por fim, não podemos deixar de falar sobre a atuação das empresas da Economia de Comunhão que colocam em prática uma cultura de comunhão e adotam práticas para contribuir com a erradicação da pobreza. Muitas delas, por exemplo, participam todos os anos da Campanha Comunhão e Ação, que arrecada recursos para manter e gerir os projetos sociais da edc de norte a sul do Brasil.</p>
<p>Que tal aproveitar para contribuir, você também, com a erradicação da pobreza?</p>
<p>Faça uma doação para a campanha Comunhão e Ação.</p></div>
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